Menu 2

.

9 de ago de 2018

Aristóteles ea verdadeira felicidade

Os 10 conselhos de Aristóteles para alcançar a verdadeira felicidade

A busca por uma vida feliz está presente em nossas mentes todos os dias, e existem muitos caminhos que podemos seguir para alcançar esse objetivo. No entanto, nem todos eles são realmente positivos para nós, precisamos aprender a distinguir aqueles que nos farão bem daqueles que apenas nos levarão para baixo.

Hoje, trazemos conselhos de um dos maiores filósofos da história, que podem nos ajudar a seguir a direção certa para construirmos a vida ideal para nós mesmo. Continue lendo e confira essas poderosas dicas.

O equilíbrio pode ser a chave para a transformação

Para os grandes filósofos, podemos descobrir que tipos de pessoas devemos ser através da ética da virtude. Aristóteles, um dos filósofos mais influentes de todos os tempos, desenvolveu um sistema integral de virtudes que todos nós podemos aplicar em nossas vidas para alcançarmos um estado de equilíbrio emocional e paz interior que propicie a presença da felicidade.

Para Aristóteles, a felicidade é uma consequência de nossos esforços em desenvolver a nós mesmos, para nos tornamos pessoas completas e conscientes. Em nosso caminho para nos tornamos essas pessoas, Aristóteles acreditava que deveríamos estabelecer um equilíbrio, porque, segundo ele, uma vida cheia de proibições não nos leva à felicidade ou à transformação pessoal. Devemos evitar os excessos e as faltas.

Ele ensina que “A virtude é uma posição intermediária entre dois vícios, um por excesso e o outro por padrão”, e para aprimorarmos nossas virtudes devemos estar abertos às oportunidades que se abrem diante de nós na vida, porque nem tudo se resume a conceitos teóricos, mas também a ações práticas que devem guiar nossas vidas.

Abaixo estão os 10 conselhos de Aristóteles para alcançarmos a felicidade, ou eudaimonia, em nossas vidas. Esses conselhos foram escritos por ele no século IV aC. C., no livro Nicomachean Ethics.

Leia com atenção e com a mente aberta:

Elegibilidade
É a habilidade pessoal de controle sobre nossos comportamentos e reações às coisas que nos acontecem. Devemos controlar nossos sentimentos negativos, mas não os negligenciar, quando tiverem razão de existir.

Força
É o que está entre a covardia e a imprudência. As pessoas que conservam a força sabem quando devem enfrentar situações perigosas para crescer, e se preparam para isso. Também são conscientes das coisas pelas quais não vale a pena se arriscar.

Tolerância
É o equilíbrio que existe entre o excesso de indulgência e intransigência. Para Aristóteles, perdoar é uma coisa muito importante, mas deve haver um equilíbrio. Não podemos permitir que as pessoas façam o que bem entenderem conosco, ignorando nossa integridade e direitos. Tolerância exagerada é tão imprudente quanto a intolerância.

Generosidade
É o que existe entre a mesquinhez e a prodigalidade. Generosidade é a habilidade de ajudar as pessoas que estão ao seu redor com tudo o que nos for possível, mas com consciência, para não nos perdermos de nós mesmos no caminho.

Modéstia
É a virtude que existe entre a falta de reconhecimento pessoal e o ego exagerado. Devemos enxergar as nossas virtudes e falhas, e nos responsabilizarmos por aquilo que cabe a nós, nem mais, nem menos.

Veracidade
É relacionada à honestidade, definida por Aristóteles como situada entre a mentira habitual e a falta de tato para dizer a verdade. A veracidade nos orienta a medir nossas palavras antes de proferi-las e dizer apenas o necessário.

Graça
Essa virtude se localiza entre o excesso de brincadeiras e a hostilidade exagerada. Precisamos equilibrar a graça, para que as pessoas ao nosso redor apreciem a nossa companhia.

Sociabilidade
Como Aristóteles concluiu, e hoje sabemos que é verdade, precisamos controlar a nossa sociabilidade, porque nem todos merecem estar em nossas vidas. Para ele, devemos ser cuidadosos com as pessoas que chamamos de amigos, e nutrir os relacionamentos com as pessoas que recebem esse mérito.

Decoro
É a virtude que existe entre a timidez e a falta de vergonha. As pessoas que conservam esta virtude respeitam a si mesma e os seus limites e sabem que seus erros não a definem, e dão o mesmo tratamento aos outros, sabem que não devem tentar passar por cima de ninguém, e que todos devem ser respeitados. Da mesma maneira, também exigem respeito.

Justiça
É a virtude que se relaciona a lidar de forma justa com os outros, e está localizada entre o egoísmo e desinteresse. Orienta-nos a levar em conta tanto as necessidades das outras pessoas quanto as nossas próprias, de modo a encontrar um ponto de acordo que favoreça a tomada de decisões mais justas para todos.

Esses são os 10 conselhos de Aristóteles, que podem nos levar a vidas felizes. Esses conselhos são muito sábios e conferem a todos nós o direito a errar, aprender e evoluir com segurança e confiança.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Participe deixe seu comentário:

AS 10 MAIS DO MÊS

...

PESQUISE POR ASSUNTO