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9 de set de 2018

Planeta de ilusões


Bem podemos dizer que vivemos no planeta das ilusões.

Estas são necessárias para que não entremos em depressão porque a cinta energética densa que nos ata é muito forte e asfixiante.

Daí, buscarmos com tanta gana ao mundo irreal.

A prova está no sucesso de séries como Harry Potter ( que adoro), a saga Crepúsculo, e tantas outras magias que o cinema nos traz.
Isso é errado? De modo algum, é respiro da alma.

Mas, amadurecer não implica em vermos a realidade como ela é? Sim. Amadurecer é perceber a realidade como ela é, dentro de nossas limitações sensoriais e mentais.
O maior problema que percebo não é buscarmos a ilusão mas, alimentarmos seres inescrupulosos que se fartam de nossa imaturidade, psíquica, energética e monetariamente.

Lamentavelmente, ainda somos crianças inocentes atraídas por balinhas que matam.
Não ao corpo mas à Fé que é nosso maior tesouro.

Realidade: podemos ser todos extraterrestres porque, dificilmente, algum de nós é ser evolutivo primário da Terra.

Planeta bem mais velho do que a maioria das centelhas aqui manifestas e, convenhamos, nada evoluídas.

Isto é verdade.

Mas, de onde somos evolutivos primários? Impossível dizer.

Este universo é grande demais. Quase nada sabemos dele ainda.

Pelo que dizem os Espíritos e os próprios extraterrestres, a maioria de nós é proveniente de Marte(vizinho mais próximo com civilização compatível), luas de Júpiter e Saturno, Constelações de Órion, Plêiades, Cocheiro ( claro que Capela foi tributária da Terra).

Como saber? Não faço a menor ideia. Será que alguém faz, de verdade?

É muito importante para muitos de nós saber de sua origem estelar. Por que?

Deveria bastar saber que somos filhos das estrelas. Neste momento, vivendo uma experiência num planeta lindo e sofrido por nossa insensatez.

Será que precisamos é medalhinhas?

Como precisamos de rótulos?

Ainda precisamos?

E se formos filhos de um universo paralelo?

Podemos conjecturar ao infinito e nada alterará nossa situação de alunos em período de provas para ver se, finalmente, passamos de estágio evolutivo.

Antes de nos entusiasmarmos e dizermos que somos daqui ou dali, temos que analisar como nos comportamos porque , se é real que já fomos de tantos mundos neste universo e cá estamos, é porque não aproveitamos muito, não é?

Francamente, não ligo a mínima de onde já fui. Sou terrícola e me cabe lutar por este planeta que , amorosamente, me acolheu.

Ou não?

Mas, a ilusão comanda ainda a muitos de nós e fazemos do escapismo um meio de sobrevivência a está psicosfera que nos agride tanto, que negamos tanto e que tem tanto de nós.

Queridos amigos, a mesma coisa se dá em relação ao nosso país atual.

Amigos norte-americanos que falaram de uma pesquisa com latino-americanos em que 67% afirmam que gostariam de morar em outros países , quer da América do Norte, quer da Europa, quer da Oceania.

Acho um índice irreal.

Contudo, creio, sim, ser desejo de muitos de nós, viver num ambiente mais organizado e seguro.

É natural que se ambicione isto. Não está errado.
Mas, podemos fazer essa realidade vir para cá? Sim.

É fácil? Nem um pouco.

É possível? Quando atingirmos a massa crítica de repúdio ao crime organizado dos três poderes. Estamos quase lá.

Mas, demanda esforço, compromisso e destemor.

O mesmo se dará com a Terra que se tornará Nova Terra e nunca Terra Cruz.

Pode acontecer o pior? Sim.

Mas só acontecerá se abandonarmos a crença de que podemos ser mais e fazer mais pela fraternidade.

Amigos, este ano, nós brasileiros teremos muitos conflitos e a radicalização será muito intensa e apartará bons amigos que pensam diferentes.

Coxinhas versus mortadelas.

Sejamos, então, vegetarianos e não permitamos que a rudeza nos contagie, enquanto lutamos para crescer e, quem sabe, migramos de volta a sei-lá, onde uma família cósmica nos espere.

Alimentar ilusões nada tem de errado, se soubermos que é apenas uma ilusão.

Fonte: http://casadoconsolador.com.br/site/?p=4784

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