11 de mai de 2016

O que são as Super Terras?






São planetas que têm até 10 vezes a massa da Terra, e são grandes o suficiente para ter superfícies terrestres ou oceanos líquidos que poderiam suportar vida como a que conhecemos.Nicolas Cowan, um astrofísico da Universidade de North Western, e Dorian Abbot, um geofísico da Universidade de Chicago, criaram um novo modelo de Super-Terras, e descobriram que alguns planetas terão tanto oceanos como continentes expostos, levando a um clima estável como o da Terra.
“Seria a superfície das Super-Terras totalmente secas ou cobertas de água?”, indagou Cowan no edital. “Nós abordamos esta questão aplicando a Geofísica e a Astronomia”.Segundo a pesquisa, é possível deduzir que nas vizinhanças do Sistema Solar, a distâncias inferiores a 30 anos luz, pode haver uma centena de “Super-Terras” (planetas com massa de uma a dez vezes superior à da Terra).



Espera-se que as Super-Terras tenham oceanos profundos que transbordam e inundam toda a superfície, mas nós mostramos que isto tem lógica .Os planetas terrestres têm quantidades significativas de água no seu interior. As Super-Terras são susceptíveis de ter oceanos rasos que caminham juntos com suas bacias oceânicas superficiais.O modelo explorou as propriedades tectônicas dos planetas, descobrindo que a água está constantemente se movendo para traz e para frente entre a parte rochosa dos planetas e a parte de oceano. A divisão de água entre o mar e o manto é controlada pela pressão do fundo do mar, a qual é proporcionada pela gravidade.Quanto maior o planeta, maior é a gravidade e a pressão no fundo do mar.

“Podemos colocar 80 vezes mais água em uma Super-Terra, e ainda se parecer como a superfície da Terra”, disse Cowan. “Estes planetas massivos têm uma enorme pressão no fundo do mar, e esta força empurra a água para o manto”.As temperaturas da superfície do planeta são arbitradas pelo ciclo de carbono na profundeza, o qual produz um clima estável. Ao fazer testes de Super-Terras com 80 vezes mais chances de terem continentes expostos, temos melhorado muito as chances de possuírem um clima parecido com o da Terra.Esta foi a primeira vez que foi medida de forma direta a frequência de Super-Terras em torno de anãs-vermelhas, que representam 80% das estrelas de nossa galáxia.

AS ANÃS VERMELHAS E A SUPER TERRA


Cerca de 40% de todas as estrelas anãs-vermelhas têm uma Super-Terra orbitando em sua zona de habitabilidade, uma região que permite a existência de água líquida sobre a superfície do planeta. Segundo o astrônomo do Observatório de Ciências do Universo de Grenoble (França), como as anãs vermelhas são muito comuns – há 160 bilhões delas na Via Láctea -, pode-se concluir que “há dezenas de bilhões de planetas deste tipo só em nossa galáxia”.Durante as observações, realizadas durante um período de seis anos no hemisfério sul a partir de uma amostra composta por 102 estrelas anãs-vermelhas, os cientistas descobriram um total de nove Super-Terras.Os astrônomos estudaram a presença de diferentes planetas em torno de anãs-vermelhas e conseguiram determinar que a frequência de Super-Terras na zona de habitabilidade é de 41% em uma categoria que vai de 28% a 95%.Por outro lado, os planetas gigantes – similares em massa a Júpiter e Saturno no nosso Sistema Solar – não são tão comuns ao redor de anãs-vermelhas, com uma presença inferior a 12%.







Segundo Stéphane Udry, do Observatório de Genebra, “a zona de habitabilidade em torno de uma anã-vermelha, onde a temperatura é apta para a existência de água líquida na superfície, está mais perto da estrela do que no caso da Terra em relação ao Sol”;mas as anãs-vermelhas são conhecidas por estarem submissas á erupções estelares ou labaredas, o que inundaria o planeta de raios-X ou radiação ultravioleta: isso tornaria mais difícil a existência de vida”, acrescentou.Por sua vez, Xavier Delfosse, do Instituto de Planetologia e Astrofísica de Grenoble, indicou que agora que se conhece a existência de muitas Super-Terras próximas, espera-se que algum desses planetas passe em frente à sua estrela anfitriã durante sua órbita em torno desta.Isso abrirá a excitante possibilidade de estudar a atmosfera destes planetas e buscar sinais de vida.Um dos planetas descobertos pelo espectrógrafo Harps é Gliese 667 Cc, o mais parecido com nosso planeta, e que com quase certeza reúne as condições adequadas para a presença de água líquida em sua superfície.



UM NOVO OLHAR SOBRE A FORMAÇÃO DO NOSSO SISTEMA SOLAR

Muito antes de Mercúrio, Vênus, Terra e Marte terem se formado, parece que o sistema solar interior pode ter abrigado uma série de super-Terras – planetas maiores que a Terra, mas menores do que Netuno. Se assim for, esses planetas já se foram há muito tempo – se despedaçaram e caíram no sol há bilhões de anos, em grande parte devido a uma grande jornada de ida e volta que Júpiter fez no início da história do sistema solar.

Este cenário tem sido sugerido por Konstantin Batygin, cientista planetário do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), e Gregory Laughlin, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, em um artigo publicado na edição online da revista “Proceedings”, da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Os resultados de seus cálculos e simulações sugerem a possibilidade de uma nova imagem do início do sistema solar que ajudaria a responder a uma série de questões pendentes sobre a composição atual do sistema e da própria Terra.

Por exemplo, o novo trabalho aborda por que nossos planetas terrestres têm massas relativamente baixas em comparação com os planetas que orbitam outras estrelas semelhantes ao sol.

Nosso trabalho sugere que a migração para dentro e para fora de Júpiter poderia ter destruído uma primeira geração de planetas e preparado o terreno para a formação dos planetas terrestres com depleção de massa que o nosso sistema solar tem hoje”, diz Batygin, que é professor assistente de ciência planetária. “Tudo isso se encaixa muito bem com outros desenvolvimentos recentes na compreensão de como o sistema solar evoluiu”.



Um trio de planetas chamados super-Terras foram vistos orbitando uma estrela similar ao Sol, anunciaram astrofísicos  em uma conferência internacional da França. As várias descobertas apresentadas indicam que a existência de planetas no universo é muito comum.As Super-Terras são mais massivas do que a Terra, mas menos massivas que Urano ou Netuno. Encontrar planetas do mesmo tamanho da Terra é difícil com a tecnologia atual, mas a presença de super-Terras sugere que encontrar um planeta como o nosso é apenas questão de tempo.A equipe localizou o trio com o telescópio HARPS em La Silla, no Chile. Eles deduziram a existência dos planetas ao observar os efeitos gravitacionais destes mundos na estrela que orbitam. Este método é chamado de técnica de velocidade radial, ou balanço.

Adicionalmente os astrônomos  contaram cerca de 45 novos candidatos com massa abaixo de 30 vezes a massa da Terra e um período orbital menor do que 50 dias. Os pesquisadores disseram que essa enxurrada implica que uma, a cada três estrelas similares ao sol, abrigam este tipo de planetas.A estrela central do atual trio, a HD 40307, é levemente menos massiva do que o Sol, e está localizada a 42 anos-luz de distância, em direção das constelações Pictor e Doradus do sul. (Um ano-luz é a distância que a luz percorre em um ano, ou seja, cerca de 9,64 trilhões de quilômetros).

 A COLUNA VERTEBRAL DO UNIVERSO



Esta ilustração mostra como o Hubble busca por bárions ou matéria normal ao olhar para a luz emitida por quasares a muitos bilhões de anos-luz de distância


Astrônomos encontraram matéria no espaço profundo que nunca havia sido vista e disseram que se entrelaça em filamentos similares ao de teias que formam a coluna vertebral do universo.

Os fios etéreos, formado de átomos de hidrogênio e oxigênio, podem formar a metade da matéria que os cientistas sabiam que existia, mas simplesmente não conseguiam ver, disseram os pesquisadores.Os cientistas sabem á muito tempo que há muito mais matéria no universo do que é possível observar nas galáxias e estrelas. Não há apenas matéria bariônica invisível (os prótons e nêutrons que formam os átomos), mas também há uma quantidade ainda maior de matéria “escura” invisível.Agora metade da matéria bariônica invisível apareceu, vista pelo telescópio espacial

Hubble e o FUSE, ambos da NASA.”Nós pensamos que estamos vendo os fios de uma estrutura similar ao de uma teia, que forma a medula do universo”,

disse Mike Shull da Universidade do Colorado (EUA), que colaborou na coordenação do estudo publicado na revista científica The Astrophysical Journal.A matéria está espalhada na forma de oxigênio e hidrogênio superaquecidos, no que antes pareciam vastos espaços vazios entre as galáxias.

A Agência Espacial Européia (ESA) decidiu iniciar um programa de pesquisa que tem como objetivo construir um pequeno satélite cuja missão será estudar planetas de outras estrelas para poder compreender sua formação, especialmente a dos que têm tamanhos muito superiores ao da Terra.

O satélite de prospecção e caracterização de exoplanetas, batizado de Quéops, deverá ser lançado em 2017.

Seu alvo serão estrelas próximas e brilhantes que têm planetas girando em sua órbita, nas quais se pretende buscar sinais que revelem a trajetória desses planetas para que quando o Quéops estiver diante deles tome medidas precisas, por exemplo, de seu raio.

Nos planetas de que se sabe a massa, se poderá calcular sua densidade, o que oferecerá indicações de sua composição. Com todos esses dados, os cientistas esperam avançar na análise de como se formaram os planetas várias vezes maiores que o nosso, chamados de “Super Terras”.

Astrônomos detectaram um planeta alienígena que pode ser capaz de suportar vida como a conhecemos.A  assim chamada “Super-Terra” catalogado como HD 40307g, está localizado dentro da zona habitável da estrela hospedeira, á uma pequena  distância onde a 

água líquida pode existir na superfície de um mundo. E o planeta está a apenas 42 anos-luz de distância da Terra, o que significa que os telescópios do futuro poderão ser capazes de obter uma imagem diretamente, disseram os pesquisadores.   “Quanto maior o tempo da órbita do novo planeta, significa que seu clima e atmosfera pode ter a capacidade de sustentar a vida”, diz o co-autor Hugh Jones, da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra,

fonte: J. Pinfield, para a rede RoPACS na Universidade de Hertfordshire.space.com

VIA LÁCTEA TEM BILHÕES DE PLANETAS SUPOSTAMENTE HABITÁVEIS

Uma equipe internacional de astrônomos descobriu que a Via Láctea abriga dezenas de bilhões de planetas rochosos que giram em torno de anãs vermelhas – estrelas cuja massa é menor que a do Sol.

Acham mesmo que estamos sózinhos no universo? Um recém-concluído estudo, publicado na revista científica “Astrophysical Journal Letters”, aponta que talvez existam nada mais nada menos do que 60 bilhões de planetas habitáveis orbitando estrelas anãs vermelhas em toda a Via Láctea.Anteriormente, acreditava-se que da chamada zona habitável dessas estrelas possuía metade de planetas em condições de abrigar vida. Para efeitos de comparação, é como se, para cada ser humano que habita nossa Terra, houvesse 8,5 planetas potencialmente habitáveis soltos por aí.O motivo para Essa atualização do cálculo foi a reavaliação feita pela equipe de cientistas dos limites das zonas habitáveis ​em torno das anãs vermelhas. Essas estrelas são menores e mais fracas do que o sol e possuem temperaturas relativamente baixas na sua superfície.Com base em simulações do comportamento das nuvens sobre os planetas extrassolares, anteriormente ignoradas nos cálculos, a equipe de astrofísicos descobriu novos parâmetros para a definição dos limites de uma zona habitável em torno das já mencionadas estrelas anãs vermelhas.A equação para o cálculo da zona habitável de planetas alienígenas mantém-se a mesma há décadas. No entanto, essa fórmula não levava em consideração as nuvens, que exercem uma grande influência climática.


O pesquisador Dorian Abbot, da Universidade de Chicago (EUA), explica como o comportamento das nuvens acaba expandindo considerávelmente o tamanho dessas zonas. “As nuvens causam tanto aquecimento quanto resfriamento na Terra. Elas refletem a luz solar para esfriar o ambiente e absorvem a radiação infravermelha da superfície para esquentá-lo por meio do efeito estufa”. Abbot conclui: “Esse esquema é parte do que mantém o planeta quente o suficiente para abrigar vida”.Trocando em miúdos, em vez de haver, em média, um planeta do tamanho da Terra na zona habitável de cada estrela anã vermelha, na realidade existem aproximadamente dois. Fazendo as contas, isso significa que existem cerca de 60 bilhões de planetas habitáveis ​​que orbitam anãs vermelhas na Via Láctea.

Você pode estar se perguntando: “Como podem essas estrelas anãs vermelhas, relativamente pequenas e fracas, serem orbitadas por dois planetas habitáveis, sendo que o sol, maior e mais forte do que elas, só é orbitado pela Terra?”. A diferença é que o nosso planeta demora um ano inteiro para dar a volta no sol, como  bem lembramos das aulas de Geografia. No caso desses planetas, o tempo é bem mais curto.“Um planeta que orbita em torno de uma estrela anã deve completar a volta uma vez por mês ou uma vez a cada dois meses, aproximadamente, para receber a mesma quantidade de luz solar que nós recebemos do sol”, esclarece um dos autores do estudo, Nicolas Cowan, do Centro Interdisciplinar de Exploração e Pesquisa em Astrofísica da Universidade do Noroeste dos Estados Unidos.Planetas de órbitas tão curtas acabariam por se tornar presos ao seu sol devido à gravidade. Outro detalhe é que esses planetas manteriam sempre o mesmo lado voltado para o sol, como a lua faz em direção à Terra. Nesse locais, o sol ficaria sempre a pino, como se fosse eternamente meio-dia. O estudo, realizado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) , contou com dados obtidos pelo espectrógrafo Harps, o “caçador de planetas” instalado em um telescópio de 3,6 metros do observatório La Silla, no Chile. Estudo identificou que 40% de todas as estrelas anãs-vermelhas têm um planeta com composição parecida com a Terra.

A uma distância de 4 bilhões de anos-luz existe um superaglomerado de galáxias, chamado de “Aglomerado de Pandora”, ou Abell 2744, com uma massa tremenda. No meio dele, ficam os restos de galáxias mortas.Examinando este grupo, o Hubble registrou a luz fraca de estrelas expulsas de antigas galáxias que foram feitas em pedaços por forças de maré gravitacional alguns bilhões de anos atrás.São estrelas que não fazem parte de nenhuma galáxia atualmente, mas os exames feitos sugerem que elas pertenceram a pelo menos seis galáxias que se aproximaram demais do centro do aglomerado, e foram despedaçadas pelas intensas forças no local, durante um período de 6 bilhões de anos. Algumas das galáxias que foram destruídas eram tão grandes quanto a nossa Via Láctea.Os astrônomos já suspeitavam da existência destas estrelas e esperavam encontrar a luz delas, mas como se tratam apenas de estrelas em um grupo de galáxias brilhantes, elas são ofuscadas pelo brilho das galáxias, e muito difíceis de identificar.Entretanto, a luz destas estrelas tem uma característica única: brilha muito no infravermelho próximo, e o Hubble é bastante sensível a luz infravermelho mesmo extraordinariamente fraca. Desta forma, os astrônomos conseguiram identificar esta luz e obter algumas propriedades das estrelas a partir destas medições.A medição da luz das estrelas fantasmas mostrou que elas são ricas em elementos mais pesados como oxigênio, carbono e nitrogênio, o que indica que são estrelas de segunda ou terceira geração. Uma estrela de segunda ou terceira geração se forma a partir de uma nebulosa molecular que contém elementos mais pesados, com mais prótons que o hidrogênio, e são o resultado de uma supernova.


TRES PLANETAS HABITÁVEIS SÃO DESCOBERTOS ORBITANDO UMA ESTRELA-MÃE

Um estudo de colaboração internacional descobriu três planetas potencialmente habitáveis – um recorde – orbitando a mesma estrela.Estudos anteriores haviam sugerido que uma estrela próxima à Terra, Gliese 667C, tinha três planetas em sua órbita, dos quais apenas um podia suportar a vida. Localizada a cerca de 22 anos-luz de distância, Gliese 667C faz parte de um sistema de três estrelas – a vizinhança é uma das mais populosas do planeta.

Guillem Anglada-Escudé da Universidade de Göttingen, na Alemanha e seus colegas reanalisaram os dados originais e adicionaram novas observações. Eles encontraram, na realidade, evidências de até sete planetas nesse sistema, incluindo três rochosos na zona habitável da estrela, onde as temperaturas são adequadas para a vida como a conhecemos.Cinco dos planetas foram sólidamente detectados por qualquer padrão”, explica Anglada-Escudé. “Isso inclui todos os três candidatos da zona habitável”.Esta é a primeira vez que três planetas de baixa massa são vistos na zona habitável de um mesmo sistema de estrelas, e é improvável que os astrônomos encontrarão mais– a região em torno de Gliese 667C já está lotada, o que torna impossível para outro planeta orbitar de forma estável.“O número de planetas potencialmente habitáveis em nossa galáxia é muito maior se pudermos esperar encontrar vários deles em torno de cada estrela – em vez de olhar para 10 estrelas, podemos olhar para apenas uma e encontrar vários deles”, argumenta Rory Barnes, da Universidade de Washington (EUA).

Alienígenas visitando alienígenas visitando alienígenas

A equipe usou três espectrógrafos diferentes que podem detectar estrelas e planetas para observar o sistema. Gliese 667C é a estrela mais fraca do sistema triplo. Da superfície dos planetas em órbita em torno de Gliese 667C, as duas estrelas mais brilhantes seriam tão brilhantes quanto a lua cheia à noite e ainda brilhariam visivelmente durante o dia.

Os cinco sinais mais fortes registrados pela equipe foram de planetas com 1,94 a 5,94 vezes a massa da Terra e menores que Netuno, o que os fez sugerir que são rochosos.

Três estão dentro do que chamamos de zona habitável da estrela (uma órbita do tamanho de Mercúrio em torno do sol), uma distância adequada para garantir elementos como temperatura e água líquida para suportar a vida. Gliese 667C é mais fria e menos brilhante do que o nosso sol, o que torna possível para planetas com órbitas próximas permanecerem nesta zona.

Estes três mundos estão perto o suficiente um do outro para que qualquer vida inteligente lá com capacidade de construir foguetes possa facilmente visitar seus vizinhos. “Foguetes maiores os levariam muito rÁpidamente de um planeta para o outro – um a dois meses, no máximo”, diz Anglada-Escudé.

O próximo passo é encontrar uma forma de observar esses mundos à procura de sinais de vida – supondo que o novo trio de planetas habitáveis é mesmo real. Em 2010, dois pesquisadores foram aclamados e criticados(?) quando alegaram ter encontrado o primeiro planeta rochoso potencialmente habitável em torno da estrela Gliese 581 – uma descoberta que outros não foram capazes de confirmar.

Mas Anglada-Escudé não está preocupado: “Nós fizemos questão de ter muito cuidado e certeza neste momento”.


Como é o pôr-do-sol da Terra, e como seria nos três planetas da zona habitável da estrela

MAIS DESCOBERTAS DE RESTOS DE PLANETAS EXTINTOS

Uma equipe de pesquisadores liderada por Jay Farihi, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriu duas estrelas mortas, localizadas a 150 anos-luz da Terra, contaminadas com detritos que podem formar novos mundos. O material pode ser sido capturado de planetas extintos. “Nós identificamos evidências químicas para os blocos de construção dos planetas rochosos”, disse Farihi.A descoberta foi feita através do Telescópio Espacial Hubble, da NASA/ESA. Os cientistas estudaram duas estrelas anãs brancas mortas no aglomerado de Hyades, um agrupamento de estrelas com 625 milhões de anos de idade, na constelação de Touro. Eles buscaram sinais de formação de planetas neste tipo de estrelas, e Farihi afirma: “Quando essas estrelas nasceram, elas construíram os planetas, e há uma boa chance de que atualmente elas retenham alguns fragmentos. O material que estamos vendo é uma prova disso”.


Normalmente, as anãs brancas são como pedaços de papel em branco, contendo apenas elementos leves, como hidrogênio e hélio”, explica o pesquisador. Ele ainda ressalta que as atmosferas das anãs brancas são normalmente bastante “limpas”, com elementos mais pesados aglomerados no núcleo.

O que eles descobriram com as observações do Hubble é que o silício – elemento de bastante destaque no material rochoso que formou a Terra – foi encontrado na atmosfera de duas anãs brancas. “O silício pode ter vindo de asteroides que foram fragmentados pela gravidade das anãs brancas, quando passou muito perto das estrelas mortas”, acrescenta Fahiri.Os pesquisadores também identificaram altos níveis de carbono, que ajuda a determinar as propriedades e origem de fragmentos planetários, e geralmente está esgotado ou ausente em material parecido com a Terra.O material pode ser proveniente dos restos de planetas rochosos que se formaram quando essas estrelas nasceram. Após as estrelas reduzirem-se em anãs brancas, elas podem ter capturado de volta parte desses detritos, os mantendo em órbita ou fazendo-os colidir com sua atmosfera, uma vez que sua força gravitacional se tornou maior.



ENCONTRADO SISTEMA SOLAR COM SETE PLANETAS SIMILAR AO NOSSO

Ao analisar informações coletadas pela sonda espacial Kepler, da NASA, cientistas descobriram um sistema solar composto por uma estrela principal orbitada por sete planetas, o segundo maior (depois do nosso) já encontrado até agora.Do conjunto (localizado a cerca de 2,5 mil anos-luz daqui), dois planetas têm o tamanho aproximado da Terra, três são “super-Terras” (que têm massa considerávelmente maior que a do nosso planeta, mas menor que a do sol) e os demais são muito maiores.Os planetas menores orbitam próximo à estrela principal (nomeada KIC 11442793), enquanto os demais orbitam a uma distância parecida com a que separa a Terra e o sol – um aspecto que torna esse sistema solar bastante, digamos, apertado.

NASA descobre sistema solar parecido com o nosso, só que MUITO MAIS ANTIGO

Astrônomos detectaram planetas rochosos parecidos com a Terra ao redor de uma estrela que tem pelo menos 11,2 bilhões anos de idade, mais de duas vezes a idade do nosso próprio sistema solar.

A equipe internacional da Universidade de Birmingham (Reino Unido) observou KOI-3158, uma estrela laranja-amarelada que fica a cerca de 117 anos-luz de distância de nós, na constelação de Lyra.Analisando dados do telescópio espacial Kepler, da NASA, eles notaram que esta antiga estrela pobre em metais abriga cinco planetas de massa como a da Terra, cuja origem remonta aos primórdios da Via Láctea.“Esta é a confirmação de que planetas do tamanho da Terra tem-se formado durante a maior parte da história da galáxia”, disse Tiago Campante, astrônomo da Universidade de Birmingham e principal autor do estudo.As implicações de encontrar o tipo terrestre em sistemas com tal idade podem ser surpreendentes. Se a vida evoluiu tão cedo na história da nossa galáxia, já teria tido pelo menos 10 bilhões de anos para ficar potencialmente muito inteligente. Em comparação, o nosso sol tem apenas 4,56 bilhões anos de idade, e a vida microbiana na Terra surgiu 3 a 4 bilhões de anos atrás, estima-se.Na verdade, o tamanho dos planetas e sua potencial composição são estranhamente parecidos com nosso próprio sistema solar. Três planetas intermediários do sistema recém-descoberto são do tamanho de Marte e o planeta mais externo é um pouco menor do que Vênus, enquanto o planeta mais interno é do tamanho de Mercúrio.

Os cinco planetas rochosos orbitam sua estrela-mãe em menos de 10 dias; menos de um quinto da distância de Mercúrio do sol. Por conta disso, eles parecem quentes demais para ser hospitaleiros para a vida como a conhecemos.Mesmo assim, os resultados da equipe provávelmente irão ajudar a mudar como vemos a formação de planetas terrestres dentro da Via Láctea.“A descoberta de um sistema como KOI-3158 aumenta o censo potencial dos mundos tipo Terra, talvez até de forma dramática”, disse Campante. “Isto certamente sugere que não existem obstáculos físicos fundamentais para a formação de análogos da Terra mais cedo na história da galáxia”.

Se encontrar tais planetas antigos tornar-se uma tendência, em breve poderemos inferir que a vida inteligente extraterrestre deve se assemelhar a um Matusalém cósmico.“Nós ainda não sabemos quão provável é que civilizações tecnológicas e inteligentes se formem em planetas habitáveis. Mas, por si só, esta descoberta aumenta as chances de que não estamos sozinhos”, completa Travis Metcalfe, astrônomo do Instituto de Ciência Espacial em Boulder (EUA), um dos coautores do estudo
Brilho misterioso é fotografado no planeta Ceres

Uma imagem tirada pela sonda Dawn, da agência espacial norte-americana NASA, encontrou dois pontos brilhantes no planeta anão Ceres.Ceres encontra-se em um cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. A área brilhosa foi vista anteriormente em 2004, em uma imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble. Porém, novas fotografias mostram que há, na verdade, dois pontos luminosos, e os cientistas não sabem o que os está causando.Os pontos podem ter origem vulcânica, mas vamos ter de esperar por uma imagem de melhor resolução antes de podermos fazer essas interpretações geológicas”, disse Chris Russell, principal pesquisador da missão Dawn baseado na Universidade da Califórnia, em Los Angeles (EUA).

A imagem mais recente foi feita em 19 de fevereiro de uma distância de cerca de 46 mil quilômetros. Dawn deve entrar em órbita em torno de Ceres em breve, o que promete imagens ainda mais nítidas das manchas misteriosas.O ponto mais brilhante continua a ser demasiado pequeno para nossa câmera, mas, apesar de seu tamanho, é mais brilhante do que qualquer outra coisa em Ceres. Isso é verdadeiramente inesperado e ainda um mistério para nós”, disse Andreas Nathues, do Instituto Max Planck para a Investigação do Sistema Solar em Göttingen, Alemanha.

Ceres tem 950 quilômetros de diâmetro.De acordo com informações da NASA, o pequeno objeto tem mais em comum com a Terra e Marte do que seus vizinhos rochosos. Há sinais de que Ceres contém grandes quantidades de água congelada abaixo de sua superfície.Usando o Observatório Espacial Herschel, cientistas encontraram evidências de vapor de água no planeta anão. O vapor pode ser produzido por criovulcões ou por sublimação do gelo perto da superfície. Isto prova que Ceres tem uma superfície e uma atmosfera geladas. Os astrônomos estimam que, se Ceres for composto de 25% água, pode ter mais água do que toda a água doce da Terra.
Fonte;NPR


ENCONTRAREMOS VIDA FORA DA TERRA EM BREVE?

Desde a Grécia antiga, uma pergunta atormenta filósofos, teólogos e cientistas: “Estamos sós no universo?”. Agora, eles têm razões e tecnologia para crer que essa questão será respondida em um futuro próximo(?!).Descobrimos o primeiro exoplaneta (planeta a orbitar outra estrela, que não o sol) em outubro de 1995, sendo sua estrela-mãe a 51 Pegasi B, informalmente conhecida como Belerofonte. Desde o avistamento de Belerofonte até as descobertas seguintes, os únicos dados sobre esses mundos distantes eram seus efeitos gravitacionais, órbita e massa. Logo, não havia nada que pudesse indicar aos astrônomos sinais de vida.Considerando a idéia de que “ETs” façam contato conosco, outra forma de descobrir vida extraterrestre fora do sistema solar seria através de bioassinaturas nas atmosferas de mundos distantes. Por exemplo, através da detecção de moléculas altamente reativas, como o oxigênio, que desaparecem rápidamente, a menos que o metabolismo de algum organismo reabasteça o estoque desse elemento.No entanto, para obter esse tipo de dado, necessitamos de uma imagem precisa da atmosfera desses exoplanetas – o que levou a Nasa a investir alguns bilhões de dólares para orçar o telescópio orbital Terrestrial Planet Finder (Descobridor de Planetas Terrestres), previsto para 2020.


O grande número de descobertas de exoplanetas inspirou uma nova geração de cientistas, e com eles um campo da ciência relativamente novo ganhou foco: a Exoplanetologia.Em 2001, pesquisadores identificaram sódio na atmosfera de um exoplaneta chamado HD209458 b. Desde então, já foram encontrados metano, dióxido de carbono, monóxido de carbono e água em outros planetas. O próximo passo será estender essas técnicas para investigar moléculas que forneçam evidências de vida extraterrestre.

Os alvos dos próximos estudos serão mundos menores, presumidamente rochosos, chamados de “super-terras”, geralmente com massa entre duas e dez vezes a da Terra.Com as descobertas do telescópio Kepler, ficou claro que temos mais de 100 planetas e milhares de candidatos para analisar, como o Kepler 22b, o Kepler 62-E e o 62-F, e os Gliese 667C c, f e e, além de outras super-terras em órbitas dentro da zona habitável de suas estrelas (onde a temperatura é compatível com a da Terra). Com esse grande número de mundos receptivos à vida, e conforme as técnicas para pesquisas atmosféricas avançam, os astrônomos estão convencidos de que encontraremos bioassinaturas em algum exoplaneta em breve.
Fonte;Scientific American Brasil, agosto de 2014, edição n. 135, Space.com

FOTOS DO TELESCÓPIO KEPLER-ALGUNS EXOPLANETAS JÁ DESCOBERTOS

Exoplanetas habitáveis

Essa imagem ilustra alguns dos exoplanetas descobertos pela NASA  com possibilidades de serem habitáveis; Da esquerda para a direita, temos Kepler-22b, Kepler-69c, Kepler-62e, Kepler-62F e a Terra. A concepção artística apareceu no site Industry Tap.

O exoplaneta 81 Ceti b, classificado como um “Super Júpiter”, está a 317 anos-luz de distância de nós na constelação de Cetus (constelação da Baleia).


Essa imagem mostra o entorno da jovem estrela Beta Pictoris, a 63 anos-luz da Terra. Foi divulgada pela NASA.



O exoplaneta HD 102272 c fica a 1.200 anos-luz de distância da Terra na constelação de Leão. Foi descoberto em junho de 2008.

UM NOVO EXOPLANETA



O planeta chama-se Kepler-186f, o que significa que ele orbita a estrela Kepler-186, e é o quinto mais próximo da sua estrela. Por enquanto, não se sabe qual a sua massa ou composição, mas sabemos que ele tem 1,1 vezes o tamanho da Terra, e tem uma órbita de 130 dias.Apesar de estar na zona habitável, Kepler-186f recebe de sua estrela apenas um terço da energia que a Terra recebe do sol, o que coloca o planeta quase na borda da zona habitável. A luz do meio-dia neste planeta deve ser comparável à luz na Terra uma hora antes do pôr-do-sol.Mesmo recebendo 1/3 da energia e tão pouca luz, não dá para dizer qual a temperatura na superfície do planeta, já que esta depende da composição da atmosfera, que é ainda desconhecida.A estrela Kepler-185 é uma estrela anã e está a 500 anos-luz do sol, na constelação de Cygnus. Cerca de 70% das estrelas da Via Láctea são deste tipo. Com idade estimada em mais de 4 bilhões de anos, as perspectivas do planeta poder sustentar vida são boas.Foram encontrados até agora cinco planetas orbitando Kepler-186, os quatro primeiros com órbitas durando 4, 7, 13 e 22 dias – eles estão muito próximos da estrela para que a água permaneça líquida na sua superfície. Também são muito quentes e tem tamanho não maior que 1,5 vezes o tamanho da Terra.
Fonte;Nasa JPL, NASA Ames, Space.com

Astronautas que falam sobre vida fora da Terra e a presença alienígena entre nós

Em entrevista concedida a um programa de rádio realizado por Nick Margerrison nos Estados Unidos, o ex-astronauta Edgar Mitchell, agora com 77 anos, que foi um dos três astronautas integrantes da missãoApollo 14 em 1971, inclusive detendo o recorde do astronauta com maior tempo de permanência em caminhadas na superfície lunar durante as missões Apollo, fez algumas revelações surpreendentes. Assegurou que durante essa e outras missões tripuladas, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) teve contato com entidades extraterrestres reais.Ainda segundo Mitchell, “nossa tecnologia não chega nem à sola dos sapatos da que eles têm”, e ainda afirmou que “não são hostis, porque se fossem, já teríamos desaparecido da face da Terra” e “Os fatos foram ocultados por nossos governantes durante 60 anos, mas pouco a pouco vão filtrando informações”.

Esse ex-astronauta, que foi a sexta pessoa a pisar sobre a superfície lunar, defende de maneira irredutível a existência de civilizações extraterrestres e está seguro de que durante sua época em que trabalhava na NASA, numerosos Ufos foram avistados em órbita acompanhando as missões espaciais e que também foram e são observados em todos os continentes da Terra. Ele crê, inclusive, que o Caso Roswell é totalmente verdadeiro, e que continuam pesquisando casos similares.
No entanto, a NASA desmentiu rápidamente estes comentários. Num comunicado oficial um porta-voz da agência espacial disse que “A NASA não esta envolvida em nenhuma ocultação de vida extraterrestre neste planeta nem no universo. O doutor Mitchell é um grande americano, mas não compartilhamos suas opiniões neste sentido”. Ao saber da declaração, Mitchell comentou: “Ufa, ainda bem que ainda me consideram um grande americano. Compartilhem ou não, o certo é que os extraterrestres estão aí fora, só não enxerga quem não quer ver”.
Estas declarações colocam ainda mais mistério sobre a questão da existência de vida fora da Terra, ou pelo contrário, lançam mais luzes sobre esse assunto? Tirem as suas próprias conclusões.
Veja esta entrevista com ex-astronauta Edgard Mitchell e outros, no canal do The History a partir do Portal da Ufologia Brasileira: http://www.ufo.com.br/noticias/astronautas-que-falam-sobre-vida-fora-da-terra-e-a-presenca-alienigena-entre-nos
Gordon Cooper (1927-2004)
Em 1995, confirmado pela pauta de reuniões da Organização das Nações Unidas (ONU), o ex-astronauta Gordon Cooper, que foi um dos primeiros astronautas a orbitarem a Lua, compareceu diante de um grupo de assessores dessa entidade presidida pelo então secretário geral Kurt Waldheim para fazer uma declaração ou advertência: “Acredito que veículos extraterrestres e suas tripulações estão nos visitando vindos de outros planetas e que são tecnicamente mais avançados do que nós. Considero que necessitamos de um programa de alto nível para recolher e analisar a informação referente a qualquer tipo de contato e para determinar a melhor forma de relacionamento amistoso com esses visitantes”, e também: “Em 1951, durante dois dias tive a oportunidade de observar muitos objetos de diferentes tamanhos que voavam em formação a uma altura muito superior da que podíamos alcançar”. Este ex-astronauta e um dos pioneiros da exploração espacial dos Estados Unidos, que tinha alcançado um recorde um voo no espaço por 34 horas, admitiu perante vários dos homens dentre os chefes das nações mais poderosas do mundo que tinha se encontrado com objetos extraterrestres.
Assista uma entrevista com o ex-astronauta e coronel Gordon Cooper sobre o incidente em 1951 e muitos outros avistamentos: http://www.ufo.com.br/noticias/astronautas-que-falam-sobre-vida-fora-da-terra-e-a-presenca-alienigena-entre-nos
Eugene Cernan
Numa edição do jornal Los Angeles Times durante o ano de 1973, o agora ex-astronauta e comandante da última missão na Lua (Apollo 17), Eugene Cernan, declarou: “Tenho sido perguntado sobre Ufos e tenho dito em público que eu acho que são de alguma outra civilização”.
Edwin Aldrin
Veja este vídeo com uma entrevista sobre a vida fora da Terra com ninguém menos do que o segundo homem a pisar na superfície da Lua, o astronauta piloto do módulo lunar da Apolo 11 –Edwin “Buzz” Aldrin: http://www.ufo.com.br/noticias/astronautas-que-falam-sobre-vida-fora-da-terra-e-a-presenca-alienigena-entre-nos
Neil Armstrong
Encontrei num recorte antigo um trecho de uma declaração do primeiro homem a pisar na Lua, o ex-astronauta Neil Armstrong sobre a vida fora da Terra: “A NASA estava trabalhando duro naquela época, e não podia arriscar causar um pânico na Terra”.
Victor Afanasyev
Cosmonautas russos também fizeram declarações sobre a existência de vida fora da Terra. Em abril de 1979, Victor Afanasyev relatou sobre uma observação após o lançamento da sua cosmonave na base de Baikonur: “O objeto tinha 40 m de comprimento, era largo de um lado e estreito do outro”. Declarou também sobre o mesmo avistamento: “Algumas partes tinham projeções como pequenas asas, mas ele permaneceu muito próximos de nós. Nós o fotografamos e descobrimos que estava à aproximadamente 25 m de distância”.
Veja imagens dos astronautas e assista todos os vídeos no Portal da Ufologia Brasileira, link:http://www.ufo.com.br/noticias/astronautas-que-falam-sobre-vida-fora-da-terra-e-a-presenca-alienigena-entre-nos
UMA FOTO PARA ANALISARMOS E TIRARMOS A PROVA DOS NOVE
Em 1972, Apollo 20 astronautas descobriram um misterioso dispositivo de origem alienígena que estava na superfície da Lua perto do Mar da Tranquilidade, o local de pouso das missões Apollo na Lua anteriores. Em 1978, Steve Jobs, da Apple foi contatado por cientistas da NASA para determinar o que era, e o resto é história.
“Recebi o e-mail que continha a imagem anexada e seguindo uma longa mensagem. No topo foi marcado Tudo abaixo desta linha é Acima de Top Secret. Desde que eu vivo perigosamente e sou algo como um bandido, vou deixar você lê-lo, e fazer com ele o que você pode. Basta lembrar uma coisa, não diga a ninguém, ou você vai ser apagado da existência.”
Nós não estamos sozinhos no universo – Foto oficial da NASA 05 de maio de 1972 – N2K-TS10NASA – 05 de maio de 1972 – precisa saber – Top Secret Nível 10 (NASA Oficial foto)

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EDITORIAL DA EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL
Hoje muitos cientistas acreditam que o contato com extraterrestres é mera questão de tempo;já os ufólogos estão contando os dias para a “Divulgação”, como o Dr Wilcock fala em todas as suas palestras e tantos outros cientistas da Nova Era,leia-se Bárbara Marciniak e Hand Clow, David Icke e Drunvalo Melchisedek.Numa escala de 1 (pouco provável) a 10 (muito provável), eu diria que nossa chance de fazer contato com ETs em pouco tempo(não sabemos prever esse tempo ainda) é 8;Isso quem diz  e acredita, é o físico Michio Kaku, da City College de Nova York. Esse otimismo(certeza já) tem justificativa. Pelo menos 25% das estrelas têm planetas. E, dessas estrelas, pelo menos a metade tem planetas semelhantes à Terra. Isso significa que, na nossa galáxia, podem existir até 10 bilhões de planetas parecidos com o nosso(!!). Uma quantidade imensa. Ou seja: pela lei das probabilidades, é claro que há civilizações alienígenas. O satélite Kepler, da Nasa, já catalogou 2 740 planetas parecidos com a Terra, onde água líquida e vida talvez possam existir. Um dos mais “próximos” é o Kepler 42d, a 126 anos-luz do Sol (um ano-luz equivale a 9,5 trilhões de quilômetros).Pelo ponto de vista de Kaku(usemos ele como referência), acredita que, para civilizações muito avançadas, essa distância não seria um problema – pois elas poderiam manipular o espaço-tempo e utilizar portais no Cosmos, como nos filmes de ficção científica.Contra fatos, não há argumentos;pensemos então sob este prisma;Recentemente, cientistas descobriram que as primeiras formas de vida terrestres apareceram há 3,2 bilhões de anos – um bilhão de anos mais cedo do que achávamos. E qual é o impacto dessa diferença? Naquela época, a Terra não era um lugar tão bacana quanto é hoje – a atmosfera era cheia de elementos tóxicos, por exemplo. Se a vida se desenvolveu em condições tão adversas, ela poderia aparecer em cantos menos hospitaleiros do universo(!);Vamos então para a biologia? Bem, existe um animal marinho, membro da família Liparidae, que vive nas Fossa das Marianas a 8 quilômetros abaixo do nível do mar. Qualquer outro peixe teria suas células esmagadas pela pressão, mas esse peixe aguenta. A 9,6 quilômetros de profundidade, foi encontrado um tipo de camarão albino. Um vírus de 30 mil anos foi extraído de uma geleira na Antártida. Tem aquela bactéria, que contém arsênio, e já abre a possibilidade que exista vida de outra forma que não a baseada em carbono. Então, sim, é possível que a vida exista em condições extremas em outros planetas(!!);Musgos enviados ao espaço no casco da Estação Espacial Internacional voltaram intactos para a Terra depois de 18 meses. A Agência Espacial Européia também resolveu lançar uma caixa cheia de líquen na órbita da Terra. E o que aconteceu?voltaram depois de 14 dias expostos à radiação intensa, sem nenhum arranhão. Aliás, a vida é tão resistente no espaço que isso é um problema para a NASA. Micróbios no interior da ISS se multiplicam tão rápido que a manutenção da estação precisa ser constante para que colônias não danifiquem as proteções da instalação(!!).Isso são dados científicos e não especulações;não entraremos no âmbito dos avistamentos, da arqueologia, da egiptologia, das placas sumérias,do caso Roswell,projeto SERPO e tantos outros, para não fugir do escopo do tema abordado aqui,pois sabemos onde estão as respostas para essas perguntas, COM PROVAS CABAIS.E o que dizer dos Crop Circles e da mensagem de Arecibo? A série do History Channel-Alienígenas do Passado- examina 75 milhões de anos de evidências incríveis de que extraterrestres chegaram à Terra, desde a era dos dinossauros ao Antigo Egito, e até os céus azuis do deserto dos Estados Unidos nos dias atuais. Desenhos antigos de estranhas criaturas, encontrados em cavernas, substâncias químicas desconhecidas pelo homem e avistamentos contínuos no mundo inteiro são apenas alguns dos elementos inquietantes que serão investigados. Veja alguns episódios da série abaixo:



Temos que honrar a verdade e reconhecer o fluxo interminável de mentiras e de propagandas existentes no Sistema.
A manipulação efetuada pela mídia seja pela televisão, rádio, jornal, revistas, etc. é fantástica nos dias de hoje. Simplesmente desinformam, transformam mentiras em verdades, usam inúmeras mensagens subliminares e hipnotizam o telespectador que fica horas na frente da TV , apenas como um peso morto a nível multidimensional. É um modo de distrair o público, enquanto que os governos obscuros continuam agindo às escondidas, mas aparecem na mídia como anjos celestiais extremamente preocupados com a população, mas com intenções reais bem contrárias ao real desenvolvimento da humanidade, “lindas são suas palavras, e horrendas suas ações”. O governo secreto controla totalmente a mídia e existe a ESTÓRIA – mentirosa – da humanidade e a HISTÓRIA – real – que não foi contada, mas que fácilmente podemos verificar contatando os chamados registros akáshicos do planeta Terra. A mídia é o brinquedinho mais eficiente utilizado pelo governo oculto. Muitas informações são ocultadas(acesse os links). As fotos dos outros planetas são forjadas e alteradas, pois existe vida abundante fora da Terra; a Terra também é ôca possuindo duas aberturas polares, onde existem civilizações vivendo ; existem várias fotos e filmagens de ufos ou naves alienígenas e só poucas destas fotos chegam a ser divulgadas e por aí vai a desinformação. Para as pessoas que pensam que os extra-terrestres benevolentes não fazem nada para ajudar,  isso é uma grande injustiça e falta de informação. Existem inúmeros trabalhos que eles fazem a nível multidimensional (ver canalizações de várias fontes fidedignas),de tal forma que o planeta chamado Terra, já não existiria em sua terceira dimensão neste momento se não fosse a ajuda deles ; Os canalizadores e cientistas da Nova Era dizem que, tridimensionalmente ,estes extra-terrestres confiscam e continuam confiscando ogivas nucleares localizadas em vários pontos do mundo e já impediram por várias vezes que um conflito em proporções globais acontecesse. No entanto, isto, que é de conhecimento do governo secreto, jamais é colocado como informação ao público como é de costume.Vamos nos informar cada vez mais,procurar nos desvencilhar dessa mídia, usar nosso discernimento,filtrar as informações que nos chegam de TODAS AS FONTES  e  confiar no nosso Eu Superior para nos guiar através desta Transição Planetária,que, com certeza, é nossa oportunidade de ouro para inaugurarmos no planeta uma Nova Era, baseada nos valores humanitários,ecológicos,espirituais e para sempre, baseada na VERDADE.
EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL
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Bibliografia para consulta
Exoplanetas
Scientific American Editions
Exoplanets-Detection,Dynamics and Formation
Sylvio Ferraz -Mello
Earth and Space
Bill Nyi
Edgard Mitchell
Beyond Earth-The future humans in space
Edgard Mitchell
Witness of Roswell
Edgard Mitchell
O Grande Segredo
David Icke
Os Mensageiros do Amanhecer
 Barbara Marciniack
The Hidden Science
David Wilcock
A Agenda Pleiadiana
Barbara Hand Clow
Nota:Biblioteca Virtual
Divulgação: A Luz é Invencível

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