8 de fev de 2017

HUBBLE: Captura a morte de uma Estrela.



Mesmo depois de 25 anos no espaço, o telescópio Hubble continua surpreendendo. Desta vez, ele capturou uma imagem incrivelmente rara e detalhada do exato momento da morte de uma estrela.

Na foto divulgada pela NASA e pela ESA, uma estrela do tipo gigante vermelha ejeta suas camadas externas de gás e poeira a uma velocidade de 1 milhão de km/h e dá lugar a uma nebulosa planetária — mais especificamente a Nebulosa Calabash, que tem esse nome em referência à cabaça típica da África do Sul.

Por causa do enxofre presente, que libera um mal cheiro quando combinado com outros elementos, ela também é conhecida pelo apelido pouco lisonjeiro de Nebulosa do Ovo Podre. Mas os humanos não precisam se preocupar com o fedor. "Por sorte, o fenômeno acontece a 5 mil anos-luz da Terra, na constelação de Puppis (ou Popa)", tranquiliza a ESA em uma nota à imprensa
Fenômenos do tipo são raros de capturar porque acontecem relativamente rápido. Eles duram cerca de algumas centenas de anos, o que, em escala cósmica, também é conhecido como uma piscada de olhos. 

Apesar do nome “nebulosa planetária”, o acontecimento não tem nada a ver com planetas. O termo foi cunhado pelo astrônomo William Hershel, que achou a forma das nebulosas parecidas com planetas, e o nome acabou pegando.

Como morrem as estrelas

Durante toda a vida, o trabalho de uma estrela é, basicamente, o mesmo: transformar Hidrogênio em Hélio, em uma série de reações químicas que parecem infinitas. Mas uma hora o Hidrogênio acaba e tem-se aí a sentença de morte. 

O futuro do astro depende de quanto ele pesa. Estrelas muito grandes, que são pelo menos 8 vezes maiores do que o Sol, se transformam em supergigantes vermelhas e continuam na luta, tentando queimar outros combustíveis para sobreviver. Quando não tem mais jeito, ocorre uma explosão monstruosa conhecida como supernova. 

Estrelas como o nosso Sol (que deve bater as botas em 5 bilhões de anos) começam a inchar e se transformam em gigantes vermelhas, ejetando as suas camadas como a nebulosa da foto. A gravidade faz o resto, comprimindo todo o material até que de gigantes elas passam a anãs brancas — um tipo de estrela fria e superdensa.


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