15 de mai de 2016

A descoberta de vida alienígena mudaria as filosofias religiosas?






A descoberta de seres extraterrestres – sejam eles viscosos, micróbios ou “homenzinhos verdes e cinzas” – irá mudar radicalmente a forma como nós, humanos, vemos o nosso lugar no Universo. Mas será que isso acabaria com a religião? Bem, isso depende do que acreditamos.Em seu novo livro  “Religiões e Vida Extraterrestre” , David Weintraub, um astrônomo da Universidade de Vanderbilt, analisa como diferentes credos iriam lidar com a revelação de que não estamos sózinhos. Alguns de seus resultados podem nos surpreender.Enquetes públicas têm mostrado que uma grande parte da população acredita que os alienígenas estão lá fora. Em uma pesquisa divulgada o ano passado  pela empresa Survata, 37% dos 5.886 norte-americanos que foram entrevistados, disseram acreditar na existência de vida extraterrestre, enquanto 21%  disseram que não acreditam e 42% não tinham certeza.



As respostas variaram pela religião: 55%  dos ateus disseram acreditar em extraterrestres, assim como 44% de muçulmanos, 37% dos judeus, 36 % de hindus e 32% dos cristãos.



Weintraub descobriu que algumas religiões são mais “confortáveis” ​​com a idéia de ET’s do que outras. Aquelas com um ponto espiritual geocêntrico, são as mais propensas a ficarem desconfortáveis com perguntas sobre a descoberta de alienígenas. Alguns cristãos evangélicos e fundamentalistas, por exemplo, são da opinião de que a única intenção de Deus era criar pessoas aqui na Terra. Alguns acreditam que  Deus criou a vida em qualquer outro lugar, disse Weintraub.Mas alguns cristãos que interpretam a Bíblia literalmente, podem realmente precisar de um tempo maior para incorporar a existência de aliens em sua cosmologia espiritual. Muitos adventistas do sétimo dia, por exemplo, são os criacionistas  que acreditam que a Terra foi literalmente criada por Deus em seis dias cerca de 6.000 anos atrás e que os seres humanos descendem – e herdaram o pecado original – a partir de Adão e Eva. Nessa linha de pensamento, a vida poderia existir em outros planetas, mas seres que não descendem de Adão e Eva na Terra ,não seriam inerentemente pecaminosos e, efetivamente, eles não precisariam do Cristianismo para serem salvos, disse Weintraub ao LiveScience.


A flexibilidade dos Adventistas do  Sétimo Dia, no que diz respeito aos extraterrestres, pode ser um produto do tempo em que a religião foi fundada (século 19). Durante os anos 1700 e 1800, houve uma forte popularidade da crença em vida extraterrestre, disse Weintraub. O telescópio (uma invenção relativamente recente) finalmente permitiu aos astrônomos espiarem outros planetas e luas do nosso sistema solar, mas os cientistas ainda não compreenderam bem se esses corpos celestes são estéreis ou não(?). E talvez não seja coincidência que as religiões que começaram naquela época – Mormonismo, Adventistas do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová, a Fé Bahá’í – todos têm uma forte crença na vida extraterrestre, disse Weintraub.


 Por outro lado, a noção de vida extraterrestre na sua maior parte, foi irrelevante para as religiões que começaram há milhares de anos.”As idéias sobre vida extraterrestre – como parte das escrituras sagradas – estão enterradas um pouco mais profundo”, disse Weintraub. “Elas são óbvias. Elas estão em camadas abaixo do topo. Nas escrituras Hindus, na Bíblia, nas visões dos profetas,nas crenças maias. Você realmente tem que interpretar á luz da tecnologia moderna e das informações ufológicas atuais para encontrar  várias coisas a ver com a vida extraterrestre.”É claro que os extraterrestres têm figurado nas crenças de pequenas seitas e grupos religiosos marginais também. Em um exemplo famoso, 39 membros do chamado  grupo Portas do Céu, cometeram suicídio  acreditando que eles deixavam seus corpos terrenos e alcançariam uma nave alienígena localizada atrás do cometa Hale-Bopp  em 1997. Weintraub  disse que é provável que as religiões futuras apreenderão sobre a descoberta de vida extraterrestre.“Há uma grande quantidade das chamadas  UFO religiões, e tenho certeza de que, se descobríssemos que realmente há vida fora da Terra, não haveria muito mais esse tipo de coisas “, disse Weintraub. “Há, sem dúvida, pessoas que iriam usar isso como uma oportunidade ou uma desculpa para chamar a atenção para si por qualquer motivo e não haveriam novas religiões.”Com os avanços na pesquisa de Exoplanetas e Astrobiologia, os cientistas poderiam estar realisticamente à beira de encontrar provas(?) para a vida longe da Terra – talvez não a vida inteligente, mas a vida, por si só. É por isso que Weintraub acha que o resto de nós deve estar preparado para as questões espirituais que se seguirão – “Existe vida no universo” e que os astrônomos devem participar dessa conversa, uma vez que a questão agora pertence ao domínio da ciência, e não apenas da filosofia.”Ela(a Ciência) quase não se importa que tipo de vida ela é”, disse Weintraub ao LiveScienceSe houver qualquer tipo de vida lá fora, isso simplesmente significa que não estamos sózinhos. E saber que não estamos sózinhos, eu acho, tem  muito significado “.


“Eles provávelmente serão de milhões de anos ,antes dos seres humanos descobrirem que são capazes de se comunicar com seres alienígenas inteligentes “. Mas ele acha que vale a pena estender a experiência do pensamento , de considerar  como iríamos tratar os extraterrestres á partir de diferentes credos. Será que repetiremos os erros de missionários europeus que converteram os “pagãos” do Novo Mundo ao Cristianismo? Ou será que nós adotaremos uma política que se parece mais com a “Primeira Diretriz” da não-interferência do universo “Star Trek”? Será que aliens sencientes têm as suas próprias religiões? Será que eles tentarão “pregar” para a gente?“Uma vez que  pensamos sobre isso, vale a pena reconhecer que, se está OK para alguém em uma parte diferente do universo  ter uma religião diferente, talvez seja OK para outra pessoa, em uma parte diferente da Terra,  ter uma religião diferente” disse Weintrub. “Talvez pudéssemos descobrir alguma coisa aqui mesmo, que poderia fazer com que  convivêssemos um pouco melhor.”


UM DEUS QUE PODERIA SER REAL NO UNIVERSO CIENTÍFICO

“Deus” é uma palavra. Se nós o definirmos, mesmo inconscientemente, como algo que não pode existir no nosso universo, vamos banir a ideia de Deus da nossa realidade e jogar fora toda possibilidade de incorporar uma potente metáfora espiritual em um panorama verdadeiramente coerente. Mas, se levarmos a sério os confiáveis — e, então, inestimáveis — conhecimentos científicos e históricos, que agora possuímos, nós podemos redefinir um Deus de uma forma radicalmente nova e poderosa que expande o nosso pensamento e poderia ajudar a nos motivar e nos unir na Nova Era que a humanidade está adentrando.Por mais de 30 anos, ocorreu uma das mais emocionantes revoluções científicas do nosso tempo, a revolução na Cosmologia. Na década de 1970, o grande mistério cosmológico foi este: se o Big Bang foi simétrico em todas as direções, e por que o universo em expansão hoje não é apenas uma sopa maior de partículas; Em vez disso, lindas galáxias elípticas e espirais estão espalhadas, mas não aleatoriamente; Elas posicionam-se ao longo de filamentos invisíveis, como glitter jogado em linhas de cola. Onde se cruzam vários filamentos grandes, formaram-se grandes aglomerados de galáxias. Mas por que? O que aconteceu com a sopa primordial? De onde veio toda essa estrutura?


 Joel R. Primack, é um dos criadores da teoria da matéria escura fria, que responde a essas perguntas, dizendo-nos que tudo o que os astrônomos veem — incluindo todas as estrelas, planetas e brilhantes nuvens em nossa galáxia e todas as galáxias distantes de gás — é menos da metade de 1% do conteúdo do universo. O universo acaba por ser quase inteiramente feito de duas presenças dinâmicas, invisíveis, desconhecidas e inimagináveis até o século XX: Matéria escura (matéria invisível que não é feita de átomos ou as partes de átomos) e de energia escura (a energia, causando a aceleração da expansão do Universo). Elas estiveram em competição uma com a outra por bilhões de anos, com a gravidade da matéria escura puxando matéria comum (atômica, bariônica) e a energia escura arremessando espaço separados, em um jogo de empurra e puxa. Sua interação cósmica com a matéria comum tem tecendo as galáxias visíveis e, assim, criado a possibilidade para a evolução dos planetas e a vida.Ao longo das décadas, a medida que dados estavam surgindo, confirmando essa história com telescópios e satélites, surgia uma pergunta: o que significa para nós seres humanos não estarmos vivendo no universo que pensávamos que estávamos vivendo?Hoje, os astrônomos em todo o mundo aceitam a teoria dupla escura como a história moderna do universo, mas eles não responderam ainda á esta questão.

 
(NOTA PESSOAL;Deus tem de fazer parte de nossa compreensão do universo?Não,ninguém pode ter a pretensão de estar totalmente ciente do que o universo significa,nem pela ciência nem pela filosofia,muito menos pela religião.Se o homem não se conhece,nem tem certeza da sua relação consigo mesmo,como ter /saber o que significa esta Criação que se supõe feita por um Ser ou uma Força energia que nosso cérebro/mente não tem a capacidade de medir? O religare é evolutivo,pois os propósitos e os significados se alteram com a evolução da consciência,então,religião tem um valor só para a criatura,mas não para o Criador…..portanto,uma criatura desperta não tem religião,ela só exerce um “religare” constante,cada vez mais significativo em termos evolutivos,mas não para o Criador,pois para ELE ela É,nada mais,nada menos. Mas se os cientistas disserem ao público que eles têm de escolher entre Deus e a ciência, a maioria das pessoas vão escolher á Deus, que conduz à negação, hostilidade para com a ciência e a incoerência mental profundamente perigosa na sociedade moderna que promove depressão e conflito.O problema principal em relação às religiões consiste na necessidade da compreensão do fato que instituição religiosa nada tem a ver com um autêntico relacionamento com Deus.O homem pensa, julga, supõe, cria, imagina e concebe. Para tal se utiliza do intelecto que é seu entendimento aliado ao seu raciocínio e juízo crítico. Naturalmente se esforça por elevar seu nível de compreensão e de avaliação de tudo o que o cerca e por isso medita e procura concluir.O homem é um Ser espiritual por natureza, e assim sendo, não pode jamais se satisfazer, interior e plenamente, com as limitações impostas pelo que é físico e temporal. A mente humana pode medir, calcular, abstrair, avaliar e sentir. Mas o estado invisível da percepção, em última análise, transcende o físico e se enlaça ao invisível.Sendo o Plenum Cósmico/ Deus, Espírito, Sua natureza está acima do terreno do lógico e do físicamente perceptível (embora possa manifestar-se de modo a mostrar-se tangível por qualquer um ou por todos os cinco sentidos). Mas, desejando que o homem O busque em Sua natureza espiritual, concede ao Ser humano o dom de crer, tendo este a finalidade de ser o meio pelo qual alguém pode compreender as coisas espirituais e conhecê-lo.PORTANTO, RELIGIÃO NÃO SIGNIFICA  RELIGARE, mas significa, como já dito: SERVIÇO Á DEUS, COISAS DE INSTITUIÇÃO COM FINS DE MANIPULAR E CONDUZIR REBANHOS ,SIGNIFICANDO SINÔNIMO DE “SALVAÇÃO”.O equívoco em admitir que qualquer instituição religiosa traria uma suposta união do homem com Deus, tem sido facilmente verificado na prática. Pois quantas e quantas instituições religiosas nada têm a ver com “Deus?”  Enquanto isso, muitos daqueles que escolhem a ciência, encontram-se sem nenhuma forma de pensar que pode dar-lhes acesso ao seu próprio potencial espiritual. O que precisamos é um panorama coerente que é totalmente consistente — e até mesmo inspirado — com a ciência, que forneça uma maneira poderosa de repensar em um Deus que traz benefícios humanos e sociais sem a tal da fantasia).


 
COMO CONSEGUIMOS ISSO?
A ciência pode nunca nos dizer com certeza o que é Deus na verdade, já que há sempre a possibilidade de que algumas descobertas futuras irão descartá-lo. Mas a ciência pode muitas vezes nos dizer com certeza que não é verdade. Ela pode descartar o impossível. Galileu, por exemplo, mostrou, com seu telescópio, que a imagem medieval da Terra como o” centro das esferas celestiais de cristal “não podia ser verdadeiro, mesmo que ele não pudesse provar que a Terra se move em torno do sol.Sempre que os cientistas produzem as provas que convincentemente eliminam o impossível, não adianta mais discutir. Está tudo acabado. A graça está em aceitar e recalcular. É assim que a ciência avança.(nota pessoal;E se nós pensarmos assim com “Deus?” E se nós levarmos a evidência de uma nova realidade cósmica a sério e nos tornarmos dispostos a descartar o impossível? O que restaria?Podemos ter um verdadeiro Deus se pudermos largar o que o torna irreal. Só serei interessado em “Deus” se este for real. Se não for real, não há nada para falar. Mas não digo real como uma tabela, ou um sentimento, uma pontuação de teste ou uma estrela. Estes são reais na experiência normal na Terra. Digo real no quadro científico do nosso universo duplo escuro, nosso planeta, nossa biologia e nosso momento na história.)
 Estas são características de um “Deus” que  podemos começar a questionar; 
  1. “Deus”existia antes do universo;
  2. “Deus” criou o universo;
  3. “Deus” sabe de tudo;
  4. “Deus” controla tudo o que acontece;
  5. “Deus” pode optar por violar as leis da natureza.
  
A autora Nancy Ellen Abrams explica em seu livro, “Um Deus que poderia ser Real”, que fisicamente cada um desses itens acima é impossível . O ponto que a autora quer fazer aqui é que esta lista praticamente concorda com razões por que a maioria dos ateus dispensa  a existência de Deus.  Nós apenas declaramos que o que Deus não pode ser. Não pensamos ainda o que Deus poderia ser.A autora ainda continua:“Nós todos crescemos tão mergulhados em alguma tradição religiosa,  que nós já aceitamos. É difícil de entender que a oportunidade de redefinir Deus realmente está em nossas mãos. Mas é a maneira como fazemos isso  que desempenhará um papel de liderança na definição do futuro do nosso planeta.Para mim, esta é a pergunta chave: poderia realmente existir neste universo algo que seja digno de ser chamado de Deus? Minha resposta é sim.”
(nota pessoal;Não há nenhum único significado para a palavra “Deus”. A idéia de “Deus e deuses” foi evoluindo e transmutando-se muitas vezes ao passar de milênios, e ainda não acabou.Todas as ideias tradicionais sobre “Deus” são comprovadamente insuficientes para o nosso tempo. Elas perpetuam conflitos ou deixam de inspirar suficientemente para enfrentar os desafios existenciais do nosso mundo complexo .)
 A ANALOGIA COM AS FORMIGAS
As formigas são criaturas muito simples. Podem reconhecer uma dúzia ou mais de tipos de feromônios (moléculas de odor) e podem sentir onde esses feromônios estão mais intensos. Elas também podem captar a diferença entre duas formigas em um minuto, em um conjunto de 200 formigas. Essa é a extensão de suas habilidades de comunicação individual. Mas se observamos 10.000 delas em uma colônia, uma lógica de “enxame” surgiu. colônia vai continuamente ajustando-se de acordo com o número de formigas procurando comida, baseadas no número de bocas para alimentar, no quanto de comida é armazenada já no ninho, na comida que está disponível nas proximidades, e se outras colônias estão também competindo essa comida. No entanto, nenhuma formiga entende nada disso.A colônia pode projetar uma construção de um formigueiro tão alta quanto um homem e tão movimentada quanto uma cidade, no entanto, mesmo assim, ninguém está no comando. Alguns montes de formigas podem durar um século. Sobre sua vida, a colônia vai passar por fases previsíveis de desenvolvimento, desde a juventude agressiva à maturidade conservadora, até a morte.  Nenhuma formiga vive mais do que uma pequena fração desse tempo. Mas o que está acontecendo? De onde vem a lógica do enxame?Isto Emerge da complexidade das interações entre as formigas. 
 
Quase tudo o que nós humanos fazemos coletivamente gera um fenômeno emergente. Então, por exemplo, a troca de coisas entre pessoas levaram à economia global, um fenômeno emergente tão complicado e imprevisível, que não só ninguém sabe as regras, quanto alguns profissionais ainda não entraram em concordância sobre o  que essas tais  regras devem ser. O interminável esforço para levar as pessoas a se comportar decentemente em relação ás outras gerou os governos. Nosso desejo inato de fofocas tem gerado a mídia. As economias, os governos e os meios de comunicação são todos os fenômenos emergentes — como uma colônia de formigas. Eles seguem regras novas e complicadas que muitas vezes não podem ser derivadas do comportamento das partes que os compõem. Eles são reais e têm imenso poder sobre nós, mas eles não são humanos ou humanoides, mesmo que eles surjam de atividades humanas.

Abaixo desses comportamentos, tão profundo que nos distingue dos outros primatas, está isso: nossas ambições. Ambicionamos coisas diferentes, mas todos ambicionamos. Nossas aspirações são tão reais quanto nós. Elas não são a mesma coisa que os desejos, como comida, sexo e segurança. Cada animal tem esses desejos de instinto. Ambições vão além das necessidades de sobrevivência. Nossas ambições são as que formam cada um de nós, seres humanos e o indivíduo que somos. Sem aspirações, nós não somos nada além de carne com hábitos. Nós, seres humanos somos a espécie ambiciosa e podemos ter sido por centenas de milhares de anos.

Algo novo tem  emergido a partir da complexidade de escalonamento das aspirações de toda a humanidade, interagindo-nos. O que é esta coisa – esse fenômeno emergente, que é alimentado por e também alimenta, as aspirações e ambições de cada ser humano? Isto não existia antes dos seres humanos evoluírem, mas agora está aqui, e cada um de nós está diretamente ligado á ela, simplesmente é uma virtude do ser humano ter aspirações. Ele não criou o universo, mas criou o significado do universo, que é o que importa para nós,ou seja, Universo, Espírito, Deus, Criação e todos os outros conceitos abstratos que tomaram forma ao longo de inúmeras gerações, a medida que pessoas compartilharam suas ambições para compreender e expressar o que pode estar além do mundo visível.



Este fenômeno emergente criou o poder de todas as nossas palavras e ideias, incluindo ideais como verdade, justiça e liberdade, que levaram milênios para esclarecer na prática, e que nenhum indivíduo jamais poderia ter inventado ou mesmo imaginado sem uma rica história cultural que tornou essa ideia possível.Este fenômeno infinitamente complexo, que surgiu e continua a emergir de instante a instante, crescendo exponencialmente e mudando de forma com precisão, pode se dizer que existe no universo modernoÉ tão real quanto a economia, tão real quanto o governo. Não importa se você é hindu ou cristão ou judeu ou ateu ou agnóstico,  não é uma idéia alternativa religiosa. È um fenômeno emergente que realmente existe em nossa imagem científica da realidade;não tem de chamá-lo de “Deus”, mas ele é real. Nós, seres humanos estamos entrando numa era de enormes mudanças. Caos e injustiça, que inevitavelmente acompanhará a mudança global do clima,das crenças, dos valores impostos pela sociedade e por isso,precisamos nos unir para enfrentar essas mudanças. Nossa espécie precisa da paz entre a Ciência e Deus, a paz entre a Razão e o Espírito.Para milhões de pessoas racionais pensativas, não ter uma maneira de redesenhar a sua força espiritual, é uma tragédia.(nota pessoal;A ideia de um Deus emergente desencadeia tantos tabus para os ateus como para os crentes. O fato é que Deus ainda é um conceito que não é “falseável” (a ciência ainda não pode colocá-lo á prova de testes falsos para que se torne um conceito real, científico) e o objetivo da ciência não é provar  a existência ou inexistência de Deus); As pessoas podem muito bem tentarem experimentar a experiência divina em suas vidas, assim como um cientista, que prova suas hipóteses por uma longa vida e só no final descobrir suas implicações, embora isso possa ser um “placebo religioso”. O fato é que a ciência vai continuar sem Deus ou com Deus, e as pessoas também tem a liberdade para tal. Cada uma, a ciência a religião(espiritualidade), podem viver sem conflitos, desde que seus objetivos filosóficos não entrem em choque. Talvez em um futuro próximo, uma delas possa se fortalecer em relação a outra, mas , shá algo no Universo que possa ser chamado de Deus, ainda não podemos saber. Até lá, continuaremos pensando.
Fonte;-Texto adaptado da autora Nancy Ellen Abrams, do original: npr.org

 

UM OUTRO  CONCEITO METAFÍSICO MODERNO DO “PAI UNIVERSAL”

O Pai Universal é o Plenum Cósmico/ Deus de toda a criação, é a Primeira Fonte e Centro de todas as coisas e todos os seres. Pensaremos Nele primeiro como um Criador, depois como um Mediador e finalmente como um Sustentador infinito. Somente o conceito do Pai Universal — um “Deus” único, no lugar de muitos deuses — capacitou o homem mortal a compreender o Pai como um Criador divino e um Mediador infinito.As miríades de sistemas planetários foram todas criadas para serem afinal habitadas por vários tipos diferentes de criaturas inteligentes, seres que poderiam conhecê-lo, receber a afeição divina e amá-lo se assim o desejassem. O universo dos universos é obra Dele e morada das Suas diversas criaturas,todas livres.


Todos os mundos esclarecidos reconhecem essa força criadora e as criaturas de vontade, de universo em universo, embarcaram na jornada imensamente longa até a Fonte, a luta fascinante da aventura eterna de alcançá-lo. A meta transcendente dos filhos do tempo e do espaço é ir ao encontro Dele, é  conseguir compreender a Sua natureza divina e reconhecê-lo como parte deles mesmos. Esse desejo, magnífico e universal, de esforçar-se para atingir a perfeição da divindade, é o primeiro dever e deveria ser a mais alta ambição de todas as criaturas que batalham nessa criação Dele. A possibilidade de atingir a perfeição divina é o destino certo e final de todos os homens, no eterno progresso espiritual.Os seres humanos mortais dificilmente podem esperar ser perfeitos, no sentido finito, mas, para os seres humanos, partindo como o fazem, deste planeta, é inteiramente possível alcançar a meta suprema e divina que Ele estabeleceu para o homem mortal; e, quando atingirem esse destino, em tudo o que diz respeito à auto-realização e ao alcance da mente, eles estarão tão repletos, na sua esfera de perfeição divina, quanto o próprio Plenum Cósmico/ Deus o é, no seu âmbito de infinitude e eternidade.
 
O verdadeiro significado  divino é este: “Sede Perfeitos, assim como Eu Sou Perfeito”; é o que impulsiona constantemente o homem mortal a ir adiante e o atrai para o interior de si próprio, na sua luta longa e fascinante para alcançar níveis cada vez mais elevados de valores espirituais e de significados verdadeiros do universo. Essa busca sublime, pelo Plenum Cósmico/Deus dos Universos, é a aventura suprema dos habitantes de todos os mundos do tempo e do espaço.O Plenum Cósmico/Deus nunca impõe qualquer forma de reconhecimento arbitrário, de adoração formal, ou de serviço escravizador às criaturas inteligentes e dotadas de vontade dos Universos. Os habitantes em evolução dos mundos do tempo e do espaço, por si mesmos, podem — nos seus corações — amá-lo voluntariamente.  O Criador recusa-se a exercer coação de submissão sobre os livres-arbítrios espirituais das suas criaturas materiais/espirituais. A dedicação afetuosa da vontade humana, de querer igualar-se á Fonte, é a dádiva mais bem escolhida que o homem pode oferecer à ELE; de fato, uma consagração assim da nossa vontade de criatura, constitui a única dádiva possível de valor verdadeiro, do homem, ao Plenum Cósmico/Deus . “Em Deus, o homem vive, move-se e tem o seu ser”; não há nada que o homem possa dar á ELE, a não ser a escolha de querer chegar á ELE; e uma decisão como essa, efetivada pelas criaturas com vontade inteligentes dos universos, na realidade, constitui a verdadeira contemplação,  ao Plenum Cósmico/Deus, em cuja natureza ,o Amor é preponderante.
O  Plenum Cósmico/Deus eterno é infinitamente mais do que a realidade idealizada ou o universo personalizado. Ele não é simplesmente o supremo desejo do homem, a busca mortal transformada em realidade objetiva. Tampouco é um mero conceito, o poder-potencial da retidão; não é um sinônimo para a natureza, nem é a lei natural personificada.O Plenum Cósmico/ Deus é uma realidade transcendente, não é meramente um conceito tradicional que o homem tenha dos valores supremos; não é uma focalização psicológica de significados espirituais, nem é a “criação mais nobre do homem”. Na mente dos homens, Ele pode ser qualquer desses conceitos e todos eles; no entanto, Ele é mais. É uma força regeneradora  e uma Fonte cheia de amor, para todos aqueles que desfrutam da paz espiritual na Terra, e que anseiam por experimentar a sobrevivência do espírito/individualidade após a morte material.

A realidade da existência Dele é demonstrada, na experiência humana, pela presença divina que reside dentro do homem, a centelha divina, pois todos os seres humanos a possuem, já que são parte Dele;ela está ali  para nos assistir na evolução da nossa alma imortal e na sobrevivência eterna.A existência Dele não pode jamais ser comprovada pela experiência científica, nem pela razão pura em uma dedução lógica. Ele só pode ser compreendido no âmbito da experiência humana; contudo, o verdadeiro conceito da realidade Dele é razoável para a lógica, plausível para a filosofia e essencial para a espiritualidade.Na experiência interior do homem, a mente encontra-se vinculada à matéria enquanto viva,mas podem sobreviver após ao perecimento mortal. Abraçar a técnica de sobrevivência é fazer as transformações na mente mortal e os ajustamentos da vontade humana, por meio dos quais tal intelecto, consciente de Dele, deixa-se gradualmente ensinar pelo Espírito e, finalmente, deixa-se guiar por Ele. Essa evolução da mente humana, a partir da associação material, até a união com o Espírito, resulta na transmutação das fases, potencialmente espirituais, da mente mortal, nas realidades da alma imortal. A mente mortal se for subserviente à matéria, está destinada a tornar-se cada vez mais material ; a mente entregue ao espírito está destinada a tornar-se cada vez mais espiritual e, finalmente, a realizar a unificação com o espírito divino.

STEPHEN HAWKING DÁ UM ULTIMATO Á HUMANIDADE


“Temos de continuar a ir para o espaço em prol do futuro da humanidade,” disse o cosmólogo. “Acho que não vamos sobreviver a outros 1.000 anos sem escapar além do nosso frágil planeta.” Hawking emitiu o aviso durante uma das duas palestras na Sydney Opera House. Ele abordou as multidões com ingressos esgotados no local usando a tecnologia holográfica, que ele costumava falar de seu escritório de Cambridge.

No final da palestra, Hawking incentivou seu público para “Olhe para cima, para as estrelas e não para baixo, para os seus pés”. “Tente achar sentido no que você vê e se pergunte sobre o que faz o Universo existir”, disse ele. “Seja curioso, e, por mais difícil que a vida possa parecer, há sempre algo que você pode fazer e ser bem sucedido. O importante é não desistir.” Stephen Hawking tem repetidamente alertado para o perigo que a humanidade se encontra, como resultado do aumento da inteligência artificial e os perigos da barbárie e agressão humana.Em fevereiro, ele disse que os humanos deveriam colonizar outros planetas como “seguro de vida” para a espécie e poderia ser a única maneira de assegurar que a sobrevivência da humanidade.(?)

MAIS POLÊMICAS DO MAIOR FÍSICO DO MUNDO
Meses atrás, Diane Sawyer, do canal ABC News, perguntou ao célebre físico Stephen Hawking sobre o maior mistério que ele gostaria de resolver. Resposta: “Quero saber por que o universo existe, por que há algo maior do que o nada.” Hawking ocupou, até o ano passado, a cátedra Professor Lucasian de Matemática da Universidade de Cambridge (posição que pertenceu a Sir Isaac Newton, o “pai da física”). Seus livros Uma Breve História do Tempo e O Universo Numa Casca de Noz se tornaram clássicos da literatura científica. Ele também fez aparições breves em produtos da cultura pop, como “Os Simpsons” e “Star Trek”.Ultimamente, Hawking tem ocupado espaço na mídia graças a declarações polêmicas . Para Sawyer, ele disse: “Eles fizeram Deus um ser parecido ao ser humano, com quem se pode ter um relacionamento pessoal. Quando você olha para a vastidão do universo e percebe como uma vida humana acidental é insignificante em si mesma, isso parece muito impossível.” (nota pessoal;O que uma coisa tem que ver com a outra, pergunto?)Quando Sawyer perguntou se havia uma forma de conciliar a religião e a ciência, Hawking disse: “Há uma diferença fundamental entre a religião, que se baseia na autoridade, e a ciência, que se baseia na observação e na razão. A ciência vai ganhar porque funciona.” (nota pessoal;Ele parece ignorar o fato de que em ambas, ciência e  espiritualidade(trocamos o termo propositalmente), podemos e devemos utilizar a razão, mas que, infelizmente, igualmente em ambas, há muito de autoridade humana.)

O UNIVERSO O PODE CRIAR A SI MESMO?

“Por haver uma lei como a gravidade, o universo pode e irá criar á ele mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual algo existe ao invés de não existir nada, é a razão pela qual o universo existe, pela qual nós existimos. Não é necessário que evoquemos Deus para iluminar as coisas e criar o universo.” (nota pessoal;Perguntar não ofende: Como a gravidade pode existir quando não existe nada? Ou eu não entendi nada de minhas aulas de Física, ou mentes brilhantes também cometem falhas como essa…)



É uma mudança considerável de pensamento. Em Uma Breve História do Tempo, Hawking sugeria que a ideia de Deus ou de um ser divino não é necessariamente incompatível com a compreensão científica do universo. Mas, em seu mais recente trabalho, The Great Design, o físico cita a descoberta, feita em 1992, de um planeta que orbita uma estrela fora do Sistema Solar, como um marco contra a crença de Isaac Newton de que o universo não poderia ter surgido do caos. “Isso torna as coincidências de nossas condições planetárias – o único sol, a feliz combinação da distância entre o Sol e a Terra e a massa solar – bem menos importantes, e bem menos convincentes, como evidência de que a Terra foi cuidadosamente projetada apenas para agradar aos seres humanos”, afirma Hawking.

(nota pessoal;Com todo respeito a Hawking, é uma contradição afirmar, sem base, que “Deus” não existe e, ao mesmo tempo, elaborar tantas especulações sobre “hipotéticos” extraterrestres. Hawking ocupou a cadeira que foi de Newton, mas não mantém a mesma postura do grande precursor da ciência que era, também, grande estudioso de “Deus”. Ciência e religião, para o “pai da física”, eram duas lentes dos mesmos óculos;considerando a época de Newton, mesmo sendo um estudioso ferrenho da Bíblia, conseguia colocar esta postura em uma época profundamente dogmática,bem diferente de Hawking)

HAWKING E SUAS POSIÇÕES SOBRE VIDA ALIENÍGENA(?)

O renomado físico britânico Stephen Hawking fez declarações intrigantes sobre a vida fora da Terra.O cientista afirma que é perfeitamente racional achar que os alienígenas existem, mas que nós, humanos, deveríamos evitar qualquer contato com eles.O físico sugere esse comportamento por precaução. O físico britânico, que é um dos mais respeitados do mundo, acredita que existe um grande risco de qualquer alienígena ser predador. Ou pelo menos, explorador. A Terra poderia ser visitada por Ets muito mais inteligentes do que o homem e, possivelmente, apenas interessados neles mesmos. Nesse caso, nosso planeta correria o risco de ser saqueado, depredado.(NOTA PESSOAL; SABEMOS QUE ISSO JÁ OCORREU INÚMERAS VEZES EM NOSSA HISTÓRIA “OCULTA”,POR ISSO, COM A ELEVAÇÃO DE CONSCIÊNCIA DA RAÇA, ESTAMOS PARA MUDAR DE RUMO E ASSUMIR A RESPONSABILIDADE PELO PLANETA, NA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA ,JÁ PREVISTA PELOS POVOS MAIAS E OUTRAS PROFECIAS DA MUDANÇA PARA A ERA DE AQUÁRIO)
Segundo Stephen Hawking, se alienígenas nos visitarem, as consequências podem ser semelhantes ao que aconteceu depois que Cristóvão Colombo desembarcou na América – algo que não acabou nada bem para os nativos. Ele acha, portanto, que o homem deveria parar de mandar sondas para o espaço com mapas da Terra, mensagens de boas vindas. E cuidar mais do próprio umbigo.

Ele não descarta a existência de vida inteligente, mas acredita que o mais provável é vida primitiva, microorganismos ou até mesmo animais semelhantes a lagartos.(?)Mas isso tudo é teoria baseada no fato de que há 100 bilhões de galáxias no universo, e cada uma com milhões de estrelas. Para muitos cientistas, seria muita pretensão nossa achar que estamos sozinhos nesse mundão de Deus.(nota pessoal; analisem por si mesmos estas declarações)
HIPÓTESE POR HIPÓTESE….

Quem disse que a Terra é o único planeta projetado para acolher vida humana? Hawking parte de uma premissa hipotética não testável, para negar a existência de “Deus”. No entanto, assume que possam existir leis finamente ajustadas (como a da gravidade) sem a necessidade de um Legislador e mesmo sem matéria. Diz ainda que o universo poderia criar a si próprio a partir do nada, desafiando, assim, a lógica, a ciência e o bom senso(?). A existência de outros universos também é uma hipótese improvável para ele, mas Hawking a usa para afirmar a não existência de “Deus”. Segundo ele, as condições que deram à Terra o ambiente perfeito para a existência da vida humana são muito menos singulares do que se supunha. Ou seja, há muitos outros lugares no Universo com características semelhantes. Hawking vai além: é provável que existam outros universos. Ou seja, se a intenção de Deus era criar o homem, para que outros universos?
Perto de completar 70 anos de idade e há quase cinco sem publicar um livro, o físico inglês Stephen Hawking rompeu o silêncio em 2010 e lançou a obra “The Grand Design”, em parceria com o físico Leonard Mlodinow. O livro propõe novos posicionamentos sobre o universo, que, para começo de conversa, pode não ser apenas um, e sim vários. Este e outros enunciados de Hawking têm sido alvo de discussões por parte dos cientistas. Confira alguns:


1-A força da luz

A cada segundo, uma lâmpada incandescente comum, de 1 watt, emite um quintilhão (ou seja, um bilhão de bilhões) de fótons, a partícula elementar da luz. Pode-se dizer, de maneira primária, que os fótons são como pequenos pacotes dentro dos quais a luz é emitida. Os cientistas ainda investigam a fundo as propriedades de um fóton, que se comporta simultaneamente como partícula e como onda.

2-O passado é uma possibilidade

Se nós sabemos apenas que uma partícula viajou do ponto A ao ponto B, mas não observamos que caminho ela fez para chegar; ela simultaneamente fez todos os caminhos possíveis para fazer a trajetória. Esse é um enunciado da mecânica quântica que explica o seguinte: se qualquer evento no passado não foi observado e registrado, ele é tão indefinido quanto um evento futuro. Assim, não se pode dizer que ele aconteceu de determinada maneira, e sim de todas as maneiras possíveis ao mesmo tempo.



3-Teoria do Todo

Uma teoria do todo, conforme sugere o nome, é qualquer teoria que unifique todos os fenômenos físicos do universo sob um único padrão matemático. Segundo Hawking e Mlodinow, a única teoria do todo válida para explicar nosso meio seria a Teoria M. Esta ideia sugere que o universo seria composto de cordas que vibram em diferentes frequências e determinam as dimensões em que o universo se posiciona. De acordo com essa teoria, haveria não três, mas onze dimensões existentes, o que dá origem a mais de um universo.(nota pessoal;estamos , nós despertos, bastante conscientes disso há muito tempo, basta lermos os livros de Bárbara Marciniack e Bárbara Hand Clow e ainda temos aqui no blog uma série em PDF na nossa biblioteca virtual sobre esse assunto)

4-Relatividade Geral

Hawking e Mlodinow fizeram uma releitura de alguns pontos da velha Teoria da Relatividade formulada por Albert Einstein, que explica como a matéria e a energia influenciam o meio e causam curvaturas no espaço-tempo (o que origina, por exemplo, a gravidade e os buracos negros). Ela enuncia, entre outras coisas, que o tempo flui mais lentamente quando nos aproximamos de um corpo de grande massa, como um planeta ou estrela. Na época em que a teoria se espalhou pelo meio científico, ficou a ideia de que ela se aplica apenas a grandes eventos no universo, tais como os buracos negros. Mas os físicos explicam que ela é automaticamente levada em conta para qualquer sistema de medição de tempo e espaço, tal como um GPS, e sem a relatividade, as medições dariam em resultados imprecisos por quilômetros de diferença.



5-Teoria do peixe no aquário redondo

Há alguns anos, as autoridades da cidade de Monza, na Itália, proibiram toda a população de criar peixes em aquários. Isso era qualificado como prejudicial aos animais, que teriam uma visão distorcida da realidade devido à curvatura do vidro. Sobe isso, os físicos lançam apenas a seguinte questão: como é que a gente pode saber qual é a verdadeira visão da realidade? Como podemos garantir que não estamos nós mesmos vendo o mundo através de algo como um aquário curvo, que distorce permanentemente a “realidade”?

6-O teorema de Pitágoras não é de Pitágoras

As aulas de matemática da escola jamais deixaram de prestar um tributo ao homem que ofereceu as noções mais básicas sobre os lados de um triângulo, afirmando que a² + b² = c². Mas Hawking e Mlodinow sugerem que não foi Pitágoras o autor destas inferências sobre catetos e hipotenusas. Os antigos babilônios, segundo os físicos, já aplicavam estas noções matemáticas séculos antes de Pitágoras nascer em 570 a.C.



7-Quarks nunca estão sozinhos

Os quarks, bem como os léptons, são as partículas mais elementares do universo. Dois dos seis tipos conhecidos de quark são os formadores de prótons e nêutrons. Hawking e Mlodinow sugerem que a atração entre os quarks funciona da seguinte maneira: quanto maior a distância entre dois quarks, mais cresce a força que os mantém unidos; logo, estão sempre juntos. Não existem quarks livres na natureza.
Fonte;ABC News
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Nós da “Luz é Invencível” acreditamos que uma das idéias mais impactantes, é a de que os ETs sempre estiveram presentes na história da humanidade, geralmente no comando dos grandes acontecimentos. Mais impressionante, é o fato de que em todas as raças, há registros dessa presença, interpretada comumente como deuses, anjos, carruagens de fogo e outras figuras ligadas à cultura e religião dos povos. Em princípio, essa idéia foi considerada maldita, sendo seus autores execrados impiedosamente por terem se aproximado do que mais sagrado existe no ser humano: sua fé e convicção religiosa. “Como poderiam ser os deuses astronautas?”, perguntavam indignados, ao  principal autor de tão “esdrúxulas idéias”, o suíço Erich Von Däniken, pioneiro nesse campo e as descobertas sumérias de Zecharia Sitchin. Mas, o texto clássico de alguns trechos da literatura “dita” sagrada, mística e tradicional dos povos antigos, continuava gerando tensões intelectuais.Todos pediam cada vez mais por alternativas não dogmáticas que pudessem conciliar a razão e o bom senso com os princípios da fé.A mentalidade moderna reluta em aceitar visões surrealistas, contrárias às expressões religiosas existentes e impossíveis, como base de sua fé. Ela busca desesperadamente uma explicação que possa se encaixar no esquema de lógica e racionalidade, dentro das leis que regem nosso universo Multidimensional, onde se desenrolam as Teodicéias (Conjunto de doutrinas que tentam justificar a existência de Deus por meio de religiões institucionalizadas) que, de um modo ou de outro, plasmaram o pensamento mítico‐religioso de todos os tempos. Foi esse impositivo da mente racional que polarizou e acelerou o interesse público em torno das teses destes cientistas supracitados, que indicavam uma possível conexão entre os deuses antigos, os fundadores de religiões e os extraterrestres — vistos agora em sua verdadeira dimensão de seres não terrestres, mas que estabelecem conosco um parentesco galáctico. Pensamento aliás holístico, muito apropriado aos ventos da Transição Planetária que hoje agita todo o mundo desperto.
Continuamos trazendo aqui , mais elementos para questionamentos e raciocínio ,mas, respeitando todos os conceitos e particularidades de cada mente, de cada coração, de cada tipo de fé, o que nos caracteriza pelo sentimento de sómente querer complementar, ampliar os significados e ajudar no despertar de todos.

Equipe da “Luz é Invencível”
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Bibliografia para consulta
1-O Universo numa casca de noz
 Stephen Hawking
2-Uma breve história do tempo
 Stephen Hawking
3-NASA Conections
 Jim Tausworthe
4-Creating a New Earth
 Eckhart Tolle
5-Conversando com os reptilianos
 Chico Penteado
6-A God that could be real
 Nacy Ellen Abrams
7-Deus e o Universo em Evolução
James Redfield
8-LIVE
 David Icke
9-Eram os deuses astronautas?
 Erick Von Daniken
10-Extraterrestrials,UFO,NASA, CIA, Aliens mind
Jean Maximillien de la Croix
11-Religiões e vida extraterrestre
David Weintraub
12-O Décimo segundo planeta
Zecharia Sitchin
 13-Urantia Book

Divulgação: A Luz é Invencível


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