5 de jul de 2016

Experiências no Caminho da Ascenção.

A ABERTURA AOS SENTIDOS SUPERIORES A ASCENSÃO; COMO REALIZÁ-LA? .

Vimos como a espécie humana tomou essa monumental decisão de transcender o véu de amnésia por ocasião do nascimento, donde decorre que comecem cada encarnação sem saber quem são na verdade. Desde que a decisão de criar esse véu foi tomada, a espécie inteira, metida nos seus corpos e mantida por detrás do véu, tem utilizado uma enorme quantidade de energia para tentar resolver esse enigma. De fato, a humanidade optou por acreditar que a centelha espiritual é algo que está fora de si mesma. A esse “algo” ou deram o nome de “Deus” ou, ao perceber a imensidão da centelha espiritual, criou-se um panteão completo de deuses que deveriam ser adorados, á custa da influência extraterrestre no planeta há milênios, por dominação e manipulação. O homem assassinou o homem por causa das divergências relacionadas com os conceitos que eles próprios tinham inventado e/ou assimilado de outras raças. Porém, através desta gloriosa experiência, a Fonte – ou seja, nós no sentido mais amplo – aumentamos o conhecimento acerca de nós mesmos. Esta experiência, porém, chegou ao fim. Chegou o momento de arrumar a trouxa e continuar o caminho. Isso é a ascensão! A tarefa prioritária, agora, consiste em que todas as projeções do Eu-ego escolham – conscientemente – incorporar a centelha espiritual, ou seja, o espírito. Isto significa alinhar os três corpos de energia de frequência mais baixa com a Energia do Espírito, permitindo que flua em plena liberdade através deles.



Enquanto espírito, nós sempre operamos através do Eu-ego, mas ele tem estado demasiadamente preocupado para perceber isso: que, por natureza, nós somos primordialmente espírito, em vez de só um corpo com sentimentos;  que criamos a nossa realidade através dos próprios pensamentos;  que cada coisa que vemos não passa de energia “capturada” para nos dar a sensação de solidez; que vivemos num estado de alerta total e consciente do espírito que nos permite saber, sem qualquer dúvida, que todos são espírito, constituídos pela mesma “coisa” que constitui a Fonte;  que há níveis de conhecimento e um amor incondicional, desconhecidos neste planeta há centenas de milhares de anos;  que podemos criar, conscientemente, qualquer objeto ou circunstância que desejamos, desde que estejamos conscientes do tipo de amor incondicional que tal poder requer.


O que é irônico em relação à ascensão é que ela deve começar com a descida da Consciência aos campos físico, emocional e mental; ora, enquanto Consciência , a espécie humana é responsável por este processo. Veremos, então, o que poderemos fazer para que a personalidade não obstrua o caminho. Devemos ter consciência do que está acontecendo  e, claro, desejar que isso se conclua. No entanto, desde que construímos metade da ponte, a Consciência espiritual construirá a outra metade, e ambos se encontrarão no meio. A nossa parte desta tarefa é retirar a vibração mais lenta dos nossos campos, alinhá-los e prepará-los para lidar com um forte influxo de energia de alta frequência; a parte da Consciência é inundar estes campos com a energia que nos é própria e completar o alinhamento. Tudo é, evidentemente, Consciência; trata-se, simplesmente, de quanta distorção existe no Eu-ego quando O expressamos.  Todavia, é preciso entender que a ação é diferente para cada pessoa e que, portanto, as sugestões são muito genéricas. Felizmente, à medida em que os canais entre o Eu-ego e o Eu-espírito  vão se abrindo, cada vez mais a Consciência assumirá o papel de guia – um papel que já desempenhou muitas vezes, antes. Este guia pessoal é muito mais valioso do que qualquer coisa que possam receber de qualquer pessoa ou de outra autoridade externa. A chave chama-se: CONFIANÇA. Como a natureza humana se acostumou a dar muita atenção ao que provém do exterior, a parte fundamental deste processo é aprender a confiar no Consciência expandida, em vez de nas autoridades externas.
MUDANDO AS ONDAS DO CAMPO PLANETÁRIO AO NOSSO REDOR
Por sermos algo físico no plano físico, nós estamos completamente rodeados pelo campo do planeta. Os nossos campos, não só interagem com os das outras pessoas – captando as energias delas e criando as suas próprias ondas estacionárias – mas também estão imersos no campo planetário. De certa forma, eles estão predispostos, quer à energia dos campos alheios, individuais, quer à energia dos campos planetários, globais, da realidade de consenso. É por isso que as ondas estacionárias são inevitáveis e algumas delas nada têm de agradável. Portanto, é necessário que ocorram duas coisas:
1. Que possamos reduzir a predisposição para ressoar as ondas estacionárias que não desejamos;
2. Que aumentemos a predisposição para ressoar as que desejamos.


Veremos como poderemos nos desligar da energia disfuncional de outras pessoas ou da energia da realidade do consenso. Isso será feito de duas maneiras, atuando sobre os nossos corpos: – removendo as nossas próprias “velhas” energias que deixaram de funcionar;  elevando as frequências mais baixas, de forma a ultrapassar o nível em que as ressonâncias indesejáveis  podem se apresentar. Examinaremos como poderemos entrar em ressonância com a energia com que desejamos impregnar-nos, ou seja, com a energia do espírito. Lembramos de que a nossa maior ambição enquanto espírito é que, enquanto Eu-ego, venhamos á ascender. Sob este prisma, isto significa que o Eu-ego tem de se redefinir a si mesmo como espírito. Por outras palavras: o Eu-ego não tem de alterar o que julga ser; tem de se ver, sentir, pensar e ser tal como o espírito é. O ego sempre foi espírito, embora não tenha a mínima idéia disso. A verdade, porém, é que esta ignorância tem  distorcido muito frequentemente, a expressão que o Eu-ego tem de fazer do espírito. Por conseguinte, é hora do Eu-ego expandir a sua consciência, deixar cair véus e medos, e incorporar o espírito.


Trata-se da culminação de todo um ciclo de vidas: quando o eu-ego incorporar o espírito, o “Eu” que conhecemos passa a ser o “corpo” do nosso eu-espírito – isso que conduzirá em direção à Luz qualquer outra encarnação que venhamos a ter ao longo do tempo. Até há alguns anos, este processo era extremamente difícil. Para que pudéssemos elevar as nossas frequências e movermos entre os planos, era necessária muita dedicação e treino prolongado. Agora, porém, as dificuldades desapareceram. Por exemplo, as novas energias da Transição Planetária que nos chegam, criaram um “elevador” entre os sistemas dos planos – aquilo a que nós chamamos Banda ou Frequência Unitária. Como todo o planeta está  ascendendo, um magnífico empurrão está em curso para que o maior número possível de seres humanos ascenda juntamente com ele.vamos tentar aqui dar algumas dicas e informações sobre alguns tópicos importantes.

ROMPENDO VELHOS PADRÕES

 

A ressonância ocorre quando um campo responde, por simpatia, a outro campo e trocam energia entre si. Imaginemos duas cordas de guitarra, igualmente afinadas, uma ao lado da outra. Pulsemos uma delas para criar uma onda estacionária e veremos que a outra vibrará exatamente na mesma frequência. Da mesma forma, coloca o «senhor Irritado» numa sala com outras pessoas e, em pouco tempo, também elas começarão a sentir-se irritadas. Isto deve-se a que os campos energéticos do “senhor Irritado” estão cheios com raiva, a qual entra em ressonância com os campos dos outros. Eles podem não se sentir irritados imediatamente, mas, como a raiva é uma energia, não tarda que o corpo emocional de cada um dos presentes detecte a energia que o “senhor Irritado” está  transmitindo na frequência “raiva”. As pessoas que a sentirem começarão a ressoá-la, por simpatia, porque os seus campos também possuem energia “raiva”, de frequência igual ou similar à que o “senhor Irritado” está  emitindo. Até certo ponto, essas pessoas começam a construir uma onda estacionária de raiva nos seus campos e, de repente, verificam que estão irritadas. Mas, de fato, elas apenas estão em ressonância com a energia “raiva” do “senhor irritado” que foi quem desencadeou o processo. Por outro lado, as pessoas que não entraram em ressonância, não terão qualquer idéia por que o ambiente daquela sala se tornou intolerável. Agora que já sabemos como estas coisas funcionam, o que faremos Felizmente, o conhecimento de como funcionam os campos energéticos, propicia uma série de técnicas que podemos usar, tanto para alterar a forma como a energia vibra nos nossos campos, como para enfrentar a energia da realidade de consenso e, assim, recuperar o controle sobre a forma como eles vibram.



CHAKRAS ALFA E ÔMEGA

A maioria dos estudantes de Metafísica sabe da existência dos chakras. O que maioria não sabe, é que cada ser humano tem um total de quatorze chakras principais que existem em muitas dimensões simultaneamente – sete no corpo físico, sete fora do corpo – e mais os ”chakras” Alfa e Ômega. A maioria dos estudantes, vê ou sente os chakras como fontes que vibram e irradiam energia, mas os chakras também têm uma estrutura interna de seis dimensões.Sob o domínio do jogo kármico, a estrutura dos sete chakras do corpo foi deliberadamente restrita para que eles pudessem apenas conduzir energia do plano astral. Eles foram ”bloqueados”. Com essa estrutura limitada, o chakra assumiu a aparência de dois cones. Um dos cones abre-se para a frente do corpo e o outro abre-se para trás. No lugar em que suas pontas se tocam no centro do corpo, ele é ”bloqueado” para que permaneça dessa forma. Essa parte central mais estreita tende a ser obstruída por ”entulhos” mentais e emocionais, que fazem com que os cones girem mais lentamente ou parem totalmente de girar. Isso faz com que o sistema dos meridianos fique desprovido de energia, podendo causar doença ou morte. Essa estrutura dos chakras pode fazer com que a energia circule apenas da frente para trás e de trás para a frente, sem conseguir captar as freqüências das dimensões superiores.

Quando o processo do Corpo de Luz é ativado, os ”bloqueios” nos pontos centrais são eliminados. A estrutura do chakra abre-se gradativamente a partir do centro até ele se tornar esférico. Isso faz com que o chakra irradie energia em todas as direções e comece a transmitir freqüências das dimensões superiores. O corpo libera o material kármico acumulado e a forma esférica impede que ele volte a se acumular. As esferas continuam aumentando de tamanho até que todos os chakras se fundam em um único campo energético. Cada um dos chakras superiores (os chakras que estão fora do corpo) tem um padrão diferente de estrutura geométrica, que é apropriada para transmitir as freqüências específicas da dimensão ou Mente Suprema associada ao chakra. O oitavo e o décimo primeiro chakras contêm também vasos cristalinos de formato achatado, pelo quais passam as linhas axiotonais galácticas. Esses vasos são usados pela Mente Suprema para modular as influências astrais sobre o corpo físico da pessoa quando seus meridianos axiotonais forem reconectados. A Mente Suprema calibra novamente as linhas axiotonais e o sistema circulatório axial através do oitavo chakra. Por isso , esse chakra atua como ”chave de controle” durante a mutação dos sistemas do corpo e a fusão dos corpos energéticos.



COMO TRABALHAR COM O CHACRA UNIFICADO-Uma atualização.

Trabalhar com Chacra Unificado é o que de mais vital podemos fazer, pois esta técnica reflete conscientemente uma alteração recente na forma como a espécie humana faz funcionar os seus corpos energéticos; Como dito acima, os chacras tinham forma cônica e estavam localizados em sete pontos do campo do corpo físico; eram os meios através dos quais os vários campos humanos trocavam energia. No entanto, os chacras estão deixando de ser cones separados para se tornarem um Chacra Unificado, localizado no CORAÇÃO. Isto é fundamental, porque permite o alinhamento dos corpos físico, emocional, mental e espiritual, e a harmonização das nossas energias. Quando a espécie humana, enquanto espírito, estava ainda na fase de densificação energética e criando o sistema principal de chacras, levantou uma barreira de energia para separar o coração – o quarto chacra – dos outros centros energéticos. Isto era necessário para assegurar que o jogo do karma funcionasse eficientemente. Desta forma, os três chacras inferiores poderiam atuar como “rodas soltas”, dado que o efeito moderador do chacra do coração sobre eles se tornara mínimo ou nulo. Desta forma, o chacra do coração não interferia na interação entre os campos de energia básica. Como resultado, as principais respostas às situações da vida estavam fadadas, necessáriamente, ao desequilíbrio e à desarmonia: o sexto chacra fornecia respostas intelectuais, o quinto chacra proporcionava formas de comunicação vazias e cheias de julgamento, (o quarto chacra, por princípio, não interferia), o terceiro chacra incentivava as respostas do Eu-ego baseadas no poder, o segundo chacra induzia impulsos sexuais descompassados, o primeiro chacra convidava a um comportamento baseado na sobrevivência e no medo.
Evidentemente, estas respostas eram perfeitas para gerar karma, dado que as soluções mais equilibradas do quarto chacra, baseadas no amor e na compaixão, estavam inacessíveis. Agora, porém, ao trabalharmos com o Chacra Unificado nesta Transição Planetária para a quarta/quinta dimensão, reunimos os chacras mais elevados (acima da cabeça) com os sete “tradicionais”, conseguindo que todos passem a funcionar de acordo com a frequência da energia que flui através do chacra do coração. Isto também significa que os três campos mais densos podem ser alinhados, trocar energia e ressoar entre si, tendo o amor como a componente principal dessas interações. Expandindo o Chacra Unificado para fora do corpo físico iremos senti-lo como uma onda estacionária carnal; expandindo-o para dentro, sentiremos como um complexo campo de energia onde só uma parte é visível. Os campos emocional e mental também são energia, evidentemente, embora menos visíveis para a maioria das pessoas. Assim, finalmente, todos os três campos  podem se alinhar num só campo unificado porque encontraram uma gama de frequências do amor – a qual todos podem absorver.

Desta forma, o Chacra Unificado elimina completamente o processamento emocional ao qual estamos tão habituados, permitindo um alinhamento rápido e fácil dos corpos e a unificação dos campos de energia. Outra grande vantagem da utilização do Chacra Unificado é que poderemos trazer muito mais energia para o nosso campo unificado. Estavávamos acostumados a usar os sete chacras separados para canalizar e absorver energia para o interior dos campos, também separados; digamos que, de alguma forma, davámos um aspecto intelectual ou de poder à energia assim canalizada. Agora, porém, poderemos integrar um espectro energético muito mais amplo, especialmente o que é fundamentado no amor, cuja frequência é mais elevada. Quando canalizávamos ou realizávamos trabalhos de autocura, talvez tenhamos ouvido “zumbidos”, sempre que a energia deparava com pontos de resistência nos nossos campos. Não voltaremos a sentir isso, porque os campos e os chacras unificados deixarão de oferecer resistência à energia. Isto também significa que iremos atuar com propriedade em todas as circunstâncias, uma vez que, automática e naturalmente, seremos capazes de mobilizar a quantidade exata de amor e energia sexual, amor e energia de poder, etc., necessária a cada situação. Com um Chacra Unificado já não precisaremos nos preocupar se estamos  sendo ou  fazendo o que é mais apropriado; saberemos que sim, estamos. Finalmente – e isto é o mais importante – o Chacra Unificado permite que vamos incorporando, gradualmente, o nosso Eu-espírito, pois o campo mental deixará de filtrar a energia do amor e os campos emocionais deixarão de opor resistência à nossa mais elevada sabedoria. O Chacra Unificado proverá tudo o que necessitamos e fará com que isso chegue ao interior do campo unificado, no momento e nas proporções exatas.


VISUALIZAÇÃO E INVOCAÇÃO COM O CHACRA UNIFICADO

Básicamente, o processo implica estar numa posição cômoda e descansada, respirando profundamente, absorvendo Luz para dentro do chacra do coração. Em cada expiração, visualizamos o chacra do coração  expandindo em todas as direções, como se fosse uma esfera. À medida que inspiramos e expiramos, o expandimos  de forma  que vá abarcando, sucessivamente, os pares de chacras: o terceiro com o quinto, o segundo com o sexto, o primeiro com o sétimo, o ômega com o alfa, o oitavo com os joelhos, o nono com os tornozelos, o décimo com os pés. Os chacras alfa e ômega têm estado latentes até agora, mas estão começando a ser  reativados. O chacra ômega, á cerca de 24 cm abaixo da base da coluna vertebral, liga-nos à consciência planetária. Assim, a ligação à terra que realizávamos através do chacra raiz, deve passar a ser feita, através do chacra ômega; por sua vez, o chacra alfa, a cerca de 24 cm acima da cabeça, favorece o contato com o nosso Corpo de Luz da 5ª dimensão. Assim, o nosso Chacra Unificado passará a ser uma esfera de luz dourada, de 6 a 15 metros de diâmetro, a qual será o centro do nosso campo unificado que poderá vir a atingir vários quilômetros de diâmetro. Dado que o campo espiritual coexiste com este campo unificado, o passo seguinte é pedirmos ao nível apropriado do nosso Eu-espírito, que funda a sua energia com a do campo unificado, a partir do chacra do coração.

Depois disto, podemos continuar e experimentar-nos a nós mesmos como um ser verdadeiramente multidimensional, expandindo a esfera do Chacra Unificado até que ele abranja: o chacra onze – o nível da nossa alma grupal, o chacra doze – o nível crístico e do nosso  Eu-espírito, o chacra treze a presença do EU SOU, o chacra catorze – a Fonte. O Chacra Unificado evita o tradicional sistema de chacras separados que lidava com a energia seletivamente. Aqui, quando recebíamos energias de ira ou poder do exterior, respondíamos inconscientemente, por exemplo, com o primeiro chacra (medo) ou com o terceiro (contraposição de poder), isto é, ou fugíamos ou fortificávamos para defender o nosso território. Agora, porém, com o Chacra Unificado, surge um padrão completamente novo: responderemos com o nosso ser completo, incluindo o espírito, de tal forma que poderemos agregar uma poderosa dose de amor ao nosso espectro energético. Ao nível do Eu-ego, podemos continuar a fazer como fazíamos antes; só que, agora, os campos das outras pessoas passarão a receber de nós energia de amor, embora, no início, isso as possa deixar um pouco confundidas por não estarem habituadas.
Portanto, como dispomos da energia de amor nos nossos campos, continuaremos a sentir a calidez dela dentro de nós, mesmo se alguém nos atacar. Em algum momento desse episódio, ou nós ou o “atacante”, ou ambos, começarão a sorrir e, de repente, a tensão desaparecerá. É por isso que o Chacra Unificado é a panacéia perfeita para tudo o que nos aflige nesta época da Transição Planetária. Recomenda-se a unificação dos chacras várias vezes ao dia. Com um pouco de prática, seremos capazes de decretar para nós mesmos: “unifiquem-se” e, instantâneamente, converteremos todos os chacras em um só, unificado. E que tal se usarmos este “remédio” com fins construtivos, em vez de para destruir? Apesar da energia do espírito ser de alta frequência, ela gera ondas estacionárias cujas frequências – as sub-harmônicas dela mesma – “empatizam” perfeitamente com as bandas de frequência dos nossos campos físico, emocional e mental. Quando trabalhamos com o sistema de chacras separados, estavámos habituados a que, por exemplo, o terceiro chacra manejasse as frequências do poder, o quinto e o sexto lidassem com as formas de pensamento, etc… mas nenhum deles administrava tudo simultâneamente; E mais: sómente os chacras abertos permitiam que certas facetas do nosso Eu-espírito chegassem aos campos mais baixos. O Chacra Unificado, porém, permite a articulação completa de todos os aspectos do ser. As nossas respostas passam a proceder integralmente do Eu-espírito, o que significa que passaremos a estar ativos em vez de reativos, a viver ancorado no amor e não no medo; serás transpessoal em vez de estarmos ancorados na personalidade.

INVOCAÇÃO DA UNIFICAÇÃO DOS CHAKRAS


Eu inspiro Luz

Através do centro do meu coração,

Tornando o meu coração
Uma linda bola de luz,
Que me permite expandir.Eu inspiro Luz
Através do centro do meu coração,
Deixando que a Luz se expanda,
Envolvendo o meu chakra da garganta
E o meu chakra do plexo solar,Para formar um campo unificado de Luz,Dentro, através e em volta do meu corpo.


Eu inspiro Luz

Através do centro do meu coração,Deixando que a Luz se expanda,Envolvendo o meu chakra da testa,E o meu chakra do umbigo,Para formar um campo unificado de Luz.

Dentro, através e em volta do meu corpo.Eu inspiro Luz
Através do centro do meu coração,Deixando que a Luz se expanda,Envolvendo o meu chakra da coroa
E o meu chakra da base,Para formar um campo unificado de Luz
Dentro, através e em volta do meu corpo.




Eu inspiro Luz

Através do centro do meu coração,

Deixando que a Luz se expanda,
Envolvendo o meu chakra Alfa
(Vinte centímetros acima da minha cabeça)
E o meu chakra Ômega
(Vinte centímetros abaixo da minha coluna)
Para formar um campo unificado de Luz,Dentro, através e em volta do meu corpo,Deixo que a Onda de Metraton ,Se mova entre esses dois pontos.
EU SOU uma unidade de Luz.




Eu inspiro Luz

Através do centro do meu coração,

Deixando que a Luz se expanda,
envolvendo o meu oitavo chakra
(Acima da minha cabeça)
E a parte superior de minhas coxas
Para formar um campo unificado de Luz,Dentro, através e em volta de meu corpo.Deixo que o meu corpo emocional se funda com o meu corpo físico.EU SOU uma unidade de Luz.Eu inspiro Luz,Através do centro do meu coração,Deixando que a Luz se expanda,Envolvendo o meu nono chakra(Acima da minha cabeça),
E a parte inferior de minhas coxas,Para formar um campo unificado de Luz
Dentro, através e em volta de meu corpo,Deixo que o meu corpo mental se funda com o meu corpo físico.EU SOU uma unidade de Luz.Eu inspiro Luz
Através do centro do meu coração,Deixando que a Luz se expanda,
Envolvendo o meu décimo chakra,(Acima da minha cabeça)
E (indo) até meus joelhos,Para formar um campo unificado de Luz
Dentro, através e em volta do meu corpo.,Eu deixo que meu corpo espiritual se funda com o corpo físico,Formando o campo unificado.
EU SOU uma unidade de Luz.


Eu inspiro Luz

Através do centro do meu coração,

Deixando que a Luz se expanda,
Envolvendo meu décimo primeiro chakra,(Acima de minha cabeça)
E a parte superior da barriga de minhas pernas,Para formar um campo unificado de Luz,Dentro, através e em volta do meu corpo.Eu deixo que a Mente Suprema se funda com o campo unificado.EU SOU uma unidade de Luz.
Eu inspiro Luz

Através do centro do meu coração,

Deixando que a Luz se expanda,

Envolvendo meu décimo segundo chakra
(Acima da minha cabeça)
E a parte inferior da barriga de minhas pernas,Para formar um campo unificado de Luz,Dentro, através e em volta do meu corpo.Eu deixo que a Mente Crística Suprema se funda
Com o campo unificado.Eu Sou uma unidade de Luz.Eu inspiro Luz
Através do centro do meu coração,Deixando que a Luz se expanda,
Envolvendo meu décimo terceiro chakra,(Acima da minha cabeça)
E meus pés,Para formar um campo unificado de Luz,Dentro, através e em volta do meu corpo.Eu permito que a Mente Suprema EU SOU se funda
Com o campo unificado.EU SOU uma unidade de Luz.



Eu inspiro Luz

Através do centro do meu coração,

Deixando que a Luz se expanda,
Envolvendo o meu décimo quarto chakra
(Acima da minha cabeça)
E (indo) até abaixo dos meus pés
Para formar um campo unificado de Luz
Dentro, através e em volta do meu corpo,Eu deixo que a Presença da Fonte se mova,Através do campo unificado.EU SOU uma unidade de Luz.Eu inspiro Luz.Através do centro do meu coração.Eu peço que o nível supremo do meu Espírito se irradie
Do centro do meu coração,,Preenchendo este campo unificado,
Eu irradio por todo este dia.EU SOU uma unidade de Espírito.


DESLIGAMENTO DA REALIDADE DE CONSENSO

Existe uma outra técnica que realmente elimina a ressonância com as “transmissões” das outras pessoas e estabelece novas ressonâncias com o Eu-espírito. Fazemos parte da enorme consciência coletiva do planeta. E, pelo simples fato de estarmos dentro dela, não só tiramos energia dela, como também  acrescentamos a nossa. Este ato da nossa energia ser acrescentada a qualquer uma das inumeráveis frequências da rede energética consciente deste planeta, nada mais faz do que aumentar a energia dessa frequência. A verdade, porém, é que sintonizar com algumas dessas frequências, não é nada divertido.Por exemplo: se estamos preocupados com questões financeiras, entramos em ressonância e intercâmbio com a energia de escassez de todo o planeta. Isto é, não só acrescentamos energia através da nossa preocupação, como também extraímos dela a vibração “preocupação financeira” que já lá está. Isto significa que a nossa energia emocional e mental entra em ressonância com a energia de escassez dos outros. À medida que a taxa de vibração do planeta (e dos nossos campos de energia) for aumentando, qualquer pessoa que vibre na frequência “medo” começará a sentir-se cada vez mais incomodada; de igual forma, à medida que formos desenvolvendo a capacidade de manifestação a partir dos nossos campos, começaremos a dar-nos conta de que qualquer energia que desejamos experimentar manifestar-se-á muito mais rápidamente no quotidiano. Assim sendo, o que podemos fazer para nos desligarmos das energias da personalidade, baseadas no medo, e lograr a ligação com as do espírito?


TÉCNICA DE DESLIGAMENTO DO EU-EGO/LIGAÇÃO COM O EU-ESPÍRITO

Imaginamos o painel de uma  central telefônica, cheio de fios e de entradas; podemos introduzir em qualquer uma delas, coisas para estabelecer as ligações. Imaginemos que as entradas da zona inferior do painel estabelecem ligação com a realidade de consenso: “Medos, Crenças, Vícios” ou qualquer outra coisa desagradável ou pouco divertida. Imaginemos que, ao invés, as entradas da parte superior do painel estabelecem ligação com energias divertidas e envolventes do espírito: “Alegria, Riso, Abundância”, “Viver o presente”, “Criatividade”, “Expressão Divina” e outras posturas saudáveis. Se é certo que, quando não estamos envolvido com o espírito, estamos  ressoando uma das frequências desagradáveis da realidade de consenso, também é certo que podemos escolher com quem, ou com o que queremos entrar em ressonância. Ora, se sentimos ou pensamos de forma negativa, é bem provável que isso resulte de estarmos ligados nos buracos inferiores do painel, aqueles que ligam diretamente ao medo e seus derivados. Então, sempre que duvidarmos que somos um ser imenso e multidimensional, imaginamos que retiramos os “plugs” das entradas da zona inferior do painel que estabelecem ligação com a realidade de consenso e mudamos para as que ascedem às energias divertidas do espírito e à realidade que isso nos proporcionará à medida em que formos incorporando elas. A realidade de consenso é muito sedutora, porque passamos uma vida inteira imersos nela; e, como a conhecemos muito bem, ela já não nos prega surpresas. Existe, evidentemente, quem tenha interesse em que nos mantenhamos emaranhados nessa realidade. No entanto, cada vez mais frequentemente encontraremos pessoas empenhadas em construir uma realidade alternativa à do consenso, baseada na alegria e no amor, em vez de no medo – essa emoção que nos serve de “bitola” para avaliar até que ponto uma coisa é boa ou má.


Esta realidade alternativa também está à nossa volta. Trata-se de um novo conjunto de energias – de frequências muito mais elevadas – com as quais, depois de assimiladas, podemos entrar em ressonância. Antes, porém, temos de deixar de contatar, por empatia e telepatia, com quem está imbuído na energia “medo”, porque a energia dessas pessoas vai tentar entrar em ressonância com os nossos campos de uma forma muito natural e imparcial, não porque elas queiram  “nos contaminar”, mas porque é assim que a energia funciona. Existem muitas razões que podem levar os nossos campos a ressoar com a realidade de consenso do “statu quo”. A lista é interminável. Trata-se de uma coleção de formas – pensamento completamente ultrapassadas que repescamos no “agora” e projetamos sobre os acontecimentos futuros. Aprendemos isto com os nossos pais, parentes e amigos, nas escolas, todos eles infetados, evidentemente. Portanto, sempre que contatamos com o campo de alguém que esteja  transmitindo numa frequência – seja ela positiva ou negativa – que poderemos ressoar, nós captamos essa vibração, amplificamos e devolvemos à pessoa que a emite como uma espécie de retro-alimentação; logo depois recebemos de retorno uma dose ainda mais poderosa, voltamos a amplificar e a devolver e assim sucessivamente. É como o som de um alto-falante que se retro-alimenta do som do microfone, e assim sucessivamente.


COMO CONSEGUIR A SINTONIA COM O ESPÍRITO?

Comecemos por prestar atenção e torna-nos perfeitamente conscientes do que os outros estão  dizendo,  pensando ou  sentindo. Mais importante ainda: tentemos perceber de que forma isso nos afeta. E, se sentirmos que alguma energia de baixa vibração “infectou” os nossos campos, tentemos limpá-los imediatamente; afinal, trata-se sómente de energia. Podemos usar muitas técnicas de purificação para isso, de liberação das energias densas e negativas, por exemplo;
1-Quando olhamos para as pessoas na rua,somos capazes de as ver como gloriosas projeções do espírito? 2- Temos pensamentos ou emoções que nos levam a julgar: “eu sou melhor do que… ou ele é pior do que…”? 3- Talvez não gostemos de determinada pessoa, mas será que respeitamos o espírito nela, sem nos importarmos o quão oculto esteja? 4-Somos capazemos de aceitar um comportamento cheio de erros como sendo perfeito para quem o tem? 5-Desviamos o olhar perante um rosto desfigurado? 6-Nos sentimos  melhores do que  um sem-teto que vive de esmolas?
Se assim for, ainda nos sobram algumas “impressões” para eliminar; então devemos olhar para elas e deixá-las partir; agora, já deixaram de ser necessárias. E no que toca às circunstâncias da nossa vida? Aceitamos ser responsáveis por tudo o que nos acontece de desagradável?  Criamos os acontecimentos de cada minuto da nossa vida á partir de algum dos níveis do nosso ser, quer saibamos disso, quer não – os conteúdos dos corpos emocional e mental desempenham um papel preponderante. Não existe nenhum elemento de acaso no Universo. Em algum nível, seja do espírito, seja da personalidade, nós criamos o que experimentamos a cada minuto. Se o Universo não funcionasse assim, isso significaria que os outros seriam capazes de colocar “coisas” nos nossos campos, sem a nossa permissão; significaria que as nossas experiências nada teriam a ver com os conteúdos dos nossos campos. Não estamos aqui  dizendo que, conscientemente, desejamos tudo o que ocorre na nossa vida; o que estamos  dizendo é que provocamos e fazemos com que tal coisa aconteça. Portanto, em algum momento, alguma parte de nós desejou tais coisas. Por exemplo: se elegemos uma “impressão” que nos faz ver a vida como um trabalho duro, só para “peritos”, talvez nos confrontemos com uma série de provas duras que, evidentemente, comprovam que essa “impressão” estava certa. Aceitemos, porém, que isso poderá ter sido o que era apropriado para esse momento, ou fase, da nossa vida; Nós criamos as nossas próprias realidades porque o Universo se reajusta a si mesmo, fielmente, para poder reproduzir o “padrão” que concebemos. A nossa vida é, portanto, um reflexo perfeito dos “padrões” que vamos criando á partir das nossas crenças. A realidade que experimentamos, hoje, reflete a nossa noção acerca do que é a realidade. Se pararmos para pensar verificaremos que, se não fosse assim, o Universo estaria à mercê do acaso.
O HOLOGRAMA DE CADA UM DE NÓS
As pessoas que nos rodeiam não só fazem parte do nosso holograma, como também refletem, sobre nós, a noção que elas têm acerca da sua própria realidade. Se não interagissemos vibratóriamente com as outras pessoas não disporíamos de bases para estabelecer as relações, quer de atração, quer de repulsão. As coisas funcionam assim: cada vez que algo significativo nos acontece, a memória e as emoções dessa experiência são armazenadas como formas geométricas de alta frequência (mais específicamente como tetraedros), nos campos mental, emocional e físico, as quais, eventualmente, poderão reforçar outras que já existem. Por exemplo: se o “quadro de realidade” acerca de nós mesmos for: “não passo de um insignificante ser humano, sem qualquer valia”, e alguém nos menospreza, nós assimilaremos a experiência como um reforço mental e emocional do “quadro de realidade” que guardamos acerca de nós mesmos. O pior de tudo é que esta baixa energia tende a ficar presa nos nossos campos vibratórios. Pelo contrário, se o “quadro de realidade” acerca de nós mesmos for positivo, perceberemos que a outra pessoa não está nos ofendendendo mas , reagindo á alguma “ameaça” que nós representamos para ela: foi algo que fizemos ou dissemos, algo que tem a ver com a forma como nós a vemos, que lhe despertou certas memórias que nada têm a ver conosco. Neste caso,  guardaremos a energia negativa deste episódio de “menosprezo” apenas como uma recordação, sem qualquer carga emocional. Se duas pessoas se encontram dispondo de quadros de realidade similares, as formas geométricas deles podem interagir e misturar-se porque “o similar atrai o similar”.
Assim, se um homem e uma mulher crêem que os homens são poderosos e as mulheres fracas, as suas geometrias irão encaixar-se, misturar-se e permanecer juntas, o que significa que se encerraram numa relação “pegajosa”. Por outro lado, se duas pessoas se encontram e ambas crêem na sua própria mestria, as suas geometrias também irão encaixar-se,mas não ficarão anuladas porque os seus sistemas de crenças estão abertos. Devido ao fato das suas geometrias girarem muito mais depressa, a energia fluirá constantemente, para fora e para dentro, dos seus campos. Por conseguinte, consideramos o que gostamos ou detestamos nos nossos campos, nas nossas emoções e pensamentos, nas circunstâncias da nossa vida e dos nossos amigos. Desejaríamos fazer alguma alteração? Qualquer coisa que nos desgoste informa-nos acerca da composição e organização dos nossos campos; caso contrário a energia limitar-se-ia a passar sem dar sinal, e nós não teríamos dado conta dela.

VISUALIZAÇÃO PARA ACABAR COM A CULPABILIDADE
Uma após outra, juntemos no nosso campo visual interno todas aquelas pessoas com quem tenhamos tido relações perturbadoras ao longo da vida: pais, parcerias, filhos, chefes, amores, etc. Sabendo que o ato de visualizarmos uma pessoa nos põe em contato com o seu Eu-espírito, convocamos essas pessoas para este tipo de reunião (se preferirmos, visualizemos uma de cada vez) e lhes diremos, interiormente ou em voz alta: “Perdôo-vos qualquer dor que me tenham provocado, pois tudo o que se passou entre nós foi feito em cumprimento de um acordo prévio. Amo-vos a todos incondicionalmente”. É irrelevante se eles crêem que nos provocaram ou não a dor á que referimos; o importante é o que nós sentimos, isso que está “encravado” nos nossos campos. Agora, nos coloquemos em frente ao espelho e façamos o mesmo com a nossa própria pessoa:” Perdoo-me por todas as vezes que me pareceu ter cometido erros, que falhei ou desperdicei uma oportunidade. Agi assim com base num acordo prévio e tenho plena consciência do que aprendi com a experiência”. Agora, estamos perto do fim: já dissolvemos as “impressões”, os julgamentos, o medo e – o mais importante de tudo – o auto-julgamento. O que é que ainda sobra? Talvez algumas coisas relacionadas com as encarnações. Se assim for, repetiremos a rotina do perdão nestes termos:” Perdôo a qualquer um que me tenha magoado nesta encarnação ou em qualquer outra, em qualquer lugar ou em qualquer plano. Perdôo todas as dívidas e apago todos os karmas. Elejo a Luz para mim e para todos os meus “Eu-mesmo”. Digamos isto com sinceridade e com intenção. No início, talvez nós sintamos pouco convencidos acerca dos resultados; chegará um momento, porém, em que sentiremos, plenamente, que fomos bem sucedidos. É impossível nos enganarmos realmente, perdoando á nós  aos outros. Nem sequer é necessário que forcemos o processo intelectualmente só porque “é uma coisa espiritual que tem de ser feita”. Para sabermos se perdoamos ou não, observemos o grau de gratidão: teremos nos libertado quando nos sentirmos agradecidos à “impressão” ou à experiência, mesmo que seja bastante desafiadora como, por exemplo, uma agressão física ou verbal grave. Ao nível da alma, sentiremos um apreço profundo por nós mesmos e pelos demais por nos terem sido úteis em condições tão desafiadoras. Semelhante serviço exige um amor e uma compaixão grandiosos. E lembremos: não existem vítimas, mas apenas co-criadores: nós concebemos a natureza das nossas “impressões” e pedimos aos demais que “participassem no jogo”.
CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG
Como podemos conhecer a nós mesmos se não estivermos atentos ao que se passa em nosso interior? O problema é que durante toda a nossa vida, fomos ensinados a viver permanentemente atentos ao que acontece no mundo exterior. Prestamos atenção em todos os fenômenos ao nosso redor e, principalmente, no comportamento alheio, já que, regra geral, ele costuma direcionar a maioria de nossas atitudes. Aprender a observar a si mesmo, não apenas no sentido psicológico, mas também o que se passa com o corpo físico, é o primeiro passo para que se possa começar a viver de modo consciente. Os atos mecânicos que acabamos realizando na maior parte do tempo retiram de nós a chance de nos tornarmos plenamente vivos, alertas e capazes de reagir a cada situação, de acordo com nossa própria natureza. Quanto maior for a capacidade de observar sentimentos, emoções e reações instintivas que acontecem o tempo todo em nós, mais fundo adentraremos em nossa verdadeira essência. E, aos poucos, a ansiedade, a angústia e o medo, serão substituídos por uma nova realidade, onde o silêncio, a paz e a serenidade definirão nosso modo de viver.Porque então precisamos nos transformar? Porque sem transformação a vida se paralisa, perde o dinamismo natural, deixa escapar o ritmo próprio da evolução que faz caminhar rumo à Ascensão. O que seria da humanidade hoje se ela estivesse estacionada, paralisada? Se não tivesse reagido positivamente aos estímulos nas áreas do conhecimento humano e da espiritualidade ocorridos no decorrer de todos esses milênios? Decerto não teríamos como estar aqui hoje trocando informações á respeito deste tema tão importante, por meio desse veículo de comunicação. A transformação faz parte da vida. Faz parte da Vida com Amor, dessa forma, quanto mais nos envolvemos amorosamente com a vida e a praticamos assim, certamente, mais e mais nos transformamos. Pois o Amor nos impulsiona a descobrirmos que há infinitas riquezas em nosso interior e que ao serem manifestadas, já nos transfizeram. E quando isso ocorre, modificamos o que está ao nosso redor ou, no mínimo, nos tornamos uma referência para que outras transformações ocorram.Então, o aprendizado é notar que a emoção dolorosa está lá e amá-­la, agradecer sua existência, focar no coração e respirar. Enquanto respiramos, reparamos onde esta emoção está em nosso corpo, sentimos ela se manifestando. A respiração é a própria presença da Fonte no físico, enquanto estamos centrados na respiração, estamos presentes. Aos poucos a emoção vai se dissolvendo, pois ao ser aceita, já cumpriu o seu papel. A experiência foi validada, ela passa e a vida continua. Assim, aprendemos a não temer as emoções e o que quer que a vida queira nos trazer. A paz que buscamos não está na zona de conforto, na vida perfeita que nosso ego sonha. A paz está em saber lidar com qualquer coisa que a vida tenha a nos oferecer. A paz está na Presença e uma vez que nos sintonizamos com Ela, tudo pode ser visto e vivenciado com mais amor e clareza.
EQUIPE DA “LUZ É INVENCIVEL”
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Bibliografia para consulta
1-O Caminho da Ascenção-Manual do Iniciante
Dr Joshua David Stone
2-Energia dos Chacras
Alírio de Cerqueira Filho
3-Psicologia da Alma
Dr Joshua David Stone
4-Um Curso em Milagres
Foundation for de Inner Peace
5-Ascenção Cósmica-roteiro para os reinos desconhecidos da luz
Dr Joshua David Stone
6-Sua Missão Ascencional-O seu papel no Plano Maior
Dr Joshua David Stone
7-Dimensões escondidas-A unificação da Consciência
B. Alan Wallace
8- O processo da Iluminação Espiritual
Judith Blackstone
9-Passo á Passo-A Jornada do Autoconhecimento
 Carlos A. Bacelli
10-O Chacra Unificado
11-Manuscritos -acervo pessoal
Nota; Alguns livros estão disponíveis em nossa Biblioteca Virtual
Divulgação: A Luz é Invencível

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