30 de mai de 2015

O verdadeiro simbolismo da bandeira do Brasil e sua relação com os Illuminati.


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 O Maior simbolo nacional Brasileiro, a bandeira da Republica Federativa do Brasil, uma das bandeiras mais exuberantes segundo muitos, é um dever cívico de todo brasileiro conhecer o maior simbolo nacional, seu significado e sua origem. O que é ensinado aos brasileirinhos nas salas de aulas do país por professores devidamente “catequizados” é uma romantismo ingenuo que é tomado por verdade indubitável mais que não condiz com a realidade dos fatos.


Este artigo analisa os símbolos ocultistas na Bandeira e o seu significado sombrío.
 Nossos queridos professores se esforçaram para nos ensinar no nosso primeiro grau o simbolismo da nossa bandeira, que é passado assim:

O Verde: Simboliza as florestas brasileiras
O Amarelo: Simboliza o ouro brasileiro
O Azul: O azul do céu
As Estrelas: Representam os estados a união


Muito romântico, mais esse não é o real significado da bandeira brasileira, o real significado é bem mais complexo e faz referencias a corte portuguesa e suas origens. A bandeira brasileira nem sempre foi como é agora, no primeiro e segundo império ela tinha em seu centro o brasão das armas portuguesa ao invés do globo azul com a faixa branca e a inscrição “Ordem e Progresso”.
O Brasil já teve 12 bandeiras diferentes, sem contar a nossa atual bandeira. A maior parte foram bandeiras portuguesas que foram hasteadas no Brasil desde a época de Pedro Álvares Cabral. Estas bandeiras foram mudando de acordo com a mudança na política portuguesa. Como o Brasil foi colônia de Portugal até 1822, estas bandeiras valem também o nosso território. Se contarem apenas as bandeiras criadas após a independência, são três no total. Conheça 12 bandeiras históricas brasileiras.
Esta lista foi extraída e adaptada do Brasil República. As imagens foram extraídas do site Bandeiras, que vende bandeiras históricas brasileiras.

Ordem de Cristo

Bandeira da Ordem de Cristo
A primeira bandeira hasteada em solo brasileiro foi a da Ordem de Cristo. A Ordem de Cristo era uma associação rica e poderosa, que patrocinou as grandes navegações portuguesas. A cruz de Cristo estava pintada nas velas da frota de Pedro Álvares Cabral e o estandarte da Ordem esteve presente no descobrimento de nossa terra, participando das duas primeiras missas.

Bandeira Real

Bandeira Real
A Bandeira Real vigorou de 1500 a 1521. A bandeira do Primeiro Reino de Portugal, também usada nos barcos da esquadra de Pedro Álvares Cabral, participou de todos os acontecimentos importantes havidos em nossa terra até 1521. Embora fosse a oficial, essa bandeira cedia espaço para a da Ordem Militar de Cristo, sendo usada nas expedições no mar e nas embarcações. Foi a primeira vez que apareceu o escudo de Portugal.

Bandeira de D. João III

Bandeira de Dom João III
A Bandeira de D. João III vigorou de 1521 a 1616, aproximadamente. Era a bandeira de Portugal usada durante o reinado de Dom João III, o “Colonizador”. Tomou parte em importantes fatos de nossa história, como as expedições exploradoras e colonizadoras, a instituição do Governo Geral na Bahia em 1549 e a posterior divisão do Brasil em dois Governos, um com sede no Norte e outro com sede no Sul.

Bandeira do Domínio Espanhol

Bandeira do Domínio Espanhol
A Bandeira do Domínio Espanhol vigorou de 1616 a 1640. Foi a bandeira portuguesa usada na ocupação espanhola. Foi criada por Felipe II, rei da Espanha, em 1616. Deveria ser hasteada em Portugal, enquanto nas colônias ainda vigorava a Bandeira de D. João III. Esta bandeira assistiu às invasões holandesas no Nordeste e ao início da expansão bandeirante, propiciada, em parte, pela União Ibérica.

Bandeira da Restauração

Bandeira da Restauração
A Bandeira da Restauração vigorou de 1640 a 1683. Também conhecida como “Bandeira de D. João IV”, foi instituída logo após o fim do domínio espanhol. A ideia era caracterizar o ressurgimento do Reino Lusitano sob a Casa de Bragança. O fato mais importante que presidiu foi a expulsão dos holandeses do território brasileiro. A orla azul alia, à ideia de pátria, o culto de Nossa Senhora da Conceição, que passou a ser a Padroeira de Portugal, no ano de 1646.

Bandeira do Principado do Brasil

Bandeira do Principado do Brasil
A Bandeira do Principado do Brasil vigorou de 1645 a 1816. Esta foi a primeira bandeira criada especialmente para o Brasil. D João IV conferiu a seu filho Teodósio o título de “Príncipe do Brasil”. Mesmo assim, não devemos ver essa bandeira como sendo a primeira bandeira de nossa nacionalidade, pois, não éramos uma nação soberana. Ela foi criada devido ao título recebido pelo filho do rei e não como representação de nossa nação.

Bandeira de D. Pedro II, de Portugal

Bandeira de Dom Pedro II, de Portugal
A Bandeira de D. Pedro II, de Portugal vigorou de 1683 a 1706. Essa bandeira possui o escudo real encimado pela coroa real fechada, mas com uma nova forma. Esta bandeira foi usada no auge das expedições dos bandeirantes. É interessante atentar para a inclusão do campo em verde (retângulo), que voltaria a surgir na Bandeira Imperial e foi conservado na bandeira atual, adotada pela República.

Bandeira Real do Século XVII

Bandeira Real do Século XVII
A Bandeira Real do Século XVII vigorou entre 1600 e 1700. Ela foi usada como símbolo oficial do Reino, ao lado de outros três pavilhões já citados: a Bandeira da Restauração, a do Principado do Brasil e a Bandeira de D. Pedro II, de Portugal.
A casa de Bragança
A casa de Bragança, oficialmente titulada como a Sereníssima Casa de Bragança, é uma família nobre portuguesa, que teve muita influência e importância na Europa e no mundo até ao início do século XX, tendo sido a dinastia e, portanto, a família real, do país e do seu império ultramarino colonial, por quase três séculos, tendo ascendentes nas dinastias anteriores. Tendo sido monarca absoluta até 1820, depois, em decorrência da implantação da monarquia constitucional em Portugal, foi monarca constitucional. A casa também foi a soberana do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), que depois retornaria à denominação de Reino de Portugal (1139-1910); e, por via dum ramo colateral, do Império do Brasil (1822-1889). O ramo que fundou e reinou no Império do Brasil é conhecido como a família imperial brasileira.

Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve

Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves
A Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve vigorou de 1816 a 1821. Após a vinda da família real para o Brasil em 1808, o Brasil passou por várias transformações, e entre elas, a elevação a Reino Unido. Criado em 1815, o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve só ganhou uma bandeira em 13 de maio de 1816. O Brasil está representando nessa bandeira pela esfera de ouro, em campo azul.

Bandeira do Regime Constitucional

Bandeira do Regime Constitucional
A Bandeira do Regime Constitucional vigorou de 1821 e 1822. A Revolução do Porto, de 1820, fez prevalecer em Portugal os ideais liberais da Revolução Francesa, abolindo a monarquia absoluta e instituindo o regime constitucional, cujo pavilhão foi criado em 21 de agosto de 1821. É nesse contexto, que as Cortes (parlamento português) criaram esta nova bandeira. Foi a última bandeira lusitana a tremular no Brasil.

Bandeira Imperial do Brasil

Bandeira Imperial do Brasil
A Bandeira Imperial do Brasil vigorou de 1822 a 1889. Criada por um decreto de 18 de setembro de 1822, logo após a independência do Brasil, esta bandeira era composta de um retângulo verde e nele, inscrito, um losango ouro, ficando no centro deste o Escudo de Armas do Brasil. O autor desta bandeira foi o pintor Jean Baptiste Debret, com colaboração de José Bonifácio de Andrada e Silva. As estrelas representavam as províncias brasileiras.

Bandeira Provisória da República

Bandeira Provisória da República
A Bandeira Provisória da República vigorou de 15 a 19 de novembro de 1889. Esta bandeira foi criada provisoriamente, como substituição à bandeira imperial, assim que foi proclamada a república, em 15 de novembro. A bandeira republicana, que copiava a norte-americana, teve uma vida curtíssima: apenas quatro dias. Foi hasteada na redação do jornal “A Cidade do Rio”, após a proclamação da República, e no navio “Alagoas”, que conduziu a família imperial ao exílio.

Bônus: Bandeira Nacional

Bandeira Nacional
A Bandeira Nacional está em vigor desde 19 de novembro de 1889. Por este motivo, a data é comemorada com o o Dia da Bandeira. A atual bandeira nacional foi projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares. No lugar da coroa imperial, eles colocaram a esfera azul-celeste e a frase “Ordem e Progresso”, escrita em verde, lema positivista do século XIX.

Vamos agora ao real significado da nossa bandeira, que faz uma referencia a D. Pedro I sua esposa D. Maria Leopoldina, e ao positivismo de Auguste Comte.
O Verde:
O verde em nossa bandeira não faz referência as florestas como ingenuamente se pensa, o verde simboliza a Casa de Bragança, fundada em 1442 por D. Afonso I, da qual fazia parte D. Pedro I, o verde faz referencia ao Brasão pessoal de Pedro II  Rei de Portugal.
O Amarelo:
O Losango amarelo não tem nada haver com o ouro brasileiro, o losango faz referencia a mulher, esposa, irmã, o amarelo foi uma homenagem a Casa de Habsburgo – Lorena na Áustria, da qual D. Maria Leopoldina fazia parte, D. Maria Leopoldina era filha de Francisco I da Austria .
http://www.jornallivre.com.br/images_enviadas/brasao-de-um-imperador-habsbur.jpg
Brasão de um Imperador Habsburgo, totalmente inspirado no símbolo maçônico da figura baixo. 
Brasão de um Imperador Habsburgo, totalmente inspirado no símbolo maçônico da figura baixo. 
O satânico dos Illuminati / emblema maçônico: “ORDO AB CHAO”(Ordem do Caos)
O sistema maçônico Illuminati está dividido contra si mesmo em uma grande enganação.
 ORDO AB CHAO é a doutrina satânica que subscreve totalmente a noção de que a morte maciça, os conflitos, miséria e conflitos, junto com a destruição total e, muitas vezes são bons “(!) a serem ferramentas essenciais para se chegar à” Nova Ordem Mundial “.
 Esta é a forma como o mundo está a direcionado hoje, e porque as coisas nunca parecem fazer qualquer sentido do ponto de vista racional.
 Examine verificada satânico dos Illuminati Agentes cumprindo a ideologia do “ORDO AB CHAO”:


Aqui você pode ver o Phoenix satânico que representa Reino temporário de Satanás sobre este planeta.
A pirâmide flutuante acima da Phoenix tem uma coroa de ouro como se fosse proveniente da própria pirâmide.
Isto representa o próprio Satanás, que é o governante de fato do reino humano entregue a ele por Adão e Eva, assim ele controla a terra através de seus procuradores, os Illuminati.
Bandeira de Monarquia de Habsburgo
Bandeira da Monarquia de Habsburgo
O Azul: 
O Globo azul com estrelas só foi incorporado em 1889 depois da proclamação da republica, as estrelas simbolizam os estados e sua posição corresponde a data da proclamação da republica, o lema “Ordem e Progresso” em letras verdes foi retirado da famosa máxima positivista“O AMOR POR PRINCIPIO. A ORDEM POR BASE E O PROGRESSO POR FIM”. Essa legenda é do famoso filosofo e matemático francês Augusto Conte, o criador do positivismo.
                                                 
 José Bonifácio, primeiro grão-mestre do                                 Grande Oriente do Brasil.


Ligação do D.Pedro I com a maçonaria:
D. Pedro I foi iniciado na maçonaria na nona sessão do Grande Oriente do Brasil, datada de 02 de agosto de 1822  e foi proposto pelo Grão-Mestre José Bonifácio de Andrada e Silva. (Referencia: Maçonaria, sociabilidade ilustrada & independência do Brasil, 1790-1822 Por Alexandre Mansur Barata, página 232)

Significado das estrelas
No círculo azul, cada uma das estrelas representa um dos estados que formam o Brasil. Claro que não poderia faltar a famosa estrela SÍRIUS,  tão adorada e divulgada pelas sociedades secretas. Nesse caso a Estrela Sírius esta representada pelo Estado de Mato Grosso. Observem a imagem abaixo:

ESTRELA SÍRIUS

Desde os tempos antigos e em várias civilizações, Sirius, a estrela do cão, foi cercada com uma sabedoria misteriosa. Os ensinamentos esotéricos de todas as eras têm invariavelmente atribuído a Sirius um estatuto especial; a importância da estrela no simbolismo oculto é a comprovação desse fato. 
Sirius está localizado na constelação do Cão Maior – também conhecido como o “Big Dog” – e por isso é conhecida como a “estrela do cão”. É mais de vinte vezes mais brilhante que o Sol e é duas vezes mais massiva. À noite, Sirius é a estrela mais brilhante no céu e seu brilho azul-branco nunca deixou de surpreender contempladores de estrelas desde a aurora dos tempos. Não admira que Sírius tem sido reverenciado por praticamente todas as civilizações. Mas há mais sobre Sirius que o olho não pode ver?

Artefatos de civilizações antigas revelaram que Sirius foi de grande importância na mitologia, astronomia e ocultismo. Escolas de Mistério que consideram como “o sol por trás do sol” e, portanto, a verdadeira fonte de potência do nosso sol. Se o calor do nosso sol continua vivo no mundo físico, Sirius é considerado para manter o mundo espiritual vivo. É a “verdadeira luz” que brilha no Oriente, a luz espiritual, como o sol ilumina o mundo físico, que é considerada uma grande ilusão.
Associando Sirius com o divino e até mesmo considerá-lo como a casa da humanidade de “grandes mestres” não é apenas incorporado na mitologia de algumas civilizações primitivas: É uma crença generalizada que sobreviveu (e foi intensificada) para este dia. Vamos olhar para a importância de Sirius, nos tempos antigos, analisar a sua importância nas sociedades secretas e vamos examinar esses conceitos esotéricos como eles são traduzidos na cultura popular.
 
Nas Civilizações Antigas

No antigo Egito, Sirius era considerada a estrela mais importante no céu. Na verdade, era astronomicamente a fundação dos egípcios em todo o sistema religioso. Foi reverenciado como Sothis e foi associada com Ísis, a deusa mãe da mitologia egípcia. Isis é o aspecto feminino da trindade formada por ela, Osíris e Horus o filho. Os antigos egípcios colocavam Sirius em tal alta posição, que a maioria de suas divindades estavam associadas, de alguma forma ou de outra, com a estrela. Anubis, o cabeça de cão deus da morte, tinha uma óbvia conexão com a Estrela do Cão, e Toth-Hermes, o grande mestre da humanidade, foi também esotericamente relacionado com a estrela.

O sistema de calendário egípcio era baseado no nascer helíaco de Sirius, que ocorreu pouco antes da inundação anual do Nilo durante o verão. movimento celeste do astro também foi observado e reverenciado pelos antigos gregos, sumérios, babilônios e inúmeras outras civilizações. A estrela foi, portanto, considerados sagrados e sua aparição no céu foi acompanhada com festas e comemorações. A Estrela do Cão anunciava a vinda dos dias quentes e secos de Julho e Agosto, daí o termo popular “calor do cão “, usado no verão.

Vários investigadores ocultistas têm alegado que a Grande Pirâmide de Gizé foi construída em perfeito alinhamento com as estrelas, em especial Sirius. A luz dessas estrelas foi dito ser usado em cerimônias de Mistérios Egípcios.

“Este povo antigo (egípcios) sabia que uma vez por ano o Sol pai estava em linha com a estrela do cão. Portanto, a Grande Pirâmide foi construída de modo que, neste momento sagrado, à luz da Estrela do Cão caiu sobre a praça “Pedra de Deus” na extremidade superior da Grande Galeria, descendo sobre a cabeça do sumo sacerdote, que recebeu a Super Solar Força e buscou através de seu próprio Corpo Solar aperfeiçoado transmitir aos outros Iniciados esse estímulo adicional para a evolução da sua divindade. Este então era o objetivo da ‘Pedra de Deus ‘, enquanto no Ritual, Osíris sentava-se a outorgar a ele (a iluminar) a coroa Atf ou luz celestial.””Norte e Sul da coroa é o amor”, proclama uma hino egípcio. “E assim todo o ensino do Egito era a luz visível, mas a sombra da luz invisível, e na sabedoria do antigo país as medidas de verdade foram os anos do Altíssimo. 
Marshall Adams, The Book of the Master 
Sirius em Simbolismo Oculto e Sociedades Secretas
A alegação de que Sirius é “importante” para as ordens herméticas seria uma subestimação grosseira. A estrela do cão não é nada menos do que o foco central dos ensinamentos e simbolismo de sociedades secretas. A maior prova deste fato: muitas sociedades secretas são realmente o nome da estrela.
No Tarô

”O décimo sétimo trunfo numerado principal é chamado Les Étoiles (francês para Estrela), e retrata uma jovem ajoelhada com um pé na água e seu corpo um pouco sugerindo a suástica. Ela tem duas urnas, o conteúdo que ela derrama sobre a terra e o mar. Acima da cabeça da menina há oito estrelas, uma das quais é excepcionalmente grande e brilhante. Contagem de Gébelin considera a grande estrela a Sothis ou Sirius, os outros sete, são planetas sagrados dos antigos. Ele acredita que a figura feminina a Isis no ato de causar as inundações do Nilo, as quais acompanharam a ascensão da estrela do cão. A figura despida de Ísis pode significar que a natureza não recebe suas vestes de verdura, até a subida das águas do Nilo liberarem o germe de vida de plantas e flores.”

 Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages 
Na Maçonaria
 Em lojas maçônicas, Sirius é conhecida como a “Estrela Ardente” e um simples olhar para sua proeminência no simbolismo maçônico revela a sua importância. O autor maçom William Hutchinson escreveu sobre Sirius “. É o objeto primeiro e mais exaltado que exige a nossa atenção na Loja” Da mesma forma que a luz de Sirius fez o seu caminho para a Grande Pirâmide durante as iniciações, está simbolicamente presente em Lojas Maçônicas.
 “Os antigos astrônomos viram todos os grandes símbolos da Maçonaria nas Estrelas. Sirius brilha em nossas lojas como a Estrela Flamejante. “
Albert Pike, Morals and Dogma 
Sírius, a Estrela Flamejante, no centro do piso mosaico maçônico.

A Estrela Flamejante que brilha sobre os membros de uma loja maçônica

“(A Estrela Flamejante), representado inicialmente SIRIUS, ou a estrela-cão, o precursor da inundação do Nilo, o deus Anúbis, companheiro de ISIS em sua busca pelo corpo de Osíris, seu irmão e marido. Então tornou-se a imagem de Hórus, o filho de Osíris, ele próprio também simbolizado pelo Sol, o autor das estações, o Deus do Tempo, filho de Ísis, que era a natureza universal, próprio da matéria primitiva, fonte inesgotável de Vida, faíscas de fogo incriado, semente universal de todos os seres. Foi Hermes, também, o Mestre do Aprendizado, cujo nome em grego é a do deus Mercúrio. “

Albert Pike, Morals and Dogma 

Na Maçonaria, é ensinado que a Estrela Flamejante é o símbolo da divindade, da onipresença (o Criador está presente em toda parte) e da onisciência (o Criador vê e sabe de tudo). Sirius, portanto, o “lugar sagrado” todos os maçons devem ascender a: É a fonte do poder divino e do destino das pessoas divinas. Este conceito é muitas vezes representado na arte maçônica.


 Maçônica arte retratando Sirius, a Estrela Flamejante, como o destino da viagem do maçom.
Para atingir a perfeição, a iniciar com sucesso deve entender e internalizar a natureza dupla do mundo (o bem e o mal, masculino e feminino, preto e branco, etc) através de metamorfose alquímica. Este conceito é simbolicamente representado pela união de Osíris e Ísis (os princípios masculino e feminino) para dar à luz Hórus, o Menino da Estrela, a figura de Cristo como, o homem perfeito da Maçonaria – que é equiparado com o Estrela Flamejante.

“O sol e a lua … representam os dois grandes princípios … o masculino e o feminino … tanto a sua luz sobre os seus descendentes, a estrela ardente, ou Horus” 

Pike, op. cit.

O hieróglifo egípcio que representa esotericamente Sírius tem sido interpretado como uma representação da trindade cósmica.

 O hieróglifo representando Sirius contém três elementos: um obelisco “fálico” (representando Osíris), um “útero” em cúpula (que representa Ísis) e uma estrela (representando Hórus).
 Este conceito é tão crucial para os maçons, que foi incluído em algumas das estruturas mais importantes do mundo.

O Monumento de Washington, um obelisco egípcio que representa o princípio masculino, está diretamente ligado com a cúpula do Capitólio, que representa o princípio feminino. Juntos, eles produzem uma energia invisível Hórus representado por Sirius. Como afirmado por Albert Pike acima, o deus egípcio Horus e da estrela Sírius são frequentemente associados. No simbolismo maçônico, o olho de Horus (ou o Olho Que Tudo Vê) é frequentemente retratado cercado pelo brilho da luz de Sirius.

Um conselho maçônico traçado representando o sol acima da coluna esquerda (representando o masculino), a lua sobre o pilar direito (representando feminino) e Sirius acima do pilar do meio, representando o “homem perfeito” ou Hórus, o filho de Ísis e Osíris. Observe o “olho de Horus” em Sirius.

O olho de Horus dentro de um triângulo (divindade que simboliza),
circundado pelo brilho de Sírius, a Estrela Flamejante.

O Olho Que Tudo Vê dentro da Estrela Flamejante na arte maçônica.
Dada a correlação simbólica entre o Olho Que Tudo Vê e Sirius, a próxima imagem se torna auto-explicativa.

A luz atrás do Olho Que Tudo Vê na nota de dólar americano não é do sol, mas de Sirius. A Grande Pirâmide de Gizé foi construída em alinhamento com Sirius e por isso é mostrado brilhando acima da pirâmide. Uma homenagem ao brilhante Sirius, portanto, nos bolsos de milhões de cidadãos.


Sirius na Cultura Popular
 As referências diretas a Sirius na cultura popular são muitas para enumerar (por exemplo, veja o nome e o logotipo da rádio por satélite mais importante do mundo). Um dos aspectos mais interessantes da cultura popular para analisar são as referências codificadas para Sirius. Importante filmes fizeram ainda marcas profundas para a estrela do cão (aparentemente destinados aos “saber”), onde o astro interpreta o papel que sempre foi dada pelos Mistérios: como um iniciador e um mestre divino. Aqui estão alguns exemplos.


No Pinóquio da Disney, baseado em uma história escrita por Carlo Collodii, um maçom, Gepetto olha para a estrela mais brilhante no céu para ter um “menino de verdade”. A Fada Azul (a cor é uma referência ao brilho de luz azul-Sirius), em seguida, desce do céu para dar vida a Pinóquio. Durante a busca da marionete de se tornar um menino (uma alegoria para a iniciação esotérica), a Fada Azul de Pinóquio guia para o “caminho certo”. Sirius é, portanto, representada como uma fonte de vida, um guia e um professor.
 A canção tema do filme Pinóquio é também uma ode a Sirius:
 Quando você desejar por uma estrela, não faz diferença quem você é
Tudo o que seu coração deseja virá para você

Se seu coração está em seus sonhos, nenhum pedido é demasiado extremo
Quando você desejar por uma estrela como sonhadores fazem

(O destino é amável, ela traz para aqueles que amam
O doce cumprimento de suas secretas saudades)

Como um parafuso fora do azul, o destino vêm e bate o pé
Quando você desejar por uma estrela, seus sonhos se tornarão realidade

Em Harry Potter, o personagem chamado Sirius Black é mais provável uma referência a Sirius B. (a mais “tenebrosa” estrela do sistema binário de Sirius). Ele é padrinho de Harry Potter, o que torna Sirius, mais uma vez, um professor e um guia. O assistente pode se transformar em um grande cão preto, uma outra ligação com a “estrela do cão”.


No Show de Truman, um holofote – usado para imitar a luz de uma estrela no mundo fake de Truman – cai do céu e quase bate nele. O rótulo em destaque a identifica como Sirius. O encontro de Truman com Sirius lhe dá um vislumbre do “conhecimento verdadeiro” e pede sua busca pela verdade. Sirius é, portanto, a “estrela de iníciação”. Fez Truman perceber as limitações do mundo estúdio de seu (nosso mundo material) e levá-lo à liberdade (emancipação espiritual).
Veja o livro neste link abaixo:
Conclusão
 Desde os primórdios da civilização até os tempos modernos, das tribos remotas da África para grandes capitais do mundo moderno, Sirius era – e ainda é – visto como um doador de vida. Apesar da disparidade entre as culturas e épocas, os mesmos atributos misteriosos são dados para a estrela do cão, o que pode levar-nos a perguntar: como pode sincronizar todas as definições de teses tão perfeitamente? Existe uma fonte comum para esses mitos sobre Sirius? A estrela do cão é invariavelmente associada com a divindade e é considerado como uma fonte de conhecimento e poder. Essas conexões são particularmente evidentes quando se examina os ensinamentos e o simbolismo das sociedades secretas, que sempre ensinaram sobre uma ligação mística com este corpo celeste particular.
Como podem ver a bandeira brasileira faz referencia uma grande loja maçom, a casa de Habsburgo, e também a própria casa de Bragança que passou a ter membros maçons com a entrada de D. Pedro I para a maçonaria em 1822, e tem como referência a estrela do paganismo, SÍRIUS. Esse é o verdadeiro simbolismo da bandeira brasileira, pesquisem mais sobre o assunto, informem-se e libertem-se!
Assista este vídeo sobre a maçonaria no comando do Brasil:

Fonte:

http://apocalink.com.br/o-verdadeiro-simbolismo-da-bandeira-do-brasil-e-sua-relacao-com-os-illuminati/

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