30 de out de 2012

Comando Ashtar e Operação Resgate




Comando Ashtar - Existe ou não?!




No mesmo instante em que ouvimos alguém falar sobre a existência de seres extraterrestres, as primeiras reações são os sentimentos de ceticismo e incredulidade. De um lado a descrença no assunto é um fato e pelo outro, sobra uma situação de ter que passar por ridículo, sem um espaço para análise ou reflexão. É essa a sentença que decreta a impossibilidade de um conhecimento mais profundo sobre nós mesmos e as nossas origens.




É por isso que muitos seres de Luz, que vêm nos auxiliando de todas as formas e em diversas dimensões, dizem categoricamente: "Para que a Humanidade possa compreender a existência de vidas em outros planetas, além da Terra, é necessário que cada um aprenda, em primeiro lugar, a conhecer a sua parte espiritual". Portanto, enquanto mantivermos a idéia preconcebida de que somos o único planeta habitado, dentro deste imenso Universo, estaremos realmente condenados a viver na ignorância.

Quem não se lembra das crenças existentes até o início do período das grandes navegações, no século XV? Naquela época acreditava-se que a Terra era plana e quem se atrevesse a seguir além dos horizontes, cairia num abismo sem fim. E aquele que se aventurasse a dizer que o nosso planeta era redondo e que girava em torno do Sol - algo impensável naqueles tempos -, corria o risco de terminar seus dias de vida na fogueira da Inquisição.



E o que dizer dos pensamentos dominantes, nos primórdios do século passado? Ao surgirem os primeiros automóveis, já se dizia que, quando a velocidade desses veículos ultrapassasse os 20 km/h, o ser humano não resistiria e morreria. Dentre todos os avanços tecnológicos da humanidade, o avião, o rádio, a exploração espacial e até a informática, entre muitas novidades que estavam surgindo, causaram tantas polêmicas e controvérsias nas suas fases iniciais, que fica a pergunta:




- E hoje, qual é a nossa opinião sobre aquelas crenças antigas?!




Até mesmo na época da minha juventude - um espaço de apenas três décadas -, muitos avanços conquistados até então, eram tidos como definitivos. As novas idéias e os novos projetos significavam sonhos irrealizáveis e impraticáveis, sendo encarados como obras de pura ficção científica e nada mais. Quem apresentasse conceitos pioneiros como: comunicação em rede, telefonia de celular, uso de computador doméstico, uma economia globalizada - só para falar destas inovações tão comuns nos dias de hoje -, ficava taxado de sonhador, sendo motivo de zombarias.




Muito bem, o que estou tentando passar até aqui, é que se não quebrarmos nossos próprios paradigmas agora, continuaremos a viver igual àquela pessoa que possui uma moeda e só consegue enxergar um dos lados. Com o tempo, ela se acostuma e passa a acreditar que só existe uma única face daquela mesma moeda, e a outra, torna-se inexistente, sendo considerada esta face supostamente "invisível", e até "sobrenatural", se assim colocarmos a situação atual, dentro do conceito que temos em relação à continuidade da vida após a morte e à própria existência de seres humanos como nós, vivendo em outros planetas e em outras dimensões.




Podemos acreditar ou não nas pessoas que estão trazendo uma nova abertura em nossas vidas. Também podemos aceitar, ou não, as novas oportunidades de crescimento interior. Isto deve ficar a critério individual, sendo que a fé cega não leva a lugar algum. Mas uma mente aberta - livre de quaisquer amarras -, sim, abre um campo imenso para aprendizados positivos. O que devemos levar em consideração, são os novos conceitos que surgem e, as novas idéias que são apresentadas, e não de quem elas vêm ou se originam. Chama-se isso de discernimento.




Temos que ter esse procedimento, como forma de promover uma mudança racional e equilibrada, no nosso modelo-padrão de pensamentos e sentimentos. Foi assim que agi quando surgiram os primeiros indícios quanto à existência do Comando Ashtar. No começo estava até cético e devo admitir que eu cometi o erro de fazer um julgamento muito precipitado sobre o comandante Ashtar Sheran. Duvidei da realidade dele e da sua existência e comentei isso com uma pessoa amiga, que também teve esta mesma opinião naquela época.




Quando comecei a viver as primeiras experiências de forma consciente - uma delas foi uma viagem dentro de uma nave espacial que me levou até uma imensa nave-mãe, estacionada fora do nosso Sistema Solar e também outra - a nossa entrada no interior de uma nave-laboratório -, e todas relacionadas ao Comando Ashtar, mudei a forma de pensar. Procurei finalmente analisar e meditar mais profundamente sobre o assunto. A partir desta mudança de pensamento, tudo começou a acontecer e alterou definitivamente todos os conceitos e crenças que tinha sobre nós, humanos, e a vida.




- "Afinal, quem somos nós"?!




Foi a pergunta que mudou radicalmente a minha vida. As respostas que vieram, uma atrás da outra, foram fulminantes. Detonaram tudo o que até então eu acreditava que fossem as bases da nossa "realidade" material e desta dimensão física. Apresentou-se a partir daí, uma nova visão sobre o mundo, a vida e as pessoas. Desvendou a nossa própria existência e a razão de estarmos aqui, neste planeta, chamado Terra.




A apresentação deste artigo tem a intenção de promover uma nova forma de tratar e abordar o tema sobre os "extraterrestres", e contribuir para uma reflexão mais profunda sobre um assunto que é tão polêmico e cheio de controvérsias. Deve-se evitar o fanatismo ou até mesmo o pragmatismo religioso, porque esses comportamentos são por demais prejudiciais e não nos leva à parte alguma.




O medo, que causa o pânico, é outro sentimento que também devemos deixar de lado, porque isso cria um ambiente nocivo e nos impede de alcançarmos um crescimento maior, dentro da nossa espiritualidade. Conhecendo a nós mesmos em primeiro lugar, estaremos dando os passos mais importantes, para descobrirmos a grande verdade, que existe por trás do mundo ilusório em que vivemos.




Desvendando os mistérios que foram inseridos nas nossas consciências físicas, durantes milhares de anos, criaremos as novas condições que nos colocarão frente a frente com a nossa verdadeira realidade e com as nossas origens. Somos seres divinos e somos também almas peregrinas, que fazem uma jornada dentro da criação de Deus. O propósito da nossa existência é co-criar junto com o próprio Criador, e um dia, retornar aos seus braços levando os frutos que colhemos na nossa experiência individual e coletiva nas dimensões inferiores.




Para isso, Ele criou toda a logística e o apoio de que necessitaríamos para cumprir os nossos desígnios. Ao longo da evolução uma fatalidade ocorreu e causou a queda da humanidade e nos perdemos dentro das nossas próprias criações. Com o passar das eras, esquecemos até a própria origem e a nossa divindade. Em sua misericórdia divina, o Criador elaborou um novo projeto para vir em socorro das "suas crianças" - as almas humanas - que se perderam nas malhas ilusórias, existentes nas densidades inferiores da sua Criação.




Na sua infinita compaixão pelos seres humanos, Ele criou a Grande Operação de Resgate.




Para isso, enviou para este lado do Universo, um dos seus filhos da Luz, Ashtar Sheran, para que a sua vontade fosse realizada. E atendendo também ao chamado feito daqui, pelo amado Sananda - o querido Mestre Jesus -, o comandante Ashtar Sheran reuniu a maior e a melhor frota intergaláctica que jamais havia cruzado as galáxias, e veio em socorro dos planetas deste quadrante do Universo, no qual a Terra também estava inserida.




A Frota é formada por naves e membros que integram a Confederação Intergaláctica - uma organização cósmica e universal de diversas dimensões, muito parecida com a ONU terrestre e que tem suas bases fundamentadas no Amor Crístico -, e foi colocada sob o comando direto do próprio Ashtar Sheran. É por isso que esta Força de Socorro e Resgate é conhecida como o "Comando Ashtar".




Operação resgate




Este artigo sobre as operações de resgate faz parte de uma série de textos que ainda serão publicados. Até este momento não havia entrado nos detalhes das operações por considerar que ainda era cedo para abordar assuntos que poderiam causar certo mal estar. Principalmente naquelas pessoas que ainda não conseguem ver as cenas chocantes de uma tragédia ou mesmo de uma catástrofe que envolve os seres humanos. Numa conversa que tive com uma pessoa amiga levantei esta questão. O dilema era contar ou não.




Durante meses fiquei analisando e refletindo sobre este mesmo assunto porque era muito importante que as pessoas do lado de cá, encarnadas num corpo físico, tomassem conhecimento do que se passa em certos níveis dimensionais do plano astral, onde muitos com certeza, irão viver sua próxima etapa de existência. Muitas situações causam mal estar, da forma como ocorrem durante os resgates nos planos físicos, após uma catástrofe com milhares de vítimas.




As operações são executadas nas áreas com grandes riscos de contaminação, com corpos dilacerados por todos os cantos, cheiros insuportáveis de sangue apodrecido, carne em decomposição e em locais inundados de dejetos humanos. Assim como é aqui no plano físico, é também lá no plano astral em seus níveis bem inferiores, para onde muitos dos que desencarnam em situações tristes e trágicas, são levados devido às densas energias que envolvem seus corpos sutis.




Semelhantes se atraem e isso ocorre por lá também. Com a diferença que a "máscara" que se usa aqui para encobrir pensamentos, sentimentos e atitudes condenáveis, no outro lado, se desfaz e a pessoa terá de arcar com as consequências das suas escolhas durante a vida física.




Depois de refletir muito sobre isso, eu cheguei à conclusão que devia narrar os fatos como eles são, omitindo apenas as situações mais chocantes para evitar traumas e sensações de mal estar apesar de que, em alguns casos, isso não seria possível. Esta decisão foi reforçada pelos grandes esforços que são feitos pelos nossos irmãos da luz que atuam em diversos níveis sutis e pela situação atual de proximidade do salto quântico que a Terra fará dentro de pouco tempo.




O objetivo destes trabalhos é a conscientização sobre o que ocorre quando um ser humano deixa um corpo físico. Tendo levado a sua vida neste mundo sem pensar muito nas consequências dos seus atos e vivendo de forma negativa, satisfazendo os desejos das sensações e tentações do mundo material, essa pessoa fez a sua própria escolha para o próximo plano da sua existência.




A conscientização também é uma forma de cura porque poderá ajudar muitas pessoas - as que decidiram continuar na terceira dimensão - a entrarem num plano mais suave em sua próxima etapa evolutiva, em consequência das correções que ainda estão em tempo de serem efetuadas nos seus campos energéticos formados por seus pensamentos, sentimentos e atitudes.




A falta de conhecimento sobre essa realidade é que tem levado muitos seres humanos a ficarem presos nas próprias "armadilhas" das suas criações mentais e psíquicas. Por não acreditar e não aceitar a continuidade da vida após a "morte" a pessoa - assim que desencarna - entra em estado de choque. Quando se vê do outro lado "vivinha da silva" fica sem saber o que fazer e aí vem o desespero.




No pânico que se segue muitas pessoas "desaparecem" na escuridão que reina no lado de lá, caindo nas mãos de seres extremamente negativos. Para um maior esclarecimento, os casos a que me refiro neste artigo são aqueles que ocorrem de forma violenta e trágica. Porque nestes acontecimentos as vítimas não têm o tempo necessário para reflexões sobre suas vidas, sendo sugadas para o outro plano de existência de forma instantânea.




Neste ponto os assuntos abordados neste artigo servem de "alerta" para aqueles que insistem em ignorar este outro lado da moeda. Um dia, infalivelmente, vão ter que encarar esta outra realidade. Nem que seja do outro lado. Até que a pessoa desencarnada seja socorrida poderá levar anos, séculos ou até milênios, porque esse tempo vai depender muito da sua noção e vivência no campo espiritual.




Se durante a sua vida física teve uma percepção sobre ensinamentos religiosos, isto será de fundamental importância para o seu resgate, pois saberá pedir a ajuda necessária antes que caia nas profundezas dos abismos, mesmo num estado de pânico, e cujo auxílio virá imediatamente. O problema maior do outro lado é a ignorância.




A pessoa que desencarnou "não sabe" que perdeu o corpo físico porque está se vendo ali, com um corpo - o corpo astral - e se sente viva da mesma forma que estava aqui. Por desconhecer esta nova condição acredita sinceramente que está viva e devido a este estado de consciência, fica presa próxima ao nível dimensional físico. É o plano sutil mais denso da dimensão astral.




Com o tempo a pessoa vai se perdendo nas profundezas das dimensões mais inferiores e acaba caindo nos abismos, de onde dificilmente conseguirá sair por causa dos seres tenebrosos que habitam e dominam esses lugares. As vítimas são aprisionadas através do medo e aqueles que caem nas suas "garras" tornam-se seus escravos e servem de alimento energético - à moda dos vampiros - que é a única forma de mantê-los "vivos" nestas regiões.




Os assuntos que se relacionam à morte do corpo físico, muitas vezes, assustam as pessoas. Temem esta fase da existência justamente por ignorar os seus "mecanismos de funcionamento". Acham que tudo que se relaciona ao pós-morte é "sobrenatural" e "fenômenos do além". É uma consequência também da "amnésia" temporária - pois já viveu outras vidas - e este temor em muitos casos tem a função de preservar a vida de pessoas que não suportam a sua "carga cármica" e querem "desistir" no meio da jornada.




Os "fantasmas" que algumas pessoas enxergam perambulando nos cemitérios ou em lugares onde os desencarnados tinham muito apego é o que resta do seu duplo etérico. Elas adquirem a forma do estado real em que se encontravam os seus corpos físicos, naquele instante, em decomposição. O apego à vida material e ao corpo físico faz com que o ser humano, ao desencarnar, tenha uma série de dificuldades de adaptação, principalmente ao ver os funerais, quando os seus corpos são enterrados. É um desespero só!




As pessoas que levaram uma vida voltada para os princípios da religiosidade, de respeito ao semelhante, esforçando-se para manter a ética moral e os valores dos bons costumes alcançam, ao final da vida física, um estado de graça com sua alma que é um momento sublime de grande beleza.




Mas aqueles que falecem por causa de uma doença (purificações energéticas), como câncer, derrame ou outras fatais, que consumiu parte de suas vidas, são imediatamente internados nos hospitais espirituais – naves-laboratórios estacionadas sobre as diversas cidades terrenas – onde recebem os tratamentos necessários para suas curas.




Outro fato, que é muito importante de se tomar conhecimento, refere-se às “egrégoras” espirituais que foram construídas durante os milhares de anos, ao longo da nossa evolução. Essas egrégoras estão relacionadas aos rituais sagrados antigos e também àquelas que foram, posteriormente, impostas pelas religiões – dogmas e crenças – com o objetivo de manter os seus fiéis dentro do círculo de influência dos seus dirigentes e fundadores.




Como tudo nesta dualidade baseia-se entre o bem e o mal, há sempre um propósito maior e bem mais profundo por trás dessas criações humanas. Mas o fato é que essas egrégoras são também criações mentais, psíquicas e emocionais. São uma espécie de “hologramas virtuais” onde estão inseridos alguns aspectos como rituais próprios, valores, crenças e dogmas, nos quais as almas humanas fecham uma espécie de “acordo” ou “contrato” – consciente ou não – e passam a fazer parte de algo que se transforma em “entidade viva” e poderosa.




Como existiram muitas raças planetárias com suas próprias culturas nativas sendo trazidas para o planeta Terra, foi necessário que cada uma, por questão de preservação e sobrevivência das suas raízes originais, criasse suas próprias egrégoras. Cada povo de uma “nação” estelar manteve seus rituais sagrados que, com o passar do tempo, acabaram formatando as diversas “religiões” primitivas conforme iam se espalhando pelo globo terrestre.




Todas essas egrégoras, assim como todas as outras criações mentais, psíquicas e emocionais são verdadeiros “portais” que levam a diversas dimensões, tanto para “cima” quanto para “baixo”. Quando os seres humanos desencarnados se elevam não há problema algum, mas quando caem – é o caso da maioria – para níveis inferiores e, principalmente, para além das profundezas dos abismos, é um problema gravíssimo para fazer o resgate.




Lá embaixo existem diversos “portais dimensionais” com cargas energéticas extremamente negativas. Qualquer “descuido” de um membro da equipe de resgate pode deixa-lo preso lá. Para se entrar nesses níveis dimensionais, a equipe de resgate tem que estar capacitada para isso e, dependendo do caso, é necessário utilizar “uniformes” com blindagens energéticas para evitar a contaminação nesses ambientes hostis e perigosos.




Nessas operações de socorro e resgate as equipes de apoio – são todos membros do Comando Ashtar – postam-se em lugares estratégicos preparados para atender a todas as necessidades do grupo e para fazerem o recolhimento dos seres que são resgatados. As outras naves se espalham em volta e acima dos locais de trabalho para dar proteção contra ataques de seres trevosos que tentam impedir os resgates.




Dentro do que foi apresentado até aqui surgem questões que devem causar muitas indagações nas mentes dos leitores. Porque os seres de luz, com todo o poder que têm e com a alta tecnologia que possuem não fazem, eles próprios, esses trabalhos de resgate? Porque se necessita de pessoas encarnadas, sendo que quando vão fazer o resgate têm que deixar seus corpos físicos? Porque os seres humanos desencarnados que caem nas profundezas das dimensões astrais não conseguem sair de lá sozinhas?




Para a primeira pergunta é até bem fácil a resposta se fizermos uma simples comparação. Querem ver? Vamos pensar assim: aqui, no mundo tridimensional, dificilmente acreditamos em seres de luz porque eles estão invisíveis aos nossos olhos físicos. É difícil aceitar a existência deles porque a razão se recusa a isso. Mas sabemos que eles estão aí, em algum lugar. Como eles vibram em níveis elevados de consciência possuem uma sutileza energética que não consegue permanecer por muito tempo nas dimensões inferiores devido à alta densidade de carga negativa que predomina nessas camadas.




Agora imaginem nos planos astrais inferiores o que aconteceria, se eles fossem atuar diretamente por lá. Os desencarnados que se encontram nestes planos já estão nestas regiões justamente por não terem acreditado nesses seres de luz e nos seus ensinamentos. Devido à densificação de suas consciências físicas e astrais não terão nem mesmo condições de vê-los e como seria possível um resgate se a vítima não consegue enxergar aquele que vem em seu socorro?




Se tentar “tocar” um desavisado por aquelas bandas ia ser um pandemônio total. Seria o mesmo que ver um monte de “fantasmas” correndo apavorados por causa de “fantasmas” querendo agarrá-los. Entenderam? É para isso que muitos membros do Comando Ashtar desceram à tridimensionalidade e encarnaram em corpos físicos. Para fazerem esse tipo de resgate com pleno êxito.




A energia telúrica – a energia da Terra – é de fundamental importância nesses resgates, porque consegue fazer a ancoragem das energias sutis, possibilitando a utilização dessas luzes de forma eficiente, na cura e regeneração dos corpos sutis inferiores dos seres humanos desencarnados. A existência de um corpo físico, no momento de atuar nas operações de resgate no plano astral, faz com que o “socorrista” seja visto por aqueles mesmos “fantasmas” apavorados, por estarem no mesmo patamar de suas vibrações. E a partir desse contato visual o resgate é feito de forma natural e sem sustos.




O fato de muitos seres humanos estarem presos nessas dimensões tão profundas, e milhões deles estarem confinados até por milhares de anos por lá, deve-se ao motivo de não terem “forças” suficientes para se elevarem daqueles níveis em que se encontram. Qualquer energia que um ser emite por lá – pânico, medo, desespero, dor, desejo – demonstra um sinal de reação que logo chama a atenção de todos à sua volta e, imediatamente, uma revoada de bando de seres trevosos avançam sobre ele e, sugam toda essa nova energia deixando-o novamente desvitalizado.




E assim vão se passando anos, séculos e milênios, até que “alguém” lá de cima resolva descer para resgatá-lo. Uma dificuldade muito grande para essas operações de resgate está no fato de haver falta de “mão-de-obra” para este tipo de trabalho. Muitos dos que desceram para o mundo físico continuam “adormecidos” e outros que acordaram – na hora de ir para o trabalho – simplesmente saem correndo apavorados ao verem as condições desses “fantasmas” e voltam assustados para os seus corpos físicos, abandonando a sua equipe de resgate.




Catástrofes




"Colhemos aquilo que plantamos ao longo da nossa jornada terrena; receberemos sempre a nossa cota que contribuímos na semeadura!"




O ser humano quando passa por uma purificação espiritual (transformação e transmutação dos seus níveis vibracionais), sente como primeiros sintomas que se manifestam a nível físico, as febres e as dores que surgem no próprio corpo. Dependendo da gravidade da situação, a febre, quando atinge o seu ponto culminante, pode retroceder se o primeiro estágio do processo de cura for concluído naturalmente, e pode, também, entrar no estado de convulsão se o processo de cura for longo.




O espírito da Terra, nos tempos atuais, está passando por um período de transmutação - ascensão planetária - que faz parte do seu processo de evolução espiritual, pois o nosso planeta é um ser vivo e pertence a um grupo de seres de Luz que seguem outra linha evolucional dentro deste nosso Universo Local. Uma das razões da sua existência é servir de abrigo para sustentar o projeto evolutivo das almas humanas.




A nossa querida Terra, hoje, está em estado convulsivo.




Isto ocorre porque a nossa humanidade durante a sua jornada sobre a face do planeta violou os acordos que foram firmados de respeitar, preservar e cuidar do lar que lhe foi cedido, através da compreensão amorosa e maternal do espírito da Terra. Além dos danos físicos e materiais causados pelos seres humanos em sua ânsia por riquezas e poderes, a Terra também foi prejudicada nos seus níveis mais sutis.




Este fato chegou a tal ponto que a aura da Terra perdeu o seu brilho radiante e de extrema beleza. A Mãe Terra foi contaminada pelos sentimentos e emoções de grande negatividade - como ódios, raivas, vinganças, mágoas, ressentimentos e todos os efeitos oriundos destes aspectos - alimentando um ciclo vicioso que envolveu até a parte mental do ser humano. Seus pensamentos se desviaram do lindo propósito para o qual existia: evoluir.




A humanidade ficou presa na tridimensionalidade, quando se tornou escrava de si mesma. Tornou-se prisioneira dos seus desejos e dos seus prazeres terrenos e escravizou também o seu corpo mental, para atender ao lado emocional do ser humano. A reversão do estado original do ser divino que somos é que causa todos os sofrimentos que fazem parte do nosso cotidiano nesta vida física.




A atmosfera da Terra está tão impregnada desta negatividade que se formam densas nuvens - que são uma espécie de toxina - com diversas camadas e cada uma delas é "imantada" com as energias negativas da psique do ser humano - emocional e mental. Conforme uma pessoa expressa seus sentimentos, conforme ela emite seus pensamentos e do modo como ela age - palavras e atitudes - ela acrescenta ou não mais volume nessas nuvens. E essas nuvens, em contrapartida, funcionam como verdadeiros ímãs.




As suas "camadas internas" interagem com os indivíduos aqui embaixo. Essas energias são atraídas por aqueles que vibram na mesma sintonia do aspecto negativo em si. É aí que se forma o ciclo vicioso, quase imperceptível para o ser humano que ficou "embrutecido" e "insensível" - principalmente por causa do seu egocentrismo - diante do seu semelhante e com o seu meio ambiente. As energias densificadas destas nuvens, em sua interação com o ser humano, multiplicam-se e contaminam a aura do espírito planetário da Terra.




É neste ponto que o nosso planeta entra no seu processo de cura. O estado febril - como no caso do corpo humano - se observa no aumento da temperatura do globo terrestre. Devido ao grande "lixo" que se acumulou nas camadas energéticas do seu corpo, ela atinge um ponto em que o estado convulsivo se torna inevitável. Este é o motivo das grandes catástrofes naturais que ocorrem atualmente.




O espírito da Terra esteve também adormecido como ainda está a maioria da humanidade. Ela despertou há quase duas décadas e está em seu pleno processo ascensionário. Ela sabe que cumpriu a sua parte no projeto divino nesta dimensão e que agora vai para a sua próxima etapa evolutiva. Ela tem o seu próprio caminho a percorrer. O que muitos não sabem é que o espírito planetário da Terra renunciou a uma evolução superior e de forma voluntária - muitos espíritos planetários declinaram do convite - aceitou participar do projeto evolucional das almas humanas, dentro da tridimensionalidade.




Por causa desta aceitação foi-lhe concedida a ascensão física, após o término desta experiência. É o que está acontecendo agora. E a humanidade, como fica nesta história toda? Como a nossa humanidade tem outra linha evolucional - a humana - segue por outro caminho, embora paralelo. Toda evolução segue adiante e para cima, como numa espiral ascendente. Independentemente do estágio em que se encontra a própria humanidade terrestre, a Terra vai prosseguir em sua caminhada. É assim que tem que ser.




As catástrofes que se abatem sobre todo o planeta irão continuar a acontecer até o ponto em que ocorrer o salto quântico da Terra. Isso significa que ainda virão mais e maiores tragédias que atingirão a humanidade como um todo. Ninguém estará livre dos seus efeitos porque de alguma forma - em muitas vidas passadas - contribuímos para que isso, um dia, viesse a surgir. É o tempo da colheita!




Transição planetária




“O microcosmo contém o macrocosmo”.




A descida na matéria física se fez fragmentando uma parte do Todo, densificando a nossa energia sutil até atingir o nível de materialização no plano físico em que vivemos neste planeta. Cada corpo humano contem seu próprio código genético cuja identidade foi aperfeiçoada ao longo da sua jornada evolutiva. O planeta Terra é o nosso habitat. É onde estamos crescendo e aprendendo a nos expressar como almas humanas. Tanto na Terra como neste plano físico somos seres evoluindo com um propósito divino.




Aqui temos a oportunidade de viver como alunos nas escolas que vão desde o jardim de infância até a vida acadêmica nas faculdades. Todo final de ano encerramos uma etapa. A Terra também faz sua evolução como um ser planetário. Ela terminou seu curso na terceira dimensão e vai seguir seu novo ciclo de crescimento e aprendizado na quarta dimensão. E toda vez que o nosso planeta conclui uma etapa, a nossa humanidade recebe um presente, ganhando uma nova sala de aula.




O nosso ano “escolar” é medido pelo ano solar, o tempo que a Terra leva para dar a volta completa em torno do Sol. Do mesmo modo que o ser humano tem o seu ciclo anual, o ser planetário também tem o seu ciclo anual num contexto mais amplo chamado de ano cósmico. O conjunto de seres humanos constitui uma família que conhecemos como a nossa humanidade e o conjunto de um grupo de planetas formam outra família que são os sistemas solares, os quais giram em torno de um grande Sol Central e assim sucessivamente até completarem o quadro gigantesco que é a nossa Via Láctea.




O ciclo lunar é de 28 dias, o ciclo solar é de 365 dias. Estes são os tempos lineares que vivemos em nosso campo evolutivo. O ciclo cósmico é mais extenso e o nosso sistema solar leva 26 mil anos para concluir a sua volta em torno do seu Sol Central. É este final de ano cósmico que estamos vivenciando neste momento. O fato relevante que ocorre neste ciclo atual relaciona-se à sincronização que o nosso Sol Central fará agora com o centro da nossa Via Láctea ocasionando um alinhamento cósmico que afetará a vida em todos estes sistemas, incluindo também os planos dimensionais mais sutis.




Quando estivermos passando por esta fase, entraremos num campo de influência gravitacional de alta vibração conhecida como Cinturão de Fótons. O efeito será estupendo, magnífico e de rara beleza em nosso Universo. Será o instante em que a nossa mãe Terra dará o seu salto quântico para o novo plano dimensional. Um novo céu e uma nova terra surgirão diante dos olhos daqueles que sobreviverão na passagem para a nova Era. Para estes, terá terminado o ciclo de provas e expiações da tridimensionalidade e começarão a fase de regeneração que é o processo da quarta dimensão física.




Em nosso plano evolutivo estamos atrasados por causa da queda que tivemos em um passado remoto. A nossa humanidade deveria estar entrando na quinta dimensão hoje. Por causa disto, a passagem pela quarta dimensão será acelerada e, muitos seres evoluídos já estão aptos para ingressarem na quinta dimensão física. Aqueles que escolheram permanecer na terceira dimensão física serão transferidos para outro planeta onde poderão continuar o aprendizado, porque a Terra deixará de ser habitável neste plano dimensional.




Os que foram reprovados por possuírem excessos de energias negativadas irão para um orbe mais denso, de ambiente bem primitivo e selvagem. Para aqueles que continuarem na tridimensionalidade terão suas memórias de vidas passadas “apagadas” nas reencarnações seguintes, para não sentirem a dor da separação daqueles entes queridos com quem mantiveram laços afetivos durante suas jornadas terrenas.




O total de almas peregrinas que fizeram suas experiências em nosso planeta somou mais de 60 bilhões de seres e a maioria desses já voltou para seus respectivos lares – planetas de origens – em diversos planos dimensionais. As almas desencarnadas que habitam os diversos níveis dos planos astrais e mentais inferiores estão sendo resgatados e levados embora daqui.




A seleção dos seres humanos que vão para um determinado plano de existência não é determinada por nenhuma autoridade de cima, mas simplesmente pelas escolhas individuais de cada ser através do seu livre arbítrio. As “notas” das suas provas finais estão gravadas nos seus próprios códigos genéticos. E cada código genético é a senha individual para um ser poder passar pelos seus próprios portais!




Paz!
Shiwa

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