26 de mai de 2017

N S de Fátima - Alienígenas






As supostas manifestações da virgem a três pastorzinhos em uma vila portuguesa em 1917, são um fato aceito pela Igreja Católica. No entanto, desde a década de 60, investigadores e estudiosos de fenômenos anômalos tem advertido que algumas características das aparições de Fátima são típicas de encontros com OVNIs. Parece não haver dúvida de que algo aconteceu em Fátima em 1917. Ao escutar o nome de tal localidade portuguesa, todos lembramos as aparições da virgem Maria a três humildes pastorzinhos e é por isso que hoje esse local é famoso e recebe anualmente milhares de peregrinos de todo o mundo. “E o que têm que ver as aparições de Fátima com os Objetos Voadores Não Identificados?“, perguntaremos. Mas o certo é que, se examinarmos esse caso e o compararmos com algumas características dos avistamentos modernos de OVNIS, as semelhanças são notáveis. Aqui é preciso esclarecer que quando falamos de “OVNI” não nos referimos a “veículo extraterrestre”, que é o conceito com  que a maioria das pessoas relaciona essa sigla, mas a um fenômeno real que parece estar guiado por algum tipo de inteligência ou forma de consciência cuja origem – seja esta qual seja – ainda nos é desconhecida. A nossa  intenção aqui é analisar com  mais dados científicos/ufológicos sérios, afim de fazermos uma avaliação  das crenças limitantes que poderia lançar algumas luzes sobre aquilo que chamamos “o divino”.



A Senhora de Fátima tal como nos relata o historiador, investigador e jornalista alemão Michael Hesemann em seu livro “The Fatima Secret” , no domingo 13 de maio de 1917, cedinho, Lúcia dos Santos e seus primos Francisco e Jacinta Marto foram à missa, como faziam sempre, após o qual levaram suas ovelhas para pastar, coisa que faziam diariamente. Lúcia tinha dez anos, Francisco estava a ponto de completar nove e sua irmã Jacinta tinha apenas sete. Os três pertenciam á famílias camponesas e viviam no pequeno povoado de Aljustrel, que forma parte da vila de Fátima, e, igual à grande parte da população rural portuguesa de 1917, eram analfabetos e fervorosamente católicos. Naquele dia levaram as ovelhas que estavam sob seu cuidado para pastar num lugar chamado Cova da Iria (literalmente, “a Gruta de Irene”, uma antiga santa local), uma depressão coberta de pasto de 450 metros de diâmetro, rodeada de montanhas e localizada a 3,2 quilômetros de Fátima. Pouco depois de haver terminado seu lanche do meio ­dia, os pastorzinhos foram surpreendidos por um súbito relâmpago(?).

 

Apesar do céu limpo, as crianças acharam que o clima poderia mudar repentinamente, o que fez Lúcia pensar que seria melhor retornar. Francisco e Jacinta estavam prontos para segui-­la, mas apenas se viraram para começar seu caminho de regresso e outro relâmpago rasgou o céu. Então, as crianças olharam para a direção de onde havia partido o raio e ficaram pasmos com o que viam. Ali, a apenas um metro e meio de distância, sobre um pequeno arbusto de azinheira, flutuava uma “senhora” vestida completamente de branco, “mais resplandecente que o Sol”, como a descreveu Lúcia. Segundo relataram posteriormente as crianças, a senhora aparentava uns 18 anos, media ao redor de um metro e 20 cm de altura e tinha olhos escuros. Suas roupas consistiam em um comprido vestido branco e uma capa com capuz que lhe cobria a cabeça. Suas mãos estavam juntas, como em oração, e sustentavam um rosário de brilhantes contas brancas, terminado numa cruz de prata.


Usava um colar comprido que lhe chegava até a cintura e do qual pendia um objeto redondo. – “Não tenham medo. Não lhes vou fazer mal“, lhes disse a aparição, em português. – “De onde sois?“, lhe perguntou Lúcia. – “Sou do Céu“, respondeu a Senhora. – “E que estais fazendo neste mundo?“, voltou a perguntar a menina. – “Estou aqui para pedir que venham a este lugar no décimo ­terceiro dia de cada mês durante os próximos seis meses, a esta mesma hora. Então lhes direi quem sou e o que quero. Depois disso, virei uma vez mais, por uma sétima vez“, foi a resposta da senhora.(nota pessoal;o “divino” especificando data/ hora e impondo condições,sem nenhuma explicação plausível) Em seguida houve um breve diálogo no qual Lúcia perguntou se ela e seus pequenos priminhos iriam ao céu, ao que a senhora respondeu afirmativamente, e também perguntou se a guerra continuaria por muito tempo mais (recordemos que a Primeira Guerra Mundial estava em curso), ao que a aparição contestou que “não poderia dizê-­lo agora, assim como tampouco posso dizer  o que quero“.(nota pessoal;o “divino” mais uma vez não tem como fazer previsões de nada,pois não seria da alçada deste “divino” e também faz mistério em dizer a que veio).


Então, a entidade perguntou aos pastorzinhos se estavam dispostos a oferecer-­se a Deus e a aceitar os sofrimentos que Ele lhes enviaria para ajudar a ressarcir os pecados do mundo, ao que Lúcia respondeu afirmativamente, por ela e por seus companheiros.(nota pessoal;o “divino” que usa crenças limitantes baseadas no medo do sofrimento e levando em conta a religião fortemente enraizada nestas crianças,juntando com a culpa pelos tais “pecados do mundo”, jogados nas costas destas mesmas crianças analfabetas e inocentes-) Finalmente, a Senhora lhes pediu que rezassem o rosário todos os dias “para a guerra terminar e trazer a paz ao mundo“. Então começou a elevar-­se lentamente e se dirigiu para leste, depois  desapareceu quando estava muito distante. “Quando a visão começou a desaparecer, (as crianças) escutaram uma detonação surda, ‘como um foguete explodindo à distância’ ou como uma espécie de trovão subterrâneo que vinha do arbusto de encina… Ficaram petrificados, olhando para o lugar até onde havia ido a Senhora.(nota pessoal;fica claro que esse “divino” tenha vindo em algum transporte com alguma espécie de propulsão)


“Levou algum tempo para eles voltarem a tomar consciência do mundo real“, escreve Hesemann . Lúcia foi a única dos três que conversou com a senhora. Jacinta havia escutado o diálogo, mas seu irmão Francisco só havia visto os lábios da senhora movendo-­se, sem escutar nada do que ela ou Lúcia diziam.(nota pessoal;o “divino” provávelmente se comunica utilizando-se da capacidade parapsicológica de cada um, ou seja, Lúcia seria a mais desenvolvida, pois conversava-entendia, comunicava-se e ouvia-, Já Francisco não conseguiu ouvir,pois só teve a visão dos lábios movendo-se e Jacinta só escutava-) Todo o episódio durou ao redor de dez minutos.


SEGUNDA E TERCEIRA VISITAS
Jacinta, a mais nova dos videntes, não pode manter silêncio e relatou o sucedido á sua mãe. Ela duvidou da história da filha, apesar desta ser corroborada por Francisco. Em pouco tempo o rumor começou a espalhar-se pelo povoado e em 13 de junho cerca de 50 vizinhos acompanharam as crianças até a Cova da Íria em seu segundo encontro com a senhora. Ela apareceu igual à ocasião anterior, flutuando sobre a mesma encina depois  que um relâmpago assinalou sua chegada. Naquela oportunidade, a entidade voltou a pedir às crianças que rezassem o rosário diáriamente e lhes pediu também que aprendessem a ler e a escrever. Também profetizou a prematura morte de Francisco e Jacinta. Testemunhas deste encontro disseram haver escutado a voz de Lúcia e um “murmúrio misterioso” como resposta. Maria dos Santos Carreira, uma moradora local, descreveu este barulho “como se escutasse uma voz à distância, algo como o zumbido de uma abelha“(nota pessoal;o “divino” só era compreendido pelas crianças em português, mas , neste caso do testemunho da moradora, ela só podia entender uma espécie de zumbido de abelha, o que poderia ser a linguagem da entidade;quanto ás previsões da morte das crianças-Jacinta e Francisco- ficam as especulações….eles foram acometidos pela gripe espanhola, que dizimou a Europa naquela época…. seria  uma visão do futuro, baseada no espaço-tempo linear, já que essas criaturas poderiam viajar no tempo, vindo de outra dimensão?Pensemos) , mas não pôde distinguir palavras .


Assim passou outro mês, durante o qual, a história das aparições se propagou ainda mais e os pequenos videntes tiveram que enfrentar tanto o interesse de curiosos como os ataques de céticos. Em 13 de julho de 1917, as três crianças foram acompanhados por uma platéia de cerca de quatro mil e quinhentas pessoas . Alguém havia colocado um arco de madeira com uma cruz para marcar o local das aparições.Os pastorzinhos chegaram ao lugar e começaram a rezar o rosário. Pouco tempo depois, Lúcia anunciou a chegada da senhora. Manuel Pedro Marto, o padre de Francisco e Jacinta, recordou haver visto só uma pequena nuvenzinha cinza sobre a azinheira, mas ao mesmo tempo notou que “o calor havia diminuído e soprava uma suave brisa, algo incomum em pleno verão” e posteriormente escutou “um zumbido, mas não pode distinguir palavras” . Lúcia ficou olhando em êxtase para a senhora, em silêncio, a tal ponto que Jacinta se impacientou e lhe disse “Lúcia, diz algo! Não vês que a senhora está aqui e quer te falar?“. Então Lúcia se dirigiu à aparição com a mesma frase com que começava suas peculiares entrevistas com a entidade: “O que vossa graça deseja de mim?“. A senhora voltou a solicitar-lhes que voltasse no dia 13 de cada mês e que continuassem rezando o rosário para trazer paz ao mundo e o fim da guerra. Lúcia recordou que alguns peregrinos lhe haviam pedido que rogasse à mãe de Deus por ajuda e cura. “Gostaria de lhe pedir que nos diga quem és e que realize um milagre para que todos acreditem que aparece a nós“, lhe disse a menina. “Sigam vindo todos os meses. Em outubro lhes direi quem sou e o que quero e também realizarei um milagre, de modo que todos que o vejam, acreditem“, respondeu a senhora. Depois de prometer o milagre para outubro, foram revelados às crianças (ao que parece, só a Lúcia e Jacinta) os que chegaram a ser conhecidos como os Os Tres segredos de Fátima.


Este é um tema que por si só daria para escrever um extenso texto/post.Resumindo, o primeiro segredo foi uma visão do inferno e o segundo, a revelação de que a guerra terminaria, mas que “se as pessoas não deixassem de ofender a Deus, outra guerra mais terrível ainda começará “durante o reinado de Pio XI  e que para impedir que isso acontecesse, ela vinha solicitar a consagração da Rússia á seu imaculado coração, porque, de outro modo, “a Rússia propagará seus erros pelo mundo, começando guerras e perseguindo a Igreja” (nota pessoal;o “divino” ameaça todos com a visão do inferno já que todos eram católicos fervorosos,afim de causar o medo e o pânico , caso houvesse alguma dúvida ou desobediência;depois, mais uma vez outra crença, desta vez citando o Papado(outra crença limitante ligada á religião, já que o Papa era o sumo pontífice e chefe da Igreja);e por fim, o avanço do comunismo na Rússia com a Revolução Bolchevique, que eliminou a religião do regime e ameaçou a soberania da Igreja no mundo.Podemos perguntar se o “divino” estava aqui para alguma mensagem de fé e esperança ou para mais doutrinação, medo e manipulação de interesses?).

O TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA

Terceiro Segredo de Fátima esteve envolto em mistério durante décadas porque foi uma das informações mais zelosamente guardadas pelo Vaticano. Muitas lendas alarmistas circularam em torno dele, mas finalmente a Santa Sé entregou uma versão em 2000, que falava do assassinato de um “bispo vestido de branco” e de outros dignatários da Igreja. Lúcia e os membros do clero com os que compartilhou o segredo acreditavam que o “bispo vestido de branco” era o Papa João Paulo II, que ficou  “convencido” de que a virgem de Fátima lhe salvou a vida durante o atentado que sofreu numa quarta-feira 13 de maio de 1981 (quando se completavam exatamente 64 anos desde a primeira aparição da senhora) na praça de São Pedro, em Roma, e que desse modo mudou seu destino(??) Mas voltando aos eventos de 13 de julho, depois de confiar as três profecias, a senhora se retirou. Nesse momento “escutamos um forte trovão e o pequeno arco de madeira, do qual pendiam duas lanternas, tremeu como se houvesse se produzido um terremoto. Lúcia, que ainda estava de joelhos, apontou até o céu e gritou ‘Lá vai! Lá vai!’“, relatou posteriormente Manuel Marto .


O SEQUESTRO DOS VIDENTES
Os incidentes em Cova da Íria começaram a ser publicados nos jornais de Portugal, chamando a atenção de mais fiéis e curiosos, mas também de céticos. Um dos principais inimigos das aparições foi Arturo d’Oliveira Santos, maçom, editor de um jornal republicano local e alcaide (cargo semelhante à prefeito) de Vila Nova da Ourém, a cujo distrito pertence Fátima. Três dias antes da quarta aparição, Santos se reuniu com os pais dos videntes e com Lúcia, sem conseguir que a menina lhe revelasse o terceiro segredo. Na manhã de 13 de agosto, compareceu ao lugar das aparições – onde haviam se congregado umas 18 mil pessoas e, depois enganar as crianças, os levou a Ourém. Foi por isso que as crianças faltaram a seu encontro de agosto. Enquanto os pastorzinhos estavam em Ourém, um trovão, seguido por um relâmpago, marcou a chegada da senhora na Cova da Íria. Os que estavam mais perto da azinheira(arbusto típico do lugar) das aparições se afastaram um pouco, assustados, e algumas testemunhas disseram haver visto uma pequena nuvem, muito branca e delicada, que posou sobre o arbusto por um momento, para depois elevar-­se e desaparecer. “Quando miramos ao redor, todos vimos o mesmo, que voltou a suceder durante os meses vindouros. Nossos rostos refletiam as cores do arco-­íris: rosa, vermelho e azul. Os arbustos pareciam ter brotos em vez de folhas, como se cada folha se houvesse transformado em uma flor. A terra brilhou com todos as cores, à semelhança das nuvens…“, escreveu posteriormente María Carreira(testemunha).


Segundo Jacques Vallée, astrônomo, doutor em ciências de computação e um dos ufólogos mais influentes e respeitados, durante uma investigação canônica sobre a aparição, Manuel Pedro Marto declarou sob juramento haver visto um “globo luminoso girando nas nuvens“. “As testemunhas também presenciaram a ‘queda de flores’, o famoso fenômeno dos ‘cabelos de anjo’ tantas vezes reportado depois da passagem de um OVNI e interpretado às vezes como um efeito de ionização“, agrega Vallée . Enquanto isso, os videntes ainda se encontravam sequestrados em Ourém. Quando se deu conta de que eles não lhe confiariam seu segredo, Santos os levou de volta a Fátima em 15 de agosto. Quatro dias depois, enquanto pastoriavam suas ovelhas em um campo conhecido como “Valinhos”, perto de Aljustrel, ali pelas quatro horas da tarde, a entidade se apresentou a eles de novo, reiterando que não deixassem de rezar o rosário e confirmando que um “grande milagre” teria lugar durante sua última aparição. Segundo se supôs depois, ao mesmo tempo que as crianças tinham seu quarto encontro com a senhora em Valinhos, em Aljustrel, se registrou um fenômeno atmosférico peculiar, muito parecido com o visto em Cova da Íria em 13 de agosto. Algumas testemunhas – entre as quais se encontravam Theresa dos Santos, irmã de Lúcia, e seu marido – asseguraram que a temperatura diminuiu notavelmente e que o Sol se tornou de várias cores, refletindo-­as em objetos próximos e nas roupas dos que presenciaram o fenômeno.


O ENCONTRO DE SETEMBRO
A aparição de 13 de setembro foi uma das mais memoráveis. Cerca de 30 mil pessoas  lotaram os caminhos rurais que levavam a Fátima para comparecer na Cova da Íria nesse dia Entre eles ,se encontravam dois sacerdotes que haviam vindo, com uma grande quota de ceticismo, para comprovar em primeira mão o que estava acontecendo no lugar. Hesemann identifica  um deles como “um alto dignatário de a Igreja, monsenhor João Quaresma”. Até o meio-dia reinava um silêncio que só era interrompido pelos murmúrios das orações. Mas repentinamente, se levantaram vozes de alegria e elegias à virgem, enquanto muitos apontavam até certo ponto do céu claro, sem nenhuma nuvem. “De súbito, para minha grande surpresa, vi claramente uma esfera brilhante se movendo majestosamente nos céus, movendo-­se de leste para oeste. Meu amigo (o sacerdote que o acompanhava) também teve a boa sorte de ver esta maravilhosa e inesperada aparição”. Repentinamente, a esfera desapareceu e só restou uma luz muito incomum“, disse monsenhor Quaresma, segundo Hesemann(nota pessoal;pelo modo de deslocamento e o tipo de luz, podemos afirmar que poderia sim, se tratar de um OVNI).

osteriormente, a testemunha notou que uma menina que estava perto dele ainda via a esfera e disse que ela estava descendo. Durante o encontro, os pastorzinhos voltaram a ver  a senhora no centro do globo de luz, que lhes reiterou que continuassem rezando o rosário, disse que Deus estava compadecido com seus sacrifícios e, ante uma nova petição de Lúcia para que curasse aos enfermos, assegurou que sanaria só a alguns.(nota pessoal; o “divino” reitera suas instruções/ordens,por meio do mesmo medo, e demonstrando bondade em nome de “deus”,resolve curar só alguns, como demonstração de piedade ;convenhamos, típico comportamento altamente arbitrário, que não condiz com a divindade).

Antes de retirar-­se, voltou a anunciar um milagre para outubro e depois, de acordo com o relato de monsenhor Quaresma citado por Hesemann, outro menor apontou o céu, gritando que a esfera estava se retirando. “As crianças haviam visto a mesma mãe de Deus, enquanto que a nós só nos foi permitido ver o veículo que a trouxe do céu“, agrega o prelado . Tanto Vallée como Hesemann assinalam que muitos dos presentes foram testemunhas da queda de “pétalas de rosa”, que desapareciam quando apenas chegavam ao solo.


A DANÇA DO SOL
A manhã de 13 de outubro de 1917 não parecia muito promissora. Mas apesar do chuvisqueiro e das nuvens negras que cobriam o firmamento, entre 50 mil a 70 mil peregrinos chegaram a Fátima para presenciar o milagre prometido. À duras penas, um grupo de crentes locais abriu passagem para que as crianças chegassem até a azinheira das aparições. Em muitos havia aumentado a incredulidade porque já tinha passado do meio­ dia e ainda não acontecera nada, quando Lúcia assegurou que havia visto o relâmpago e que a senhora viria.Ante a maravilhosa visão, as três crianças se ajoelharam e Lúcia perguntou pela por última vez: “O que vossa graça deseja de mim?“. A entidade disse que queria que se construísse uma capela naquele lugar em sua honra, depois do qual se identificou como “a Senhora do Rosário“. A seguir voltou a pedir aos pastorzinhos que seguissem rezando o rosário todos os dias e adicionou que a guerra terminaria e que os soldados voltariam logo á suas casas. Pouco depois, a aparição se elevou lentamente e se perdeu na direção do Sol. E foi então quando ocorreu o fenômeno mais recordado dos eventos de Fátima: a “dança do Sol”, termo cunhado pelo sacerdote Joseph Pelletier, autor, precisamente, do livro “O Sol Dançou em Fátima” – um dos os textos mais completos sobre os fatos acontecidos na Cova da Íria – no qual se basearam Vallée e Hesemann


Sacerdotes, laicos, analfabetos, homens de ciência, crentes e céticos viram e descreveram o Sol abrindo passagem entre as nuvens, realizando fantásticas evoluções, mudando de cor e assustando aos peregrinos. A maioria dos textos sobre o milagre de Fátima incluem o testemunho “autorizado” de um cientista, o professor Almeida Garrett, catedrático da Universidade de Coimbra, que declarou que pouco depois das 13:30 horas escutou “gritos provenientes de milhares de pessoas” e viu que “os olhos da multidão se haviam retirado do local da azinheira e agora todos olhavam na direção oposto, até o céu“.


“O Sol, que havia estado escondido detrás das nuvens escuras, saiu e brilhou. Olhei na mesma direção e vi o Sol, claramente definido e radiante, mas não me ofuscou os olhos. Não estou de acordo com a descrição, que escutei bastante em Fátima, de que o Sol parecia um disco de cor prateado escuro. Sua cor era mais intensa, mais clara e mais brilhante. Não se parecia em nada à Lua em uma noite clara. Não era esférico como a Lua e não tinha a mesma cor. Parecia uma roda resplandecente feita de madrepérola. Tive a impressão de que se tratava de um ser vivo“, relata. “Descrições de ‘opaco’, ‘difuso’ ou ‘velado’ não se aplicam a este disco.O fenômeno irradiava luz e calor e tinha contornos claramente definidos…


O Sol não ficou em seu lugar, mas começou a dar voltas a grande velocidade. Logo, gritos de terror se elevaram da multidão. Parecia como se o Sol, girando de forma selvagem, se houvesse desprendido do céu e se dirigisse para a terra, como se fosse nos abrasar com seu fogo. Estes foram momentos terrificantes. Durante este fenômeno solar, as cores da atmosfera foram mudando“, agrega o doutor Almeida Garrett, depois do qual descreve como os objetos e pessoas ao seu redor adquiram tonalidades vermelhas, púrpuras, azuis e amarelas, antes das coisas voltarem à normalidade .Milhares de pessoas gritaram e choraram. Outros se ajoelhavam, confessando seus pecados em voz alta. Muitos não crentes se converteram. Ao cabo de cerca de dez minutos tudo havia terminado. Ainda incrédulos ante o que haviam visto, centenas de pessoas notaram que o solo e suas roupas, até só um momento atrás empapados pela chuva, agora estavam secos. Dessa forma, a senhora cumpriu com o milagre que havia prometido.


AS PROFECIAS SE CUMPREM

Também se cumpriram suas outras profecias. A Primeira Guerra Mundial terminou no ano seguinte, mas outra pior começou em 1939, no mesmo ano em que morreu o Papa Pio XI. Mas as profecias também se cumpriram para os pequenos videntes. Entre outubro e dezembro de 1918, Francisco e Jacinta contraíram a influenza (gripe espanhola). Em 4 de abril de 1919, Francisco faleceu com a idade de dez anos, como consequência de uma pneumonia severa. Jacinta morreu em 20 de fevereiro de 1920, sem haver conseguido completar dez anos. Em 12 de setembro de 1934 os restos de Francisco e Jacinta foram enterrados juntos. Se disse que quando exumaram o corpo de Jacinta para realizar esta operação, se comprovou que este se encontrava incorrupto. Ambas as crianças foram beatificados pelo Papa João Paulo II em 2000.
Lúcia elegeu a vida contemplativa. Em 17 de junho de 1921 entrou para o colégio da Ordem de Santa Dorotea, congregação em que foi aceita em 24 de outubro de 1925. Em 13 de maio de 1948 se uniu à ordem das monjas Carmelitas e viveu enclausurada em um convento de Coimbra, ao norte de Portugal, toda sua vida, até sua morte. Em raras ocasiões recebeu os altos dignatários da Igreja e em duas ou três oportunidades saiu do claustro para reunir­-se com o Papa durante visitas que distintos pontífices realizaram ao santuário de Fátima. A irmã Maria Lúcia do Imaculado Coração, que foi o nome que adotou ao entrar na ordem das monjas Carmelitas , morreu em 13 de fevereiro de 2005 no convento carmelita em Coimbra, aos 97 anos. O Papa João Paulo II, nesta ocasião, rezou por Irmã Lúcia e enviou o Cardeal Tarcisio Bertone para o representar no funeral. Em 19 de Fevereiro de 2006 o seu corpo foi trasladado de Coimbra para o Santuário de Fátima onde foi sepultada junto dos seus primos.


FÁTIMA SOB A LUPA UFOLÓGICA
Para os primeiros ufólogos, os anos 50 e 60 foram décadas movimentadas, pois durante aqueles anos estiveram muito atarefados reunindo antecedentes sobre avistamentos de objetos voadores de origem desconhecida – e os esporádicos informes sobre aterrissagem dos mesmos – que estavam fazendo das suas, principalmente na Europa e Américas do Norte e do Sul. Mas as aparições de Fátima os inquietaram. Havia algo suspeitosamente familiar nos testemunhos mais detalhados das testemunhas de 1917. Desse modo, ao final dos 60, o escritor Paul Misraki anunciou a possibilidade de que a “dança do Sol” de Fátima tivesse sido obra de um “disco voador”. A idéia não parece tão absurda se levar em conta a seguinte declaração emitida pela Igreja em outubro de 1930, depois de 13 anos de laboriosa investigação sobre o acontecido em Fátima: “O fenômeno solar de 13 de outubro de 1917, descrito na imprensa da época, foi maravilhoso e causou uma grande impressão naqueles que tiveram a felicidade de presenciá-­lo… Este fenômeno, que não foi registrado por nenhum observatório astronômico e que portanto não foi natural, foi visto por pessoas de todas as categorias e classes sociais, crentes e não crentes, jornalistas dos principais periódicos portugueses e inclusive por pessoas a algumas milhas de distância. Fatos que descartam qualquer explicação baseada em uma ilusão coletiva” . Ou seja, a “dança do Sol” foi um fenômeno local, observado só desde Cova da Íria e locais vizinhos. Aquele dia o astro rei não se moveu de seu lugar no espaço. Ao final dos anos 70, a doutora Fina d’Armada e o historiador Joaquim Fernandes, investigadores portugueses, começaram a indagar sobre o assunto e incluíram suas conclusões em um livro que intitularam “Intervenção Extraterrestre em Fátima”, se definindo por uma interpretação “extraterrestre” para explicar os eventos de Cova da Íria. O desaparecido escritor catalão Antonio Ribera comenta em seu livro “Encontros com Humanóides” que o principal aporte de Fina d’Armada ao estudo das aparições de Fátima, é que ela investigou “de primeira mão” e teve acesso aos “Arquivos Formigão”, deixados pelo canônico doutor Manuel Formigão, um dos poucos que conseguiu ganhar a confiança dos videntes e que em 27 de setembro de 1917 os interrogou detalhadamente sobre suas visões.



A partir dessa fonte, Fina D’Armada construiu um “retrato-­falado” da entidade, que não se parece muito a a imagem “oficial” da Senhora de Fátima, a qual, segundo Ribera, “é obra do imaginário de J. Thedim, que se inspirou em uma imagem de Nossa Senhora da Lapa e não nas descrições de Lúcia” (“Entre os acontecimentos de Fátima se contam esferas luminosas, luzes de cores estranhas, uma sensação de ‘ondas de calor’, todas elas características físicas que comumente se associam com os OVNIS. Entre elas se inclui até o típico movimento de ‘queda de folha’” do disco que zigzagueia no ar. Além disso, também abarcam curas e profecias e a perda da consciência normal por parte das testemunhas… que é o que temos chamado de componente psíquico dos avistamentos de OVNIS”, afirma Vallée em sua análise de caso ). O doutor Vallée também nos recorda que, ainda que o encontro de 13 de maio de 1917 tenha sido o primeiro entre os videntes e a senhora, suas visões sobrenaturais começaram vários meses antes, especialmente no caso de Lúcia. “Em abril de 1915, quando Lúcia tinha oito anos, se encontrava recitando o rosário perto de Fátima quando viu uma nuvem branca transparente e uma forma humana. Esse episódio teve lugar mais uma vez durante esse ano e se repetiu uma terceira vez em outubro. Porém no ano seguinte, em 1916, Lúcia foi visitada três vezes pelo anjo“, escreve Vallée, que por segunda vez aborda as aparições de Fátima em seu livro “Dimensões” , o primeiro de uma trilogia excepcional na qual o cientista resume suas investigações e conclusões obtidas depois de décadas de estudo do fenômeno OVNI.


A primeira visão de 1916 teve lugar durante o primeiro trimestre. Lúcia se abrigava da chuva junto a dois de seus primos  em una gruta do monte Loca do Cabeso. Depois de comer seu almoço, a chuva havia cessado e as crianças brincavam na entrada da gruta, quando escutaram o rumor de um vento poderoso ­ outra constante no comportamento dos OVNIS, adverte Vallée,­ e viram uma luz branca que se deslocava pelo vale, sobre a copa das árvores. Dentro da luz havia um jovem que aparentava uns 14 ou 15 anos, de admirável beleza, que se aproximou deles e lhes disse: “No temam. Sou o anjo da paz. Orem comigo“. Depois, ele lhes ensinou uma oração que as crianças repetiram uma vez após outra, como em transe, até ficarem exaustos. O segundo encontro com o anjo ocorreu ao meio ­dia de um quente dia de verão, em 1916. A entidade apareceu a eles de súbito, chamando-­lhes a atenção e exortando-­os a rezar muito e a fazer sacrifícios em suas vidas diárias. “As crianças ficaram paralisadas. Só perto do crepúsculo recuperaram seus sentidos e começaram a brincar de novo. Como no caso anterior, as testemunhas não quiseram discutir o sucedido, nem sequer entre elas“, revela Vallée . Este efeito de paralisia é um dos elementos mais característicos – ainda que não necessáriamente imprescindível – dos encontros imediatos com OVNIS. O anjo apareceu às crianças uma vez mais durante o terceiro trimestre de 1916. Nessa ocasião lhes deu a comunhão. Bem… Temos evoluções de um globo de luz, fortes estrondos, zumbidos misteriosos, entidades luminosas, encontros prévios com um “anjo” e a queda dos “fios da virgem” ou “pétalas de rosa” vistos em Fátima, todas características associadas com os avistamentos modernos de OVNIS, como já foi dito. Porém para traçar um paralelo, revisaremos dois casos em que choveram filamentos brancos… porém não durante uma aparição da Virgem Maria, mas depois da passagem de formações de OVNIS.

PARADAS AÉREAS

Em seu livro “The truth about flying saucers”, o já falecido engenheiro acústico, matemático e escritor científico francês Aimé Michel, um verdadeiro pioneiro no estudo de informes sobre avistamentos de OVNIS, relata duas aparições de objetos desconhecidos no sudoeste da França, que deixaram à sua passagem “fios da virgem” ou “teias de aranha”, como ele as chama. O primeiro destes avistamentos teve lugar em 17 de outubro de 1952 na cidade de Oloron, às 12:50 horas. Michel cita o testemunho de senhor Yves Prigent, inspetor geral do colégio de Oloron, que junto à sua família pode observar o fenômeno da janela de seu apartamento quando se preparavam para almoçar. Os Prigent disseram haver observado um cilindro estreito, aparentemente inclinado em 45 graus, movendo-­se lentamente até o sudoeste, a uma altura estimada de dois a três quilômetros. “O objeto era branco, opaco e muito definido. Uma espécie de nuvem de fumaça branca escapava de sua extremidade superior.À frente do cilindro, a certa distancia, cerca de outros 30 objetos seguiam a mesma trajetória. A olho nu, pareciam bolas de fumaça, porém ao observar com pequenos binóculos pode distinguir uma esfera vermelha central, rodeada de uma espécie de anel amarelo inclinado em cada um deles… Estes ‘discos se moviam aos pares, seguindo uma trajetória quebrada, que se caracterizava no geral por rápidos e curtos zigzagues. Quando dois disvos se afastavam um do outro, se produzia um raio branco entre eles, como um arco elétrico“, relata Prigent, citado por Michel . “Todos estes estranhas objetos deixaram uma abundante esteira, que começou a cair no solo em a medida em que se ia dispersando. Durante várias horas, montes desse material estiveram pendurados nas árvores, fios elétricos e sobre os tetos das casas“, agrega a testemunha. Diferente de Fátima, em que as “pétalas de rosa” desapareciam ao chegar no solo, neste caso as testemunhas puderam examinar punhados de material. Segundo Michel, as fibras se assemelhavam à lã e ao nylon. Quando se convertia as fibras em uma bola, se tornavam gelatinosas rapidamente, depois do qual se evaporavam no ar e desapareciam. Outras testemunhas citadas por Michel disseram que colocar no fogo, as fibras se queimavam como o papel celofane.


Perto das 17:00 horas de 27 de outubro de 1952, o fenômeno tornou a repetir-­se sobre os céus de Gaillac. A essa hora, a senhora Daures foi até o seu galinheiro, alertada pelo ruidoso alvoroço que estavam fazendo suas galinhas. Ao levantar a vista para o céu viu o mesmo que haviam observado os habitantes de Oloron dez dias antes. Imediatamente, a senhora Daures chamou a seu filho e a três vizinhos. Segundo Michel, outros habitantes de Gaillac também haviam se apercebido do fenômeno, que foi observado por “cerca de 100 testemunhas conhecidas” . As descrições eram quase idênticas ao visto em Oloron: um cilindro do qual escapava uma nuvem de fumaça, inclinado em 45 graus, viajando lentamente até o sudeste em meio de uma vintena de “discos” que reluziam ao sol e voavam de dois em dois em rápidos movimentos em zigzag. “A única diferença (com o visto em Oloron) é que neste caso alguns pares de pratos ocasionalmente desciam bastante baixo, a uma altura estimada pelas testemunhas em uns 300 ou 400 metros. O espetáculo durou cerca de 20 minutos, até que o cilindro e seus discos desapareceram no horizonte“, precisa Michel.


Depois da passagem dos objetos, montes de fios brancos caíram sobre Gaillac, e esse material exibiu as mesmas propriedades que o recolhido dias antes em Oloron. Finalmente, Michel dá conta de outros dois casos muito similares, porém nos Estados Unidos. O primeiro ocorreu em 22 de outubro de 1954 em Jerome, Ohio, onde um objeto com forma de cigarro emitiu um jato de “cabelos de anjo” enquanto sobrevoava a zona, eo segundo teve lugar em 27 de outubro de 1955 em Whitsett, Carolina de Norte, onde várias testemunhas observaram grandes quantidades de “cabelos de anjo” caindo ao mesmo tempo que uns dez objetos, que pareciam “resplandecentes bolas de aço“, sobrevoavam a área.


Existe um caso chileno que, por suas circunstâncias e características, tem uma certa semelhança com as manifestações de Fátima. Ocorreu no domingo, 9 de novembro de 1968, no bairro de El Salto (Santiago do Chile) e seus protagonistas foram as irmãs Afrodit y Eugenia Lovazzano ElFar, de 12 e 9 anos, respectivamente. Segundo o publicado pelo jornal “El Mercúrio” , dois dias depois do acontecido, às 23:30 horas do domingo em questão, quando se encontravam brincando na porta de sua casa, as meninas viram subitamente “uma grande bola de fogo que vinha dos morros e que chegava até a frente da porta de sua casa“. A primeira a notar o fenômeno foi Afrodit, que avisou a sua irmã. “Estava na porta de casa, com a bicicleta, quando uma luz vermelha despontou no morro. Era como uma estrela incandescente que brilhava com grande intensidade. Era uma luz gelatinosa que de vermelho  mudou para verde claro. Dentro da bola havia uma mulherzinha que tinha uma grande boca, que se movia muito… Não tinha senão essa boca que nos chamava e umas orelhas pontiagudas, como as dos duendes“, relatou Afrodit a “El Mercúrio”. Recordemos que durante a aparição de 13 de setembro de 1917, a Senhora da Cova da Íria também se apresentou em um “globo” ou “esfera de luz”, que foi vista por várias testemunhas, e notem que, ao menos durante os primeiros encontros, Francisco só via mover-­se os lábios da entidade, sem escutar suas palavras, como parece haver ocorrido também no caso de El Salto.Posteriormente, Afrodit e Eugenia afirmaram que “a mulherzinha” se aproximou de Afrodit e que, quando a menina quis fugir, foi sujeitada “por uma espécie de força ou ventania” que lhe levantou a blusa e a sustentou no ar. As meninas adicionaram que “a força” as soltou quando chegaram na porta da cozinha, porém Afrodit ficou com dor de ouvidos e na cintura, onde sofreu arranhões, além de perda de voz que ainda a acometia quando conversou com “El Mercúrio”. O jornal logrou determinar que outra menina de 12 anos, Mônica Patricia Lagos, também viu a aparição, que descreveu como “uma bola de fogo, como ‘uma bolha iluminada’, que se movia para todos lados e que depois, desapareceu como se houvesse explodido“.


OUTRAS APARIÇÕES ANTERIORES ÁS DE FÁTIMA;SERIAM TAMBÉM OVNIS?


A primeira vez, foi em 19 de Setembro de 1846, em La Salette (nos Alpes franceses) perto de Grenoble, quando a Entidade surgiu a duas crianças de 12 anos de idade (Melanie Calvat e Maximin Giraud) que também viram surgir sobre um rochedo uma bela senhora que brilhava como uma luz e lhes sorria amávelmente, tendo em seus braços um ramo de rosas e uma grinalda na cabeça, tendo falado com as crianças para transmitir a seguinte Mensagem:(PROFECIA?)


“O TEMPO CADA VEZ MAIS SE APROXIMA, O ABISMO ABRE-SE. DESGRAÇADOS SERÃO OS HABITANTES DA TERRA QUANDO A ÉPOCA DO CASTIGO CHEGAR. SATANÁS OBSCURECEU A INTUIÇÃO DOS HOMENS E EM ESPECIAL DOS SUPERIORES DA IGREJA, E, COMO SENHOR DAS TREVAS, FICOU DOMINANDO ENTRE ELES. ASSIM QUE CHEGAR A HORA DA PUNIÇÃO, A PAZ FICTÍCIA SERÁ DESTRUÍDA, O CULTO FALSO EXTERMINADO, E OS POUCOS QUE SE LIBERTAREM SERVIRÃO UNICAMENTE A DEUS TODO PODEROSO. GUERRAS SANGRENTAS, FOME E GRANDES TRAGÉDIAS VIRÃO, CIDADES INTEIRAS DESAPARECERÃO, MONTANHAS RUIRÃO E O FOGO E A ÁGUA SERÃO OS ELEMENTOS PURIFICADORES DA TERRA… TODOS SOFRERÃO SE NÃO SE MODIFICAREM… “


A Igreja, porém, modificou as coisas e tomou conta da situação, dizendo apenas que a “Virgem Maria foi vista em La Salette e chorou lágrimas amargas pelos pecados da Humanidade”… pouco mais restando da mensagem original que a maioria das pessoas desconhece. Seis anos depois foi erigido no local um Santuário ou Basílica que levou 13(?) anos para  ser construído.

A segunda vez, foi em 11 de Fevereiro de 1858, quando a Entidade Luminosa apareceu em Lourdes, velha cidade dos Pirinêus na ­ França, e falou com uma criança de 14 anos de idade, Maria Bernarda Soubirous (mais conhecida por Bernardette), dizendo algo semelhante à primeira mensagem. Durante 15 dias a jovem deslocava­-se à gruta de Massabielle, onde surgiu a luminosa aparição que a fazia sentir­se muito feliz. Porém, a jovem sofreu imensamente quando transmitiu a mensagem que lhe fora revelada, dizendo que o próprio Clero não estava servindo o céu e sim o inferno. Por causa disso, Bernardette foi acusada de ser uma farsante e “amotinadora”. Foi preciso um milagre para que o povo acreditasse nela e isso aconteceu com uma nascente de água cristalina que brotou da rocha, com propriedades curativas no local onde se deu a Aparição. Lourdes tornou-­se assim um lugar visitado hoje por muita gente (crente e não crente) que vai ali na esperança de encontrar a cura de seus males…
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CONCLUSÃO
Faz 98 anos que ocorreu algo extraordinário em Fátima,considerado sobrenatural(??), interpretado em termos religiosos. Os casos OVNIS que cito neste post são só uma amostra de dezenas de eventos similares que tem ocorrido em todos as partes do mundo e em todas as épocas, que compartilham muitas das características do fato sucedido na Cova da Íria, porém que não necessariamente tem sido interpretados através de um prisma religioso. Ao mesmo tempo, este post é um chamado para investigarmos este tipo de fenômenos com uma mentalidade aberta, sem juízos preconcebidos, para tentar chegar a compreender a escorregadia inteligência que parece estar por detrás de muitas destas manifestações.A expressão “disco solar como uma lua de prata” dispensa interpretação. Localizou-se testemunhas em cidades vizinhas que viram um estranho objeto fazendo movimentos oscilatórios irregulares, descendo e subindo. A súbita secagem das roupas demonstra uma forte irradiação térmica ou de micro-ondas, numa descarga controlada em todo o ambiente circundante. E assim se explica o chamado Milagre de Fátima: nada mais, nada menos do que uma manifestação ufológica.
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Nós da “Luz é Invencível” disponibilizamos este material , afim de trazermos mais esclarecimentos e dados para uma questão de crença limitante a ser analisada á luz da Ciência e Ufologia sérias, já que estamos na Transição Planetária e todas essas conclusões do passado devem ser questionadas por todos.Portanto, julgamos que o “milagre”foi na verdade, um fenômeno local restrito à pequena Fátima. Mas, é um chamado à verdade, aos ensinamentos puros que desde sempre têm sido oferecidos por seres superiores que já passaram por este planeta, sem dogmas, mistificações, medo e coação.  Isso nos impele a repensar nos excessos cometidos pelas religiões.
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Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa.
Quando pratico o bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. Eis a minha religião.
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Bibliografia para consulta
“The Fátima Secret”
Michael Hesemann
“El Colegio Invisible”
Jacques Vallée
“Encuentros con Humanoides”
Antonio Ribera
“The Truth about Flying Saucers”
Aimé Michel
“Dimensions”
Jacques Vallée
“Fátima-nos bastidores do segredo”
Joaquim Fernandes-Fina d’Armada
Intervenção Extraterrestre em Fátima
Joaquim Fernandes-Fina d’Armada
Heavenly Lights-UFO in Fátima
Joaquim Fernandes-Fina d’Armada
Through Alien Eyes
Wesley Bateman
Os tres segredos de Fátima
Ian Higgins
O segredo de Fátima
Irmã Lúcia

 Nota; Alguns livros estão disponíveis em nossa Biblioteca

Divulgação: A Luz é Invencível

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