7 de ago de 2012

Marte - 1.

SHARMARIE de MARTE - Parte I
Histórias de MALDEK e o Sistema Solar

Traduzido do Livro "THROUGH ALIEN EYES - Através de Olhos Alienígenas", escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 9 a 35.

Livro "THROUGH ALIEN EYES - Através de Olhos Alienígenas"

Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com
 
  “Somos o produto de milhões de anos de vidas. O que sabemos daqueles tempos determina quais emoções misturamos com nossos pensamentos e energiza os símbolos de nossos sonhos. Nossas experiências pessoais de vidas passadas fazem com que sejamos diferentes assim como os flocos de neve são diferentes uns dos outros. Devo então dizer isto: como você solicitou as visões de muitos seres, pode contar que ouvirá a mesma melodia quando eles cantarem sua canção, embora as letras de algumas nem sempre rimem com as que são entoadas por outras vozes do coro."  Eu Sou Sangelbo de Temcain.
 
Palavras de Sharmarie, de Marte:
 
Em minha primeira vida humana em Marte, meus pais eram pastores da tribo nômade Shem. Minha mãe, Scenra, era a única companheira de alma de meu pai, Ari-lionent, embora o costume do El (a consciência Planetária, neste caso, Marte) do meu mundo seja de uma a sete companheiras de alma para cada homem. Meu pai foi morto durante um embate com a tribo habitante das montanhas de meu mundo, a qual chamávamos naquela época de Burrs. Minha mãe tornou-se, assim, uma viúva muito jovem, com cerca de 23 anos terrestres. Sua beleza física e estado civil atraíram a atenção de um dos vários senhores da guerra (Bar-Rexes) com os quais tínhamos de lutar naqueles dias. Minha mãe acabou por se tornar parte da família daquele canalha, e me deram à irmã de meu pai, Tee-robra, para ser criado em meio a seus quatorze filhos. Tia Tee-Robra não era fisicamente atraente e não tinha companheiro permanente, mas conhecia e ensinava os métodos de tecelagem e fabricação de tendas finas, bem como as artes da guerra a seus filhos e a muitas outras pessoas que a procuravam.

 Nossas perambulações eram governadas pela relva que crescia às margens dos cursos de água alimentados pelo derretimento sazonal das calotas polares e pelas pesadas nevascas de inverno que caíam nas montanhas. Era necessário cerca de três meses terrestres para conduzir nossos rebanhos de carneiros (quase duas vezes maiores do que qualquer raça de carneiros encontrada na Terra hoje), cabras, burros e camelos (do tipo dromedário, de uma corcova) para os pontos de travessia que nos permitiam transpor os cursos de água e inverter a direção em que viajávamos. Os que fossem pegos atravessando cursos de água fora do ponto autorizado pelo Bar-Rex local podiam esperar a morte ou a escravidão pelo resto da vida.

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