27 de jul de 2017

Moisés falou com Deus ou Ets?

Por Gério Ganimedes
“Ser detentor do poder de manipular a vida na sua essência permite ao criador alterar as variáveis que as sustentam e ter total controle sobre os eventos e os seres por ele criados”.

Se observarmos as narrativas dos livros sagrados que falam sobre as “pragas” que assolaram o Egito, oriundas de Deus e invocadas por Moisés, líder de um povo escravizado pelos egípcios, encontraremos material extraterrestre suficiente para reescrever as passagens, numa óptica totalmente ufológica. Os eventos que massacraram um povo que acreditava em vários deuses têm elementos ocultos que me levaram a crer que os acontecimentos no Egito foram efeitos colaterais de uma guerra entre raças extraterrestres. Por um lado, o povo Hebreu protegido por uma raça extraterrestre libertadora e desopressora por outro lado os egípcios, herdeiros híbridos extraterrestres, deixados para trás na Terra e que adoravam e acreditavam que seus deuses sempre estariam vigiando-os e protegendo-os. Os egípcios podem ter sido uma casta única gerada pelo cruzamento de onze divindades extraterrestres, diferentemente do povo hebreu por eles escravizados. 


O grande “evento extraterrestre” das pragas do Egito, talvez tenha sido na verdade, o retorno de uma raça libertadora que de volta a Terra percebeu que todos seus herdeiros tornaram-se escravos de outros híbridos de uma raça alienígena inimiga. Naquele momento, iniciava-se a grande batalha dos deuses. Os extraterrestres ditos benevolentes e libertadores representados pela presença e existência de um único Deus, só tiveram que procurar entre seus descendentes aquele que recebera anteriormente a marca de seu DNA no nascimento. Moisés talvez já tivesse sido preparado para guiar toda uma legião de escravos e faze-los acreditar na existência de um Deus divino e poderoso. Quais seriam às características biológicas que fizeram de Moisés o escolhido? Ele já teria sofrido intervenção ou manipulação genética antes de nascer? Provavelmente sim. Um “líder programado”, preparado em sua essência para aceitar a presença superior e com o dom ou poder para comunicar-se com a raça extraterrestre que o gerou. Ver uma história cercada de proteção religiosa pode agredir a crença de alguns, mas ver os acontecimentos históricos sagrados pela óptica ufológica nos mostra fatos incontestáveis da presença extraterrestre nos registros sagrados de todas as religiões. 

As cenas descritas pelas transcrições sagradas criam cenários de encontros entre o homem e Deus, de fogo que não queima árvores, luzes entre nuvens que descem do céu e tempestades que se formam do nada com sons e vozes que ecoam para o principal protagonista dos eventos - Moisés. Cria-se então, sob a óptica ufológica, eventos muito próximos a um contato imediato de terceiro grau.

Não estou questionando os acontecimentos ancestrais e nem mesmo a existência de Deus, mas diante de uma visão moderna e científica, o que poderia pensar um homem daquela época, estando diante de uma nave extraterrestre camuflada entre nuvens, emitindo luzes e som com grandes propulsores pairando no ar e comunicando-se com ele? Eles não tinham conhecimento de tecnologia e tudo o que poderiam discernir era que estavam diante de um Deus, seja ele de onde viesse ou como o chamassem. Em todas as épocas do desenvolvimento do homem sobre a face da Terra poucos foram aqueles que falaram diretamente com Deus. Porque atualmente não temos tais interlocutores e mensageiros com cajados para conter o sofrimento dos povos? Para onde foi aquele Deus que antes se apresentava e se comunicava mostrando sua força para mudar o caminho da humanidade? Nos dias de hoje, temos apenas relatos de pessoas que dizem ter contato com seres de outros mundos, avistamentos de naves que iluminam o céu e eventos celestes fantásticos, mas que são desacreditados e que não sobrevivem ao tempo, apesar de muitos terem sido comprovados com inexplicáveis. Qual a diferença dos relatos da antiguidade, entre homens e “divindades” e os atuais relatos OVNIS? Resta dizer que entre o passado e o presente, a variável que separa a análise e a interpretação dos eventos entre épocas, é a ignorância de um povo, que temia o desconhecido e precisava de alguém acima deles para guiá-los na escuridão. A informação cultural e o conhecimento mudaram os vetores interpretativos dos eventos históricos, e o que podemos concluir, é que o que se tornou mutável através do tempo foi apenas á óptica humana, que separou a fé religiosa da ciência.

Fonte: e-mail

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