29 de jul de 2017

A Terra é Oca?

A TESE DA TERRA PLANA Á LUZ DA TERRA OCA



Começa a haver alguma explicação lógica para a origem da tese da “terra plana” numa perspectiva da Terra Oca onde só é possivel existir tal 'reino' terraplano no interior do planeta iluminado por um Sol dentro da própria atmosfera limitada por um 'domo' ou um espaço físico a que chamam de ‘Firmamento’ sem mais nenhuma visão do que exista para além dele. 

As referências bíblicas que os terraplanistas fazem de um mundo plano onde as águas de cima foram separadas das águas de baixo, corresponde exatamente à ideia das que existem na superfície e no interior do planeta, sendo certo que cientistas canadianos e da própria NASA descobriram recentemente um vasto Oceano interno a 644 Km abaixo da crosta terreste, portanto dentro de um ‘circulo’ fechado que impede essas águas de sairem para o espaço exterior. 

Só assim é possivel perceber ou aceitar uma tese que doutro modo não faz qualquer sentido e se vislumbrará uma verdade que os próprios terraplanistas (e a maioria dos globalistas) desconhecem, revelada de resto por vários autores que há muito falavam de um Reino Subterrâneo onde vive uma civilização mais perfeita e avançada milhares de anos, desconhecida ainda pela maioria dos seres humanos. 

Francis Bacon, no seu livro a Nova Atlântida fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos. 

Thomas Moore, no seu livro Utopia faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah; 

Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol aborda temas muito semelhantes aos referidos por Thomas Moore; 

Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra também fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos. 

Bulwer Lytton, escreve em “A Raça futura” um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós; 

James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”... 

Helena P. Blavatsky, a grande teosofista russa , escreve inúmeras obras nas quais Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta, que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo. 

Saint-Yves d´Alveydre, na sua obra Missão da Índia fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra; 

Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre Animais, Homens e Deuses, fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias; 

Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central”, cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra; 

René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida; 

Também Raymond Bernard, Nicholas Roerich, Alexandra David-Neel e o ilustre Henrique José de Sousa deram o seu melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e falando abertamente de um País Maravilhoso com suas cidades explendorosas no interior da Terra. 

Mas foi o Almirante Richard Byrd que mais conheceu de perto esses reinos após expedições ao Polo Norte e Polo Sul em 1947 tendo visto uma “Terra de Eterno Mistério” e contactado pessoalmente com o povo de Agharta contando toda a sua experiência no seu Diário que todos podem ver aqui: 




Rui M. Palmela 

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