16 de ago de 2016

O perigo do Leite.


O grande perigo do leite,queijo e laticínios. Você sabe o que está consumindo e como isso está afetando a sua saúde?


O perigo do leite … Evite o leite… pela sua saúde!

O QUE É O LEITE DE VACA?


O leite de vaca é um fluído insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito acumulativo prejudicial. Com 59 hormônios ativos, vários alérgenos, gordura e colesterol, a maior parte produzida mostra ainda quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. Pode conter resíduos de tudo o que a vaca come. Inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares. Uma pergunta que deve ser feita é: onde é que as vacas arranjam cálcio para terem ossos tão grandes? A resposta é simples: sim, das plantas! E as mesmas plantas fornecem-lhes ainda uma boa quantidade de magnésio, necessário para a absorção e o uso do cálcio.

O cálcio do leite de vaca é básicamente inútil. O leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (11% do que seria necessário para a mesma quantidade de cálcio). Igualmente, para a boa absorção de cálcio é importante a presença da vitamina D, que nós, humanos, produzimos pela simples exposição à luz solar. As nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose, como atestado por um estudo desenvolvido por 78.000 enfermeiras num período de 12 anos.



AS MANIPULAÇÕES DAS MÍDIAS E O INTERESSE DOS GRANDES CARTÉIS

As indústrias de laticínios americanas gastaram rios de dinheiro para convencer o público em geral que o leite é necessário por razões de saúde, mas o que não nos disseram é que para os adultos o consumo de leite animal pode estimular doenças coronárias, obesidades, diabetes, câncer de mama, próstata e cólon, doenças autoimunes, osteoporose, algumas doenças da retina e dos rinse  diabetes tipo 1 em crianças predispostas, em que o pâncreas sofre uma destruição autoimune. Por isso, o alimento pode e deve ser evitado, sem prejuízo para o organismo. O leite, particularmente o de vaca, é a mais comum das alergias a alimentos [Fonte: Rona, Nowak-Wegrzyn]. Mesmo quando não se é alérgico o leite é frequentemente intolerado no trato intestinal [Fonte: Nowak-Wegrzyn] e o problema vai muito além da intolerância à lactose pois este provoca inchaço intestinal, prisão de ventre e refluxo. Clinicamente, o leite, está ainda ligado ao aumento de problemas de pele (eczema), sinusite, enxaquecas e dores nas articulações [Fonte:  Grant]. 

Na realidade o leite é muito mais do que uma bebida, é um fenômeno cultural e industrial passível de ser analisado ao longo da história das civilizações. O mito do leite espalhou-se pelo mundo baseado na crença de que é rico em proteínas e cálcio e essencial para a saúde, especialmente dos ossos. Todavia os estudos mostram que são mais os malefícios e os efeitos nefastos à saúde do que os benefícios. Surpreendentemente não só o corpo humano é incapaz de absorver o cálcio do leite de vaca (especialmente pasteurizado), mas também ficou já provado que o leite pode aumentar as perdas de cálcio nos ossos. Irônico?


Como todas as proteínas animais o leite aumenta a acidez do pH do corpo humano que por seu lado desencadeia uma correção biológica natural.  É que o cálcio é um excelente neutralizador de acidez e o maior armazém de cálcio do corpo é exatamente o esqueleto. Assim, o mesmo cálcio que os nossos ossos necessitam para se manterem fortes e saudáveis vai ser usado para neutralizar a acidez provocada pela ingestão de leite. Uma vez destacado dos ossos para equilibrar o pH, o cálcio é expelido pela urina causando um efeito surpreendetemente contrário ao que é advogado pelas indústrias leiteiras. 

Sabendo tudo isto percebemos finalmente porque os países com menor consumo de lacticínios são também aqueles que possuem menor incidência de fraturas ósseas na população. É triste ver que os profissionais de saúde continuam a ignorar estes fatos comprovados 

O leite de vaca é para bezerros! Graças à nossa ingenuidade e talvez aos instintos de sobrevivência adotamos o ato dúbio de beber o leite de outras espécies. Ninguém nega a eficácia e pertinência do leite de vaca para os bezerros, mas ao contrário dos humanos, estes deixam de consumir leite definitivamente uma vez que estejam crescido e o mesmo se aplica a todos os mamíferos da face do planeta. Além disso cada espécie de mamífero é o próprio ‘designer’ do seu leite que serve exatamente para a sua espécie, e isto aplica-se ao leite de vaca que contém três vezes mais proteínas que o leite humano ,o que óbviamente tem de provocar distúrbios metabólicos nos humanos que erradamente o consomem. Para quem insiste em manter os laticínios na sua dieta ,fique pelo menos sabendo que o que compram no supermercado está muito longe de ser saudável. As vacas leiteiras recebem diáriamente hormonios de crescimento e de simulação de gravidez para aumentar a produção de leite, bem como antibióticos variados para diminuir infecções provocadas pelos mais variados mecanismos e químicos a que estão expostas. Estes materiais obrigatóriamente contaminam o leite e o seu impacto para os seres humanos que o consomem é ainda desconhecido.


INTOLERÂNCIA Á LACTOSE

Os sintomas da intolerância à lactose são diarréia, flatulência e distúrbios gastrointestinais, e surgem devido à ausência, no organismo humano, de enzimas capazes de atuar na digestão do açúcar do leite. Esta ausência é um processo natural que ocorre no organismo, pois os humanos são mamíferos e os mamíferos não necessitam consumir leite durante a vida adulta (menos ainda de outras espécies). Humanos que insistem em consumir leite após o seu desmame forçam o organismo a continuar a produzir estas enzimas, daí ser tão comum encontrar pessoas intolerantes à lactose.O consumo de lacticínios não está só relacionado com doenças e alergias – os agentes contaminantes encontrados em várias amostras de leite são um grave problema para a saúde humana. 

A indução artificial da produção de leite conduz a inflamações graves nas glândulas mamárias dos animais, que requerem tratamento à base de antibióticos. Vestígios destes antibióticos, bem como de pesticidas e outros medicamentos, são encontrados em leites e outros produtos derivados.


O leite de vaca e seus derivados posicionam-se, atualmente, entre os alimentos mais consumidos no mundo. Sempre foi elogiado pelas suas propriedades nutricionais, pelo seu delicioso sabor e pelas vitaminas e minerais que fornece ao nosso corpo, especialmente o cálcio. No entanto, pesquisas mais recentes questionaram os supostos benefícios do leite de vaca, ao descobrir que, ao contrário do que se pensava, o consumo excessivo de leite de vaca pode prejudicar a saúde e levar a várias doenças.

Por que o leite de vaca pode fazer mal para a saúde?

Muitos se perguntam por que o leite de vaca é ruim para a saúde se nós o consumimos há séculos? 

Para responder esta questão, temos que voltar um pouco ao tempo, mais ou menos na década de 1960, quando se começou a alterar artificialmente o envelhecimento natural do gado. Estudos apontam que em meados de 1800, uma vaca produzia, aproximadamente, cerca de dois litros de leite por dia. Em 1960, uma vaca começou a produzir cerca de 9 litros de Leite por dia.

Atualmente, são aplicadas novas técnicas de reprodução artificial de animais, tais como o uso de Antibióticos, seleção genética do filhote, mudança de alimentação e o uso de hormônios de crescimento, 

o que tem feito uma vaca chegar a produzir até 24 litros de leite por dia. É muito impressionante ver como uma vaca passou da produção de dois litros de leite a 24 litros e até mais por dia.

Embora as técnicas de criadouros artificiais sejam benéficas para a economia e para as indústrias de laticínios e da carne, o fato é que o processo de alteração da natureza tem consequências que estão afetando os consumidores, uma vez que 

o leite é afetado pela forma de criação do animal, através de antibióticos, hormônios e nutrição, entre outros. 

Como resultado há diferentes incidentes de saúde que podem surgir ao longo dos anos. As pesquisas sobre os impactos do leite de vaca na saúde são feitos há muitos anos e estas concordam com o fato de que forma  forma como este é tratado pode afetar a saúde. 

Há pouco tempo, um estudo de Harvard reconheceu o que se vinha dizendo do leite de vaca 

e advertiu sobre a relação entre o consumo excessivo deste produto e o desenvolvimento de diferentes doenças.

Enxaqueca

Enxaqueca

Os estudos descobriram que os pacientes que sofrem de Enxaqueca reduziram significativamente os sintomas depois de parar de consumir leite de vaca.

Prisão de ventre

A intolerância ao leite de vaca tem sido associada à prisão e ventre em crianças e adultos mais velhos. Remover este item da dieta e aumentar o consumo de frutas,Legumes e fibras é a solução para este problema.

Câncer

Câncer

A presença de hormônios e de outras substâncias no leite de vaca têm sido associadas com o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, incluindo de estômago, mama, ovário, pâncreas, próstata, pulmão e testículo.

Catarata

As pesquisas constataram que as populações que consomem com mais frequência o leite de vaca e seus derivados têm uma maior incidência de catarata, em comparação com aqueles que evitam o produto. 

Este problema está relacionado à lactose e galactose, afetando principalmente a população feminina.

Fadiga crônica

Fadiga-crônica

Um estudo realizado com crianças em 1991, em Rochester, Nova York, descobriu que o consumo de leite de vaca aumentou em 44,3% o risco de fadiga crônica.

Reações alérgicas

A alergia a proteínas do leite de vaca foi definida como um mecanismo de defesa do sistema imunológico. Estudos têm mostrado que a reação alérgica pode ser imediata, isto é, pode aparecer em menos de 45 minutos, depois de algumas horas ou depois de alguns dias.

Sangramento gastrointestinal

É causado pela intolerância às proteínas do leite de vaca, que afetam, sobretudo, as crianças. Inclusive, a intolerância tem sido julgada como uma das causas mais comuns da Anemia em crianças.

Outras 17 doenças relacionadas com o consumo de leite de vaca:

  • Artrite reumatóide e artrose
  • Asma
  • Autismo
  • Colite ulcerativa
  • Síndrome do intestino irritável
  • Diabetes mellitus tipo I
  • Dores abdominais
  • Doença de Crohn
  • Doença coronárias
  • Esclerose múltipla
  • Fístulas e fissuras anais
  • Incontinência urinária
  • Intolerância à lactose
  • Linfomas
  • Concluindo, e como explica o famoso Save Our Bones Program,ao contrário do que diz a imprensa, a mídia e os profissionais de saúde arrebanhados a repetir unicamente o que ouvem sem tentar perceber se é correcto ou não, beber leite e consumir laticínios não é uma resposta ou uma reversão à osteoporose ou outras deficiências, bem pelo contrário. No meio de tudo isto ressalva-se apenas que laticínios naturalmente processados e sem adição de açúcares ou adoçantes estão já livres de acidez e os estudos atestam que o iogurte, as natas e o kefir que não possuem rBGH (hormonio) têm francos benefícios para a saúde humana. Fica o aviso… saia da corrente! Investigue e pondere não consumir leite, pela sua saúde!
  • ASSISTA O VÍDEO -IMPERDÍVEL-GRANDES REVELAÇÕES DO  DR LAIR RIBEIRO SOBRE O LEITE

Fórmulas Infantis de leite em pó representam risco para a saúde dos bebês.
FONTE-reportagem publicada pela FSP.

Os leites infantis modificados, também ditos “substitutos” do Leite Materno possuem desvios em relação à composição prometida em seus rótulos. Essa foi a conclusão de um teste com 16 marcas de leites para uso de lactentes realizado pelo IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor em conjunto com o Instituto Fernandes Filgueira da Fundação Oswaldo Cruz – IFF/FioCruz, do Rio de Janeiro.

O teste não acusou a presença de bactérias, bolores e resíduos de pesticidas em nenhuma das fórmulas analisadas. Já em relação a sua composição, foram registradas alguns problemas.

RÓTULO

A análise do rótulo apontou que os valores de sódio e proteínas indicadas no “Nestogeno 2″ (Nestlé) ultrapassam os limites fixados pelo Codex Alimentarius da FAO/OMS (Norma internacional que especifica a composição de leites para uso até 1 ano de idade) em 1% e 3 %, respectivamente.

Na verdade, esses valores respeitam uma outra norma do Codex, para leites de seguimento (“follow-up milks”), produtos com quantidades um pouco maiores de ferro que os outros leites, que devem ser usados a partir dos 6 meses de idade. O rótulo do “Nestogeno 2″, porém, indica o produto para bebês com idades a partir de 5 meses.

PROBLEMAS NA COMPOSIÇÃO

Nos testes laboratoriais, também foram encontradas várias disparidades com relação ao que era declarado na embalagem. Em todos os produtos analisados, verificou-se uma diferença superior a 10% – para mais ou para menos – em um ou mais nutrientes, em relação à informação indicada no rótulo.

O “Nursoy” (Wyeth-Whitehall) foi o que menos apresentou desvios em sua composição, excedendo as normas apenas na quantidade de ferro. No “Nan 1″ (Nestlé), foi encontrado 81% a mais de vitamina A e 21% a menos de cálcio do que declarava o rótulo, superando em 7% e 1% respectivamente, os limites estabelecidos pelo CODEX. No “Alfaré” (Nestlé), foi acusado 2% de sódio acima dos limites da norma. Também no “Nestogeno 2″ (Nestlé), as taxas de proteína estavam 6% acima do limite.

De acordo com Lynn Silver, que coordenou a pesquisa pelo IFF/FioCruz, “há sinais de descuido no controle de qualidade; isso nos preocupa, porque, se não houver melhor fiscalização, poderá ocorrer desvios maiores no futuro”.


PROPAGANDA ENGANOSA

Muitos fabricantes vendem suas fórmulas para os pediatras como sendo indicadas para vários sintomas, como diarréia, rinites, otites e cólicas.Estes leites não podem indicar condições de saúde ou doença para as quais o produto possa ser utilizado, segundo a “Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes” no seu artigo 12º. Por exemplo, a diarréia pode levar a desidratação, e deve – se imediatamente usar o soro de reidratação oral, e não mudar o leite ou iniciar um leite especial.

ANÁLISES DOS LEITES EM PÓ PARA LACTENTES
Público, Marca, Conteúdo


Bebês sadios
Nan 1
Leite de vaca modificado 81% a mais de vitamina A e 21% a menos de cálcio que declarava no rótulo.


Nestogeno 1

Leite de vaca modificado Grande concentração de dextrino-maltose sacarose – que torna o produto mais doce, podendo desviar o bebê do seio materno.



Pelargon
Leite de vaca modificado/ Rótulo em desacordo com a legislação.

Prematuros e RN de baixo pêso


Enfalac-Prematuro
Leite de vaca modificado/ Rótulo não cumpre legislação.



Pre Nan
Leite de vaca modificado. Dá indicações de preparo para o bebê até 5kg, faixa de peso em que o uso não é indicado.


Bebês mais velhos

Nan 2*
Leite de vaca modificado/ Rótulo em desacordo com a legislação.


Nestogeno 2**

Leite de vaca modificado. Taxas de proteínas 6% acima do limite estabelecido pelo CODEX; 101% a mais de umidade do que declara o rótulo.



Nestogeno Soy ***

Mistura de soja com leite modificado com lactose. Nome leva a crer que produto é de soja, mas trata-se de mistura com leite de vaca, não sendo apropriada para lactentes com alergia a proteínas de leite de vaca ou intolerância a lactose.

Intolerâncias, alergia ou diarréia


Alsoy

Soja modificada. Material para pediatras o indica sem justificativa para casos de diarréia aguda.



Isomil
Soja modificada Idem.



Nursoy
Soja modificada Idem.



Prosobee
Soja modificada Idem.



Sobee
Soja modificada Idem.



AL 110
Leite de vaca modificado sem lactose Idem.



Alfaré
Leite de vaca modificado, semi-elementar, proteínas hidrolisadas, sem lactose. Foi encontrado 2% de sódio acima do limite estabelecido pelo CODEX. Material promocional para médicos indica o produto sem justificativa para diarréia aguda.



NAN H.A.
Leite de vaca modificado, hidrolisado parcialmente, com lactose. Nome pode enganar o consumidor. A abreviação HA (de Hipo Alergênico) só vale para casos de intolerância às proteínas do leite e não à lactose, o que é mais comum.

* a partir dos 5 meses; ** a partir dos 5 meses; *** a partir dos 3 meses.


Perigos biológicos de origem bacteriana associados ao leite e derivados

As principais doenças relacionadas ao consumo de leite ou produtos lácteos são causadas por bactérias. Até 1930, as principais eram febre tifóide e escarlatina, com surtos esporádicos de difteria e tuberculose. Durante e logo após a Segunda Guerra Mundial, brucelose, salmonelose e intoxicações alimentares causadas por estafilococos eram as principais preocupações para a saúde pública. A partir de 1970, reduziram-se as intoxicações causadas por estafilococos e aumentaram as salmoneloses e campilobacterioses, com relatos de diversos surtos em indivíduos que consomem leite cru. Atualmente, os microrganismos patogênicos mais freqüentemente associados a doenças cujos agentes são transmitidos pelo leite são: Salmonella spp., Escherichia coli produtora de enterotoxina semelhante à de Shigella (STEC), Listeria monocytogenes, Campylobacter jejuni, Yersinia enterocolitica, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus e Brucella spp. Na Tabela 1 são citadas as principais doenças bacterianas associadas ao consumo de leite ou produtos lácteos, os microrganismos envolvidos e os reservatórios na natureza.

Tabela 1. Doenças bacterianas associadas ao consumo de leite ou produtos lácteos.
Doenças e os agentes etiológicosReservatório
BovinoCaprinoHomemAmbiente
Brucelose
Brucella abortus
Brucella melitensis

+


+




Campilobacteriose
Campylobacter jejuni

+



Doenças entéricas
Escherichia coli STEC
Samonella Dublin
Salmonella Typhi
Salmonella spp.

+
+

+

+


+

+

+
+




Yersinoses
Yersinia enterocolitica

+



+ (fezes)
Clostridioses
Clostridium botulinum (intoxicação)
Clostridium perfringens (infecção)


+ (fezes)


+ (fezes)


+ (fezes)

+ (solo)
+ (solo)
Listeriose
Listeria monocytogenes

+

+

+

+
Febre Q
Coxiella burnetti

+

+


Intoxicação alimentar
Staphylococcus aureus
Bacillus cereus

+

+

+


+ (solo)
Infecções estreptocócicas
Streptococcus pyogenes
Streptococcus spp.





+
+


Tuberculose
Mycobacterium bovis
Mycobacterium tuberculosis

+

+


+


Fonte: Adaptado de HUBBERT et al. 1996
Fonte: IDEC

 

das bactérias transmitidas pelo leite

As bactérias podem contaminar o leite através de diversas fontes. Essas incluem o próprio animal, o homem e o ambiente da fazenda. Algumas bactérias causam doenças nos animais e podem ser eliminadas no leite. Essas incluem os agentes da mastite, da tuberculose e da brucelose. Vacas com mastite podem eliminar microrganismos comoStaphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae e Escherichia coli, que possuem o potencial de causar doenças no homem. Outras bactérias podem contaminar acidentalmente o leite (durante e após a ordenha) e não causam doenças nos animais, embora causem problemas para o homem. As vacas podem ser portadoras de microrganismos patogênicos nos pêlos ou na pele, devido ao contato com o solo, dejetos, fontes de água natural ou outras fontes do ambiente. A contaminação do leite pode ocorrer quando se ordenham tetas sujas e úmidas.Os indivíduos que lidam com os animais podem eliminar microrganismos patogênicos nas fezes ou se contaminar com dejetos e solo, causando contaminação do leite ou equipamentos de ordenha ou utensílios, se a higiene pessoal for deficiente.Na propriedade rural, o leite pode ser contaminado com bactérias de outras espécies animais, como, por exemplo, Yersinia enterocolitica de origem suína ou Salmonella spp. de aves. A transmissão dos agentes do carbúnculo ou antraz (Bacillus anthracis), nocardiose (Nocardia asteroides) e pasteurelose (Pasteurella multocida) no leite é considerada possível, embora extremamente remota nas condições de infecções naturais.Pontos importantes para se evitar a disseminação de microrganismos patogênicos no leite são (a) a manutenção do rebanho sadio, isto é, livre de tuberculose, brucelose e com baixos índices de mastite; e (b) a redução da contaminação microbiana do leite durante e após a ordenha.

Bactérias produtoras de toxinas

Algumas bactérias produzem toxinas que permanecem no alimento mesmo após a eliminação do agente, durante o processamento industrial (pasteurização ou outro tratamento térmico). Quando o agente é uma toxina previamente elaborada por um determinado microrganismo no alimento, a doença resultante é denominada toxinose. Células viáveis de bactérias não precisam estar presentes para que a doença ocorra. Exemplos de toxinoses alimentares são: botulismo, toxinose estafilocócica e quadro emético do Bacillus cereus.

Bactérias que causam infecção alimentar

Algumas bactérias necessitam ser ingeridas com o alimento, para terem condições de se multiplicar no organismo e aí exercerem sua ação patogênica. Quando a doença envolve a ingestão de células viáveis do microrganismo patogênico, colonização e/ou invasão, a doença é denominada infecção alimentar . São exemplos de infecções: salmonelose, shigelose e listeriose.

Bactérias causadoras de toxinfecção alimentar
O termo é usado para caracterizar o resultado da colonização do organismo com bactérias, seguido da ação de toxinas. São consideradas toxinfecções as doenças causadas porBacillus cereus e Clostridium perfringens.

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa
AVISO-Alimentos industrializados escondem perigos!


Pães, geleias, sorvetes, maioneses, margarinas, leite em pó, pudins, cremes, refrigerantes e uma infinidade de outros produtos apresentam grandes concentrações de ácidos, corantes, espessantes, dióxidos, ésteres, nitratos, nitritos e outros aditivos. Esses componentes são utilizados para conservação, melhora do sabor e aparência. As altas concentrações de aditivos encontradas nos alimentos trazem danos à saúde. Por isso, a ingestão de alimentos industrializados deve ser cortada e /ou bem restrita.

Aditivos e seus efeitos colaterais:

-Conservadores (ácido benzóico, nitratos, nitritos…): alergia, distúrbios gastrointestinais, dermatite, aumento de mutações genéticas, hipersensibilidade, câncer gástrico e do esôfago.

-Corantes: reações alérgicas, convulsões e câncer.

-Espessantes: irritação da mucosa intestinal e ação laxante.

-Estabilizantes: cálculos renais e distúrbios gastrointestinais.

-Umectantes: distúrbios gastrointestinais e da circulação pulmonar.

-Acidulantes (ácido acético): cirrose hepática, descalcificação dos dentes e dos ossos.

-Flavorizantes: câncer e alergias.
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Divulgação: A Luz é Invencível

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