9 de mai de 2019

Saúde: A cura é um processo...

 
Vega Conhecimentos
Imagem: www.google.com
nenhuma cura acontece sem antes nos tornarmos fortes.
Quando você compreende que tudo é vibração e energia neste universo não se trata apenas de atrair coisas positivas em sua vida, mas se autoproteger.


Nesse momento é que percebemos que não há salvadores externos por tempo ilimitado e não dependemos da energia de ninguém para nos equilibrar, porque todos temos o poder de salvar a nós mesmos. Contudo, saiba que a CURA é um processo que, sim, leva tempo, e não se desespere por esse tempo. Entenda que a transformação começa sempre interina.

Havia um tempo, no qual eu sempre gostaria que me contassem; um tempo onde não seríamos vítimas dele. O tempo cura tudo, mas mais do que isso é explicar como ele cura tudo. Isso se torna quase como um novo fragmento dentro de nós.

Durante o processo de cura pode haver dor, mas ela não está mais ali para nos ferir, ela está sendo expulsa da nossa alma e organismo. Há choros por lembrarmos do
passado e das coisas que nos feriram, mas no tempo presente não há mais esse sofrimento. É o excesso de pensamentos nisso que nos causa dor.
Há muitas formas de entender o processo de cura em nós.

A cura é um processo mais de dentro para fora, do que de fora pra dentro. Embora possamos ser ajudados, toda ajuda só é válida quando a compreendemos e resgatamos nossa energia por nós mesmos.

No processo de nos curar emocionalmente e espiritualmente, nós damos um passo maior em direção ao amor-próprio. E as perguntas passam a mudar de “onde está quem me faz feliz?” para “eu estou feliz onde estou?”.

Talvez a zona de conforto seja a pior das dores, mas ao sair dela começamos o processo de cura. As coisas ao nosso redor que nos fazem feliz ainda estão lá. Sempre estiveram, mas poderíamos estar com os olhos em outras. No foco no que nos fazia triste. Isso é um erro comum do ser humano; se amar menos porque alguém não o ama. Você só deve deixar ir.
A cura acontece quando entendemos, por nós mesmos, que temos que nos tirar daquela situação, mais do que esperar que alguém nos estenda as mãos.

A cura precisa da perda da parte da zona de conforto e do controle. Quando o ego perde o controle, ele procura a cura. É exatamente isso.

Atualmente, nesta era, vivemos a melhor e necessária parte de fazer as nossas ações e explicar a nós mesmos que o dever deve ser feito. O mundo inteiro está percebendo que o tempo de se lamentar não faz mais jus às frequências atuais. Um despertar coletivo, dos conscientes e não-conscientes, acontece. Contudo, muitos de nós ainda estão confusos, desconectados e se veem estranhos, deixando o presente para entender o passado. Mas isso não é mais necessário.

Usar o tempo presente em excesso para coisas que já passaram pode atrasar as coisas boas que estão por vir. Neste momento em que o processo de cura se torna eficaz é quando percebemos que estamos curados por nós mesmos, pela natural lei de sobrevivência.

Eu mesma, gostaria de entender muito tempo atrás que a cura não é milagre, mas um processo. Um processo de detox que vem apenas de dentro para fora e acontece apenas quando percebemos que devemos viver, sem sermos dependentes de nada que venha de fora.

E essa é a parte dolorosa da cura. Quando os nossos mestres parecem nos deixar, mas é apenas uma parte do detox que precisamos aprender. Nenhuma cura acontece sem antes nos tornarmos fortes.

O processo da cura nem sempre é linear e muitas vezes é fracassado porque nem todos conhecem o poder de se autocurar. Somos tão educados a nos ferir e a reclamar, que esquecemos que nossas células também podem se regenerar. Somos tão acostumados a ver, mas esquecemos de sentir.

Mas saiba que é um processo lento, leva ao tempo de aprender a esquecer, de analisar, de viver e entender que muitas coisas são fugas da mente.

O processo de entender a nós mesmos passa só depois que estamos destruídos ou fomos desconstruídos. E só depois da pausa, para arrumar nós mesmos, que podemos entender quem realmente éramos.

O processo de cura é mais doloroso que a dor. É quando o veneno já corre nas veias e finge já ser parte de quem somos. O processo de entender quem somos é quando o corpo manda o limite e a mente precisa filtrar e dar o novo limite.

O processo para seguir segue por fragmentos, mas só continua depois de desentalar os gritos que estavam presos no silêncio. E após isso, sim, o silêncio se torna o verdadeiro mestre dos guias; o silêncio da mente e não das palavras.

O processo de entender a nós mesmos passa só depois que estamos destruídos ou fomos desconstruídos.
E só depois da pausa, para arrumar nós mesmos, que podemos entender quem realmente éramos.


Origem: osegredo.com.br
 
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