O Parque Nacional de Kakadu fica ao norte da Austrália, em um cenário típico de Outback, o deserto australiano. Esta área de mais de 20.000 quilômetros quadrados faz parte do Patrimônio Mundial da Unesco por sua beleza, biodiversidade e também por sua importância cultural. Maravilhosas paisagens como as do rio South Alligator, florestas tropicais e belas praias dividem a atenção dos turistas com pinturas rupestres dos aborígenes australianos.

Aborígenes

Os aborígenes australianos são os habitantes originais do continente australiano e de suas ilhas próximas.1 Dados recentes indicam que os australianos nativos são, provavelmente, descendentes dos primeiros humanos modernos a migrar para fora da África. Eles migraram do continente africano para a Ásia há cerca de 70 mil2 e chegaram à Austrália em torno de 50 mil anos atrás.3 4 Os nativos do Estreito de Torres são indígenas das ilhas localizadas no Estreito de Torres, que estão no extremo norte de Queensland, perto de Papua-Nova Guiné. O termo “aborígene” é tradicionalmente aplicado apenas aos habitantes indígenas do continente australiano e da Tasmânia, junto com algumas das ilhas adjacentes, ou seja: os “primeiros povos” da região. “Australianos indígenas” é um termo abrangente usado para se referir também aos ilhéus aborígenes do Estreito de Torres.


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Pinturas aborígenes en Kakadu – Nourlangie Rock – Austrália Nota-se um ser maior, de membros finos e cabeça amendoada, e abaixo seres menores também com cabeças desproporcionais ao corpo.

Escritas e pinturas no Oeste Americano

Hopituh Shi-nu-mu

De acordo com as profecias Hopi, foi o povo formiga que deu abrigo aos humanos, durante as primeiras limpezas da Terra. E será o povo formiga que herdará a Terra, se os humanos não voltarem para o Caminho traçado pelo Criador.

Os Hopi não nativos norte-americanos que habitam duas reservas no Arizona, a Reserva Hopi, no noroeste e a Reserva do Rio Colorado, no oeste daquele estado. A denominação Hopi é uma abreviação do termo composto Hopituh Shi-nu-mu, significando Povo Pacífico ou, ainda, Os Pequenos Pacíficos. A denominação se justifica: a religião dos Hopi é essencialmente pacifista e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Maasaw, Criador e Protetor do Mundo. Em seus ritos religiosos, os Hopi pedem benéficos para todos os povos da Terra.

Os Hopi, tal como a maioria das culturas antigas, têm uma rica tradição relacionada à criação do mundo, seus ciclos de desenvolvimento e decadência, seu fim. Essa cultura, cuja língua revela íntima relação com outros povos entre os chamados pré-colombianos, especialmente os astecas, possui uma cosmogênese/geogênese que em tudo se assemelha a concepções que parecem se repetir em todo o planeta, fato indicativo que, de alguma forma, toda a Humanidade, recebeu suas tradições de uma mesma fonte, embora as lendas e profecias tenham adquirido, ao longo do tempo, pequenas diferenças, insignificantes em relação ao todo e que são resultado de peculiaridades locais.

Para os Hopi, o grande Criador do planeta Terra é uma entidade divina que veio das estrelas, o que remete à famosa teoria de que a raça humana é o produto de uma colonização extraterrestre.
O indicativo mais importante e de conseqüências mais notáveis é o mesmo que aparece em outras previsões: o aparecimento nos céus de uma ‘estrela destruidora’ que será precedida por astros menores: no caso, uma grande estrela azul, a qual chamam Saquasohuh Kachina, que virá antes de uma maior, uma estrela roxa ou violeta, será definitiva para o extermínio da atual raça humana, da qual restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo.

Os Hopi tambem acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo. A idéia nada tem de original e tem sido repetida à exaustão sendo que a Doutrina Cosmogônica e a Antropogênese teosófica apresenta uma teoria completa sobre o assunto na monumental obra de Helena Petrovna Blavatsky, A Doutrina Secreta.

O fim do mundo segundo a tradição Hopi inclui todo aquele elenco de catástrofes descritas em outras profecias, desastres naturais inevitáveis, considerando que o cruzamento entre as órbitas da Terra e de um astro de grandes proporções, seja planeta, asteroide ou cometa produzirá, evidentemente, grandes alterações no ecossistema terrestre. este fim do mundo segundo os Hopi também inclui a idéia de uma punição, de um carma negativo a ser resgatado e prevê que que a estrela azul virá coroando uma seqüência de nefastas ações perpetradas pelos homens: uma guerra que vai destruir a terra, com direito a bombas atômicas e poluição radioativa.

Somente os Hopi ou, os Pacíficos, serão poupados, refugiados em subterrâneos [aqui, os Hopi combinam o fim do mundo com a teoria da Terra Oca, onde habitariam povos mais evoluídos espiritualmente, por eles chamados de ‘homens-formiga”.

Fonte: https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=644680082324827&id=220266341432872&substory_index=0


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